quinta-feira, dezembro 24, 2009

O Mercedes - Brawn - Versão computorizada, in Motorsport. com.

2002 - Gronholm imperial na época triunfal dos 206WRC


O WRC de 2002 iniciava-se com a quarta vitória de Tommy Makkinen consecutiva em Monte Carlo mas a primeira com a nova equipa de Subaru e com o modelo Imprenza. Mas o caso do Rally, foi a excelente prova de Sebastien Loeb (Citoen XSara)(2º), que dominou uma série de classificativas e teria ganho o rally se não fosse uma penalização de dois minutos em função de uma alegada assistência ilegal ao seu bólide.O novo Focus WRC de Carlos Sainz completava o pódio (3º) numa prova que a Ford foi a única equipa a apresentar um novo WRC. Na Suécia, não houve argumentos para contrair o 206 WRC de M.Gronholm, que repetia o triunfo de 2000 e a vedeta da prova seria o jovem promessa nórdica Jannie Tuohino, cujo Focus RS (6º) andou regularmente entre os mais rápidos. Harry Rovompera (2º) completou o domínio da marca do “leão” que venceu onze das quinze classificativas. A Córsega pela primeira vez era a 3ºprova do WRC e Gilles Panizzi voltava a repetir o triunfo de 1999, os 206 WRC estiveram a 100% na ilha corsa e M.Gronholm (2º) e R.Burns(3º) que não eram especialistas no asfalto contribuíram para um pódio totalmente Peugeot. F.Bulsgaski (4º) que estreou uma nova evolução do Xsara ficou só a dois minutos de Panizzi. A expectativa para a Catalunha era muito grande para confirmar a rapidez dos 206WRC relativamente aos Xsara, mas o filme repetiu-se nas rápidas e sinuosas estradas de Lloret del Mar, apenas com uma diferença, M.Gronholm terminou apenas em 4º favorecendo a subida ao pódio do Xsara de F.Bulgaski que desta vez ficou a pouco mais de um minuto do 206WRC. Em Chipre mais uma vitória de M.Gronholm depois do domínio de Colin McRae nas duas primeiras etapas mas problemas várias e um despiste que amachucou a carroçaria do Focus WRC não permitiram mais que um (5º) para o fogoso e rápido piloto britânico. Nas pampas argentinas, os 206WRC ficaram fora de prova por desclassificação. O Focus WRC que já se tinha mostrado competitivo no mau piso da prova Argentina confirmara o seu potencial na Acrópele com a vitória de Carlos Sainz, a 24ª. Na Grécia, confirmava-se o potencial dos Focus WRC em pisos demolidores, Colin McRae chegava ao triunfo com apenas 15 s sobre M.Gronholm mas o seu domínio já estava consolidado nas classificativas disputadas na região de Parnassos ao longo da segunda etapa. A caravana deslocava-se para a África, corria-se na savanas do Quénia, sem a dureza da época do verdadeiro Safari, T.Makkinen dominou toda a 1ºEtapa, mas Colin McRae chegava à vitória sendo a sua segunda vitória consecutiva, a terceira da Ford, Ricard Burns(2º) cumpria o papel da Peugeot e T.Roadstron que tinha sido 8º na Acrópele continuava a aprendizagem do Xsara na terra e um pódio (3º) era um excelente resultado para um carro desenvolvido inicialmente para o asfalto. Nos 1000 Lagos o habitual domínio dos finlandeses com a terceira vitória consecutiva da M.Gronholm, Richard Burns (2º) era o primeiro não escandinavo e P.Solberg (Subaru Imprensa WRC) completava o pódio (3º). Perante o desalento dos homems do 555 Subaru World que contava com T.Makkinen (5º) para a vitória numa prova que dominou entre 1994 e 1998. Na quarta prova em asfalto, Sebastien Loeb obtinha a sua primeira vitória em WRC e os 206WRC contentava-se com os restantes lugares do pódio numa prova acidentada com vários pilotos oficiais a distribuírem de forma violenta as suas montadas. Todavia, San Remo voltou a ditar a lei dos 206WRC no asfalto uma vez com Gilles Panizzi na hora da vitória ainda que 15s o separasse de R.Burns. Mas, J.Puras melhor dos Xsara ficava a dois minutos. Na Nova Zelândia, M.Gronholm esteve imparável numa vitória ao sprint terminando a prova com mais de dois minutos de vantagem sobre H.Rovompera, distância temporal não muito comum na era do WRC, no final era já virtual campeão do mundo de Rallys .Na Austrália a história repetia-se, M.Gronholm obtinha o seu 5º triunfo da época e apenas P.Solberg (3º) animou um pouco a luta com os Peugeots que dominaram de forma absoluta os rallys no Pacífico. No RAC, os heróis locais não estiveram na luta pela vitória, M. Gronholm, impôs a sua vontade na primeira etapa e M. Martin dominou a segunda, mas seria Peter Solberg a fechar a época com uma vitória com muito mérito, numa época em que os Imprenza estiveram longe de outros tempos. A Peugeot já campeão obtinha um modesto 7º por H.Rovompera numa temporada em que os 206WRC mostraram que eram os melhores em todos os pisos do calendário do WRC. Classificações por Marcas: 1ºPeugeot (165); 2ºFord (104); 3º Subaru(67); 4ºHyundai (10) 5ºSkoda 9; 6ºMistushbishi (6). Pilotos:1ºM.Gronhom (SF) 77; 2ºP.Solberg (NOR) 37; 3ºC.Sainz E (36); 4ºC.McRae (GB) 35; 5ºR.Burns (GB) 34; 6ºG.Panizzi (F) 31; 7ºH.Rovompera (SF) 30; 8ºT.Makkinen (SF) 22; 9º M.Martin (EST) 20; 10ºS.Loeb F (18); 11ºP.Bulgaski (F) 7; 12ºT.Radstrom (s) 4; 13ºT.Gardmeister (SF) 3; 14ºA.McRae (GB) 2; 15ºB.Thiry (BL) 2; 16ºJ.Kankkunen (SF) 2; 17ºK.ERiksson (S) 1; 18ºJ.Puras (E) 1; 19ºF.LOix (BEL) 1; 20ºM.Higgins (GB)1.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

O Pai Natal já desceu à chaminé da Mercedes...

Michael Schumacher, o alemão, sete vezes campeão do mundo, assinou um contrato de um ano com a Mercedes Grand Prix na sede da equipe em Brackley, na Inglaterra, após um mês de conversações. O jornal alemão Bild informou ontem Schumacher vai ganhar cerca de 7 milhões de euros ($ 10 milhões) para uma temporada, com uma opção para continuar para além de 2010. O próprio Schumacher confirmou a notícia hoje. A notícia era já esperada a partir do momento em que Corinna Schumacher declarou ao in Express que “Não vou impedi-lo de se divertir”. Referindo-se a Michel. Por outro lado, o ex-campeão do Mundo, o saudoso Nigel Mansell já tinha expressado no fim-de- semana que: “Não me surpreendia se o Michael Schumacher lutasse para um título". Já então nos bastidores da F1 o regresso de “Schumi” era mais que uma evidência e as notícias que chegaram a imprensa internacional demonstram apenas que se esperava uma época mais propícia para anunciar a prenda do Pai Natal à Mercedes. De resto, o regresso à F1 e à Mercedes GP, segundo o grande campeão alemão se justifica porque: "Eu decidi voltar à Fórmula Um. Mercedes GP e eu concordamos em juntar-se para as próximas temporadas. E para ser honesto, eu já estou super animado com a perspectiva de estar de volta em um cockpit de F1 ". Schumacher ao aceitar este desafio tem a plena consciência que o sucesso da organização e da tecnologia alemã, lhe permite regressar à F1, ao mais alto nível em termos de competitividade: "Mercedes GP será um novo desafio para mim o que é extremamente atraente. Eu não tenho nenhuma dúvida de que o time será muito forte. Eles mostraram ao vencer os dois campeonatos do mundo que há um entrelaçamento mistura fascinante de elevado profissionalismo e paixão mais profunda". Por outro lado, o sucesso Brawn/ Mercedes foi um factor determinante nesta negociação iniciada no passado mês de Novembro e que permitirá, à equipa alemã o seu regresso à competição oficialmente após o trágico acidente nas 24 Horas de Le Mans em 1955. Para Michael Schumacher o desafio é demonstrar se é, o que sempre foi, o mais rápido do pelotão ….. se será o campeão de 2010….. as nossas dúvidas….. mas não tenhamos dúvidas que o número de poles position, voltas mais rápidas e vitórias em GP vão aumentar na biografia do alemão.

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Yvan Muller em Portimão na 3º semana de Janeiro...

Em Jerez de La Frontera, no final da semana passada (17 e 18 de Dezembro), a equipa da Chevrolet do WTCC procedeu a uma série de testes que de certa maneira foram prejudicados pela intensa chuva que caiu sobre a pista espanhola. Todavia, a Chevrolet Motorsport voltará a Espanha para novos ensaios na segunda semana de Janeiro e na semana seguinte deverá acelerar na nossa pista de Portimão, mais exactamente nos dias 20 e 21 de Janeiro, com Yvan Muller, piloto oficial do Cruze (Chevrolet) uma vez que Alaín Menu foi o homem dos testes em Valência. Para o director desportivo do team, Eric Neve, os testes em Espanha e Portugal, onde as condições de tempo e pista, são mais amenas nesta época do ano: "O que nós vamos conseguir durante o inverno será crítico para a próxima época, como uma vez que começa o campeonato, eventos e viagens fazem o trabalho de desenvolvimento mais difícil. Temos grandes ambições para 2010, assim que nós estamos fazendo o nosso melhor durante estes meses de inverno".

domingo, dezembro 20, 2009

2001- Os super-Ferrari deram mais um título a "Schummi"



Michael Schumacher começou o ano, como terminou o anterior obtendo na Austrália a sua 5º pole e 5ºvitória na Austrália, mas a Ferrari surgiu na 1ªprova da temporada num grau de evolução técnica superior aos demias. Nada menos que três futuros campeões do mundo fizeram a sua estreia dos quatro rokkie que participaram no GP: A primeira dobradinha do F2001 com nova vitória de Schumi e D.Coulthrad (Mclarem)(3º) e H.H.Fretzen (Jordan)(4º) após duas corridas eram os pilotos mais próximos dos Ferrari. No Brasil, David Coulthard confirmava o seu bom momento e interrompia o domínio dos carros vermelhos, numa prova monótona. Em Imola, uma prova incaracterística, o Wiliams FW23/BMW de Ralf Schumacher domina a prova integralmente o GP e David Coulthard (2º) confirma a liderança do campeonato. M.Schumacher voltava a ganhar em Espanha e o jovem estreante Juan Pablo Montoya (Wiliams) chega ao pódio e coloca-se entre dois campeões do mundo, já que J.Villenueve obtém o primeiro pódio da Bar/Honda (3º).Mas a polémica é gerada com a afirmação de Niki Lauda: “Qualquer mecânico pode pilotar os F1 de hoje, com controlo de tracção”. No A.-Ring, confirma-se o excelente início da época de D.Coulthard perante a atitude denuncia de Ruben Barrichello (3º) que quase que pára para deixar M.Schumacher (2º) em obediência às ordens de Ross Brawn. Em Monte Carlo, o Schumacher confirma que é rei e senhor e Eddie Irvine obtém o primeiro pódio da Jaguar e sobre o andamentos dos Ferraris afirmou: “Estive quatro anos na Ferrari e nunca vi uma melhoria tão grande num carro como este Jaguar”. Em Montreal mais um registo para a história da F1, os irmãos Schumacher dominam o pódio mas é Ralf o vencedor e M.Hakkinen (3º) volta aos pódios que andava já afastado em alguns GPs. M.Schumacher no GP da Europa obtém a quinta vitória do ano e David Coulthard (3º), batido por J.P.Montoya continuava preocupado com o andamento da Ferrari “A realidade é que estamos muito defasados – meio segundo diria”. Os Wiliams continuam a surpreender e Ralf (2º) acompanha Michael Schumacher soma meia dúzia de vitórias e pela terceira vez M.Hakkinen não larga da grelha e diria:”Se tivesse abandonado no comando, teria sentido muito mais. Assim não senti nada”. Em Silvestorne, M.Hakkinen face à maior competitividade do MP4-16, parte da primeira e linha e à sexta volta passa M.Schumacher (2º) chegando à vitória, o alemão nada afectado mostrava-se tranquilo “…vantagem de 37 pontos parece que correu tudo bem para mim”. Na Alemanha, ganha um alemão a terceira da época de Ralf Schumacher e Giancarlo Fisichella (4º,) fica a um passo do pódio mas a sua felicidade era indiscutível: “Quase não acredito. Foi um resultado incrível”. O campeonato praticamente termina na Hungria com a dobradinha da Ferrari, Schumi comemora o tetra e a Ferrari é campeão Mundial de Construtores, Jean Todt diria: “Vivo sempre com o medo de perder. Um dia como hoje não tem preço …”. Em Spa, novo record para M.Schumacher com a sua 52ª vitória da sua carreira mas o marco da corrida foi a pole de J.P.Montoya com dois Wiliams na primeira linha. Em Monza, nova pole de J.P.Montoya com vitória na corrida mais dois pilotos estrearam-se na F1, Alex Yoong na Minardi e Thomas Enge na Prost. E M.Hakkinen anuncia que em 2002 não vai estar na grelha de partida. A F1, volta a Indianápolis e M.Hakkinen vence o seu 26 GP e mas não foi muito brilhante com “Rubihno” que o perseguia quando afirmou no final do GP:” Foi muito interessante ter o motor Ferrari de Rubens explodir…”. Em Fuji, M.Hakkinen confirma o abandono da F1 e Jean Alesi anuncia o fim da sua carreira ao mais alto nível. Michael Schumacher termina o ano dando à Ferrari a sua 144º vitória no 680 GP da história da F1. Classificações:1ºM.Schmacher (D) 108; 2ºM.Hakinen (SF) 89;3ºD.Coulthard (D) 73; 4ºR.Barrichello(BR) 62; 5ºR.Schumacher (SF) 24; 6ºG.Fisichella (I) 18; 7ºJ.Villenueve(CND) 17; 8ºJ.Burton (GB) 12; 9ºH.H.Fretzen (D) 11; 10ºJ.Trulli(I) 6; 11ºM.Salo (SF) 6; 12ºJ.Verstappen (NL) 5; 13ºE.Irvie (IRL) 4; 14ºR.Zonta (BR) 3; 15ºR.Zonta (BR) 2;16ºP.L.Rosa (2). Construtores:1ºFerrari(170); 2ºMclarem (152); 3ºWiliams (36); 4ºBenetton(20); 5ºBAR (20), 6ºJordan (17); 7ºArrows(7) ; 8ºSauber (6) e 9ºJaguar (4

2001 - Richard Burns um campeão ao Sprint



A edição de 2000 estava ainda no ar quando as marcas voltavam a Monte Carlo e uma vez Tommy Makkinen (MitsubhishLancer Evo), chegava à vitória, numa prova em que a neve e o gelo, preenchiam as bermas das estradas. Carlos Sainz (Ford Focus WRC01) repetia a segunda posição da época anterior e com um terceiro Focus, François Delecour encerrava o pódio. As provas da Peugeot e da Subaru seriam um grande fiasco. Na 2ª prova do WRC, Harry Rovompera (Peugeot 205WRC) vencia na Suécia e Thomas Radroston num Lancer EVO, ficava a menos de 30s. Mas um jovem de nome de Daniel Carlsson (Toyota Corolha WRC) era 7º mas surpreendia a maioria dos chefes de equipas que se deslocaram à prova nórdica pelo recital de condução no velho WRC da Toyota. Em Portugal e contra todas as expectativas, um verdadeiro temporal se abateu sobre a prova durante três dias, a lama infernal foi um obstáculo para os pilotos mas 9s separavam Tommy Makkinen de Carlos Sainz no final da prova em favor do piloto da Mitsubhishi. Uma vez mais os portugueses ficavam em lugar modestas, mas mesmo assim Rui Madeira (Ford Focus WRC) ficava nos limites do Top Tem, mas à frente de G.Panizzi num 206WRC. No asfalto da Catalunha, brilharam os carros franceses e se Didier Auriol (1º) e François Delecour (2º) obtiveram uma dupla vitória com os 206WRC. Os Xsara WRC da Citroen dominaram os acontecimentos enquanto andaram em prova, F.Bulgaski ganhava classificativas após classificativas e J.Puras abandonava quando se adivinhava uma vitória em casa do piloto espanhol. Na Argentina, após seis abandonos consecutivos Colin McRae (Ford Focus WRC), chegava à vitória com facilidade perante um Richard Burns (Subaru Inprenza WRC) que obtinha a melhor posição até ao momento no campeonato. Carlos Sainz era um feliz (3º) mediante todo um conjunto de problemas que ameaçou a continuidade do Focus no Rally. Em Chipre repetiu-se integralmente o pódio argentino e marcas pouco competitivas como a Hyundai e a Skoda, terminavam nos pontos. Prova dramática para Carlos Sainz que perdia o rally no últiço troço com o motor partido, mas um Focus ganhava o Rally era a segunda vitória de C.McRae. No Safari sem a dureza de outras épocas, Tommy Makkinen ganhava e tornava-se líder incontestável do Mundial mas o grande resultado seria o pódio alcançado por Armin Schwarz (Skoda Octavia WRCE2). Nos 1000 Lagos, o triunfo seria necessariamente finlandês, M.Gronholm, ganhava após nove meses sem conhecer a vitória, os ingleses Richard Burns(2º) e Colin McRae( 3º), ficavam separados por 7s. Na Nova Zelândia a primeira vitória do ano da Subaru, na qual a estratégia foi o ponto forte de Richard Burns, que controlou os homens da Ford e da Peugeot numa luta feroz pelos outros lugares do pódio. Mas a surpresa da prova aconteceu, quando Keneth Eriksson (Hyundai Accent WRC) passou pela liderança da prova. Em San Remo, o asfalto voltou a demonstrar todo o potencial dos 206 WRC e dos XSARA WRC, G.Panizzi seria o vencedor, mas os Citroen fizeram uma prova brilhante, o jovem Sebastien Loeb campeão do JWRC estreou-se no mundial com um 2º para surpresa de todos os que acompanhavam o WRC. E foram cinco os Peugeot no top tem: G.Panizzi(1º); D.Auriol (3º); R.Travaglia (5º) e melhor local,M.Gronholm(7º) e J.J.Boyere(10). Quinze dias depois, as marcas francesas encontravam-se no asfalto da ilha da Córsega, Jesus Puras (Citroen Xsara WRC), obtinha a sua primeira vitória no WRC com 17s sobre G.Panizzi numa prova disputada ao segundo, Richard Burns era 4º, tripulando o primeiro carro não francês mas aproximava-se da luta pelo título. No Pacífico, corria-se na Austrália, M. Gronholm voltava a dar uma vitória à Peugeot que vencia o Mundial de Marcas, Richard Burns era (2º) e T.Makkinen (6º) e ficavam mandatados juntamente com Colin McRae para lutarem pelo título, um ponto separava todos eles. No RAC nova vitória de M.Gronholm na dobrinha dos 206WRC mas a festa era inglesa uma vez que Richard Burns ao terminar no pódio (3º) tornava-se o Campeão Mundial num sprint para o título que se iniciou nos 1000 Lagos. Classificações pilotos: 1ºR.Burns GB 44; 2ºC. McRae(GB) 42; 3ºT.Makkinen (SF) 41; 4ºH.Rovompera (SF) 36; 5ºM.Gonholm (SF) 33; 6ºC.Sainz E 33; 7ºG.Panizzi (I) 22; 8ºD.Auriol (F); 9ºF.Delecour (F) 15; 10º P.Solberg (Nor) 11; 11ºJ.Puras (E) 10; 12ºA.Scwarz (D) 10; 13ºF.Loix(BL) 9; 14ºT.Rodstron (S) 6; 15ºS.Loeb (F) 6; 16ºT.Garmeister (SF) 5; 17ºA.McRae (GB) 4; 18ºT.Ari(J) 3; 19ºM.Martin(EST) 3; 20º R.Travaglia (I) 2; 21ºP.Hagstrom (S) 1; 22ºF.Bulgaski (F) 1; 23ºG.Pozzo (RA) 1 e 24ºK.Eriksson (S) 1. – Marcas: 1ºPeugeot (106); 2ºFord (86) 3ºMitsbhishi (69) 4ºSubaru (66) 5ºSkoda (17) e6ºHyundai (6).

sábado, dezembro 19, 2009

As primeiras imagens do novo GT1 da Matech

A Matech apresentou as primeiras imagens do seu GT1 para o novo campeonato Mundial de GT, o chefe e patrão da equipa Bartek Martin, afirmou hoje: "Estou muito satisfeito .... o carro melhorou. Toda e qualquer área do carro viu melhorias de performance e uma perspectiva de confiabilidade. Temos testado com sucesso cada área individual do carro, e agora, estamos ansiosos para testar o pacote inteiro durante as próximas semanas ". As novas máquinas do GT1 na sua maioria ainda estão em sua fase de construção, na sequência de melhorias no sistema de transmissão, suspensão e aerodinâmica. A Matech Ford GT1 deverá apresentar oficialmente o seu “bólide em Fevereiro do próximo ano e terá como principal “sponsor” as empresas suíças que será praticamente uma equipa nacional uma vez que os pilotos da equipa deverão ser seleccionados entre as novas esperanças do automobilismo suíço.

sexta-feira, dezembro 18, 2009

2000- Marcus Gronholm um triunfo ao sprint

A temporada de 2000 se iniciava com a vitória de Timo Makkinen (Mitsuhish Lancer Evo VI), que dominou sem oposição o Rally de Monte Carlo, apesar da notável estreia de Carlos Sainz (Ford Focus WRC) e Jukka Kankkunen (Subaru IMprenza WRC) herdava o outro lugar no pódio.A Peugeot teria uma participação desastrosa com a perda dos seus carros durante a 2ªEtapa.Na Suécia, a primeira vitória dos 206 WRC com M.Gronhom a vencer a prova com uma magra vantagem de 6.8 s sobre T.Makkinen e C.McRae (Ford Focus WRC) subiu ao pódio acabando com uma serie de abandonos consecutivos que marcaram a sua carreira entre o final de 1999 e a primeira de 2000.No gelo sueco os Hyundai marcaram a sua estreia no Mundial de rallys. No Safari, os carros azuis da Subaru dominaram os acontecimentos, Richard Burns vencia com 4.37s sobre J.Kankkunen. A prova ficaria marcada pela subida ao pódio do Seat Córdoba WRC de D.Auriol e P.Solberg e pela segunda etapa sensacional de Carlos Sainz que ficaria sem direcção assistida. Em Portugal, R.Burns voltou a ganhar perante a expectativa de M.Gronholm cuja Peugeot não foi capaz de aguentar o ritmo. H.Rompera (Toyota Corolha WRC) que abandonara a Seat oficial conseguia um notável 4º e nenhum português terminava no top tem. Os Focus dominaram na Catalunha, Colin McRae chegava à vitória e C. Sainz era o melhor da casa (3º) .E R.Burns perdia o rally no último troço por 5.9s. Na Argentina repetia-se o cenário ocorrido em Portugal com nova vitória de R.Burns e T.Makkinen subia ao podia numa prova em que Lancer EVO VI, jamais se revelou capaz de lutar pelo pódio.Alister Mcrae (Hyundai Accent WRC) daria o primeiros pontos à marca coreana(7º). Dobradinha da Ford na Acrópele mas as ordens da equipa favorecendo a vitória de C.Mcrae assombraram o brilho da vitória do team inglês. A quebra do turbo do 206 WRC foi o facto do rally quando o domínio de M.Gronholm estava em plena consolidação, mas na Nova Zelândia o finlandês vencia perante a dupla do Focus WRC que voltavam a ocupar os lugares do pódio. Com um velho Subaru Imprenza, Possuem Bourne (6º) voltava a ser o melhor local. E a Hyundai voltava a melhorar as suas performances com o Kenneth Eriksson (5º). M.Gronholm triunfava com facilidade nos 1000 Lakes e Colin Mcrae (2º) obtinha o seu melhor resultado de sempre na prova nórdica e H.Rovompera com velho Corolha de WRC completava o pódio. Na ilha de Chipre a terceira dupla do Focus WRC mas com C.Sainz no pódio na hora da vitória e F.Delecour obtinha o seu primeiro pódio com 206 WRC. Mas no asfalto da Córsega os Peugeot estiveram imbatíveis e G.Panizzi e foi o vencedor depois de F.Delecour (2º) se mostrar o mais rápido da marca do leão e C.Sainz completou o pódio num prova em que C.Mcrae destruiu violentamente mais um WRC. Em San Remo e na Austrália, mais duas vitórias da Peugeot, em Itália seria F.Delecour e no Pacífico, M.Gronhom, garantindo o título à marca . No asfalto italiano repetia-se a dobradinha da Córsega e sete meses depois T.Makkinen voltava a colocar o Mitsubhish no pódio (3º). No RAC a quarta vitória consecutiva do 206 WRC na hora da consagração do novo campeão Mundial, Marcus Gronholm, numa época bastante competitiva e decidida no final da temporada. Pilotos: 1ºM.Gronholm (SF) 65; 2ºR.Burns(GB) 60; 3º C.Sainz € 36; 4ºF.Delecour(F) 24; 5º T.Makkinen (SF) 24 6ºF.Delecour (F) 21 7ºG.Panizzi (F) 20; 8ºJ.Kankkunen (SF) 7 ; 9ºH.Rvompera(SF) 6; 10ºP.Solberg (NOR) 6; 11ºK.Eriksson (S) 5; 12ºD.Auriol (F) 4; 13ºT.Ary (J) 4; 14ºT.Gardmeister (SF) 4; 15ºF.Loix (BL) 4; 16ºT.Radstron (S) 3; 17ºB.Thiry (BL) 2; 18ºA.Schwarz (D) 2; 19ºS.Linholm (SF) 2; 20ºT.Laukkanen (SF) 2; 21ºA.Balkhashab (KSA) 1; 22ºP.Bourne (NZ) 2 ; 23ºM.Martin (EST) 1 e 24ºP.Liatti (1). Marcas: 1ºPeugeot (111); 2ºFord (91) 3ºSubaru (88) 4ºMitsubhishi (43) 5ºSeat (11) 6ºSkoda (8) 7ºHyundai (7),

Raikkonen afirmou à Autosport (GB) que o regresso à F1 não é uma prioridade.

Kimi Reikkonen admitiu hoje em entrevista à Autosport inglesa que a sua passagem para o Mundial de Rallys, na categoria da WRC não será necessariamente temporária admitindo continuar nos rallys nas épocas seguintes. Nesta perspectiva deixou claro que o regresso à Fórmula Um é uma possibilidade que por enquanto não o compromete considerando que não tem qualquer acordo ou contrato com a Ferrari Sport ou com outro team. E admitiu ainda que a continuidade nos rallys dependerá da campanha a iniciar na temporada de 2010. Em todos os cenários as possibilidades de regresso à F1 ou continuidade no WRC, ficou sempre no meio termo, se… lembrou ainda que esteve a um passo da Mclarem, negociou com a Brawn, mas deixou claro que a sua vontade no depende de verbas monetárias……

A Peugeot Sport no Le Mans Series em 2010

A Peugeot Sport estará na próxima temporada no Le Mans Séries e nas 24 Horas de Le Mans, com o modelo 908 HI, da marca francesa, após a consulta a várias equipas privadas que disputam as competições internacionais com protótipos de GT1 , a equipa Oreca foi a escolhida dando ao Le Manse Series um colorido e uma maior competitividade de forma particular a uma disciplina que ainda não têm um Mundial da especialidade.

quarta-feira, dezembro 16, 2009

A Renault Sport F1 continua na temporada de 2010

A Renault Sport F1 continua na temporada de 2010, a Renault anunciou hoje em Paris a sua continuidade na disciplina máxima do automobilismo mundial, em pareceria com a Capital Génios Luxemburgo que adquiriu 75% do capital da marca francesa. Segundo algumas fontes, a continuidade no mundial da F1 não foi a primeira opção da Renault Sport mas os avultados danos financeiros que o seu abandono do mundo dos Grandes Prémios causaria, pela quebra de contrato com a FIA só por si justifica mais uma época da marca nacional francesa de F1. Nesta perspectiva o futuro do nome da Renault Sport será provavelmente uma discussão a médio prazo, para já o Presidente para Renault F1 mostrava-se ”feliz” com a solução encontrada: "Estou muito contente em receber a Gênios Capital como nosso novo parceiro estratégico, estou certo de que seu entusiasmo e competência das empresas vai criar uma nova dinâmica para a a equipe, a equipe e nossos parceiros. " . A equipa deverá estar nos Grandes Prémios de 2010, com Roberto Kubica na qualidade de chefe de fila embora tal contratação já afirmada alguns meses não foi objecto de confirmação na Conferência de imprensa hoje realizada, não havendo todavia qualquer referência à dupla a correr em 2010.

domingo, dezembro 13, 2009

2000 - Ano de Michael Schumacher


Na temporada de 2000, Michael Scumacher mostrou que foi simplesmente o mais rápido e o mais completo relativamente aos demais e a sua vontade de vencer só foi comparável ao saudoso Ayrton Senna e na Austrália iniciava a temporada com o seu primeiro triunfo na primeira dupla Ferrari e Ralf Schumacher (Wiliams FW22) completou o pódio. O GP marcou a estreia de Jenson Button (GB); Nick Heidifield (D) e Gaston Mazzacone (RA). No Brasil, M.Schumacher voltava a ganhar numa prova em os motores BMW colocavam os Wiliams nos pontos e J. Button era 5º no seu segundo GP. Mika Hakkinen obtinha 106ºPole de um Mclarem em GPs no rápido traçado de Imola, mas M.Schumacher voltava a ganhar numa prova em que a estratégia da Mclarem penalizava Mika Hakkinen (2º) que em pista tinha brilhado com MP4/14. E D. Coulthard apesar de ter chegado ao pódio, resumia assim a ultrapassagem do F2000 de Schmui : “A minha corrida foi decidida na largada quando Schumacher me apertou”. Em Silvestorne a primeira dupla da Mclarem com vitória de David Coultard e com Ralf na 4ª e fora da luta pelo pódio por opção própria “Se não fosse o meu irmão, eu não teria levantado o pé”. A Shell assinava com a Ferrari por cinco anos. Em Espanha os MP4/14 voltam a dominar a prova, mas Mika é o vencedor e Barrichello é melhor dos Ferrari. O GP da Europa corria-se no Nurburgring para gáudio dos alemães mais uma vitória de Schumacher com os eternos rivais da Mclarem nos lugares seguintes. Mas Pedro La Rosa (Arrows A8) conseguia uma notável posição (5º) num F1 tão pouco competitivo. O piloto espanhol diria “Melhor só a minha vitória nas finais Renault em 1992. A Wiliams assinava com a maior seguradora mundial a Allianz a verba de 15 milhões de dólares. A 7ª prova do mundial da F1 corria-se no Mónaco e a prova seria dominada pelos Ferrari com Schumacher no lugar mais alto do pódio e Barrichello (2º) no final da prova tinha a noção que podia ter sido o vencedor “Tive uma qualificação horrível devido a uma decisão errada minha e depois larguei mal”. O patrão da Mclarem não só questionava a segurança como as boxes utilizadas pela equipa, a que Bernie Ecclestone respondeu :”Muito já os organizadores têm feito e farão o que for preciso em termos de construção”. A dupla da Ferrari voltava a dominar no GP do Canadá mas Ruben Barrichello merecia a vitória e apenas um erro impediu tal feito. E Giancarlo Fisichella (Benetton B199) obtinha o seu terceiro pódio. A Mclarem no seu 500 GP não ia ao pódio Mika era (4º). Em Magny Cours, M.Schumacher obtinha a quarta polé da época mas David Coulthard triunfava pela nona vez num GP naquela que era a 3ª dobradinha do ano e Ruben Barrichelo voltava a ser o melhor do team de Maranello. O Bar 02 de J.Villenueve que andou na frente no Canadá obtinha um excelente quarto que repetiria na Áustria quinze dia depois. A Mclarem com Mika na hora da vitória coleccionava nova dupla e Barrichelllo (3º) realizava a terceira corrida como melhor piloto da equipa de Maranello, mas esteve envolvido na saída de Schumacher para fora da pista, o nº2 da Ferrari afirmou: “Freei tard, vi o Michael nos espelhos, e ele estava vindo por dentro não havia nada a fazer” mas Jarno Trulli comentava a manobra da seguinte forma: “Barrichello estava á minha frente e travou muito cedo e de repente parecia que todos batiam e eu fiquei bloqueado”. No meio da polémica, Ruben Barrichello vencia brilhantemente no GP da Alemanha, a sua primeira em 125 GPs, Ross Brawn maravilhado comentava a prova do piloto brasileiro “O Rubens superou o Michael ganhando uma prova largando de 17º” considerando. Incrível”. Em Budapeste, Mika Hakkinen seria imperial e Michael diria que “Nesta corrida, Mika foi o mais rápido”. Em SPA, a Minardi comemorava o 250º GP e na famosa descida do Radillon, Mika Hakkinen seria cronometrado a cerca de 297,9 Km/h a caminho da 4º vitória do ano, os irmãos Schumacher, Michael (2º) e Ralf (3º) completavam o pódio. O pódio repetia-se em Imola, Mas Shummi era o vencedor e o seu irmão (3º) voltava ao pódio. A F1 voltava a Indianápolis com a sétima vitória de Michael e era a terceira dobradinha da Ferrari. O mundial decidia-se em Suzuka com mais uma vitória de Michael Schumacher perante a impotência dos Mclarem que completavam o pódio. Na Malásia cumpria-se o calendário mas Michael Schumacher terminava a temporada com mais uma polé a 9ª do ano e mais uma vitória (9ª da temporada). Jonnhy Herbert abandonava a F1 que se tornara um sacrifício devido às mazelas nas suas pernas após um acidente de F3000, diria “Era inevitável quando cheguei à F1 tinham que me levar ao colo para o carro e agora tiveram que me tirar ao colo do carro no meu último GP”.O ano seria marcado por algumas notícias de impacto no mundo especulativo dos média, como o regresso da Renault à F1, o acidente trágico do Lear 35 de David Coulthard que escapa ileso a uma aterragem forçada no aeroporto de Lyon (F); a F1 voltava a Portugal com a Wiliams a escolher o Circuito do Estoril para testes, a Revista Eurobsiness noticiava que Michael Schumacher era o mais milionário dos desportistas em 1999 e os rumores que a Honda poderia eventualmente comprar a Bar circulavam nas boxes nos últimos meses do ano: Classificações: 1ºM.Schumacher (D) 108; 2ºM.Hakkinen (SF) 89; 3ºD.Coulthard (GB) 73; 4º R.Barrichello 62; 5ºR.Schumacher (D) 24; 6ºG.Fisichella (I) 18; 7ºJ.Villenueve (CND) 17; 8ºJ.Button (GB) 12; 9ºH.H.Fretzen( D) 6; 10ºJ.Trulli (I) 6; 11ºM.Salo (SF) 6; 12º J.Verstappen (NL) 5; 13ºE.Irvine (GB) 4; 14º R.Zonta (BR) 3; 15ºA.Wurz (AUS) 2 e 16ºP.L.Rosa (GB) 1. Construtores : 1ºFerrari (170) ; 2ºMclarem (152) 3ºWiliams (36) 4ºBennetton (20) 5ºBAR (17); 6ºJordan (17) 7ºArrows (7) 8ºSAuber (6) 9ºJaguar (4).

1999- O bi de Hakkinen sob pressão da Ferrari

Ficaremos sem saber se foi a Mclarem que ia perdendo os dois títulos em , ou a Ferrari que os ia conquistando. No final de 1999 os títulos foram para a melhor equipa pilotos. O mundial iniciou-se como sempre nas últimas temporadas na Austrália, depois de uma superioridade evidente da Mclarem nas qualificações na corrida revelaram-se pouco fiáveis e seria Eddie Irvine(Ferrari F399) o primeiro vencedor da edição de 1999. Para Pedro La Rosa (Arrows A20) um lugar pontuável (6º) na corrida de estreia que tal como Ricardo Zonta (BAR 01), campeão de F3000 em 1997 fazia o seu primeiro GP. Mika Hakkinen (Mclarem MP14) domina no Brasil e a vedeta seria Ruben Barrichelo (Setwart SF3) que partia da 2ª linha e chegou a liderar a prova e diria para a imprensa “Penso que os torcedores não vieram em vão”, mas o pódio no final era simplesmente germânico, M.Schumacher (Ferrari F399) em 2º e H.H.Fretzen (Jordan199) em 3º.Em Imola, a competitividade dos Ferrari é mais evidente e mais curta relativamente aos Mclarem, M.Hakkinen despista-se quando liderava e a Ferrari muda de estratégia nas boxes, permitindo a M.Schumacher bater em pista D.Coulthard (Mclarem MP14) e R. Barrichello sobe ao pódio (3º). No Mónaco, pole é de M.Hakkinen e M.Schumacher ganha pela 4º vez no principiado. Em Espanha duelo entre a Mclarem e a Ferrari, e Mika Hakkinen obtém a 5ª pole e nova vitória, no final admitia que o MP14 não estava no máximo “Ainda há muito para melhorar, e vão ver o que vamos conseguir”. Por seu turno, M.Schumacher (3º) não conseguia acompanhar os dois MP14 e penalizado por um dos Arrows diria”O Takagi parecia que ia parar para tomar café”. Em Montreal, M.Schumacher faz a 1ª polé mas acaba no muro, M.Hakkinen volta a ganhar e lidera o campeonato, E.Irvine é o melhor dos carros de Maranello e G.Fisichella (Benetton B199) faz o primeiro pódio da época (2º).Na França, R.Barrichelo faz a polé e no temporal diluviano que caracteriza a prova sobe ao pódio (3º) , nas sua opinião as condições eram incríveis. Quase que o Safety Car rodava a minha frente”, a liderança muda por nove vezes, M.Hakkinen faz uma recuperação excepcional de 14º para 1º mas termina atrás de H.H.Fretzen (Jordan 1999) que dá a Eddie Jordan a sua segunda vitória em GP. Em Silvestorne, a Ferrari estreava um novo motor o 48BV10, mas a corrida ficaria marcada pelo brutal acidente de M.Schumacher que parte uma perna e para Jeann Todt o futuro do team “ Dependerá de Eddie ganhar o campeonato vamos dar-lhe todo o apoio”. D.Coulthard leva o MP14 á vitória após a perda da roda e consequente abandono de M.Hakkien e outro Schumacher (Wiliams FW21), Ralf chega ao pódio (3º).No GP da Áustria, D.Coulthard (2º) compromete a corrida de M.Hakkinen (3º) e E.Irvine cumpre a sua missão com 123 º vitória da Ferrari na F1, no final o irlandês , só pensava no título e denunciava a estratégia da Ferrari em benefício de”Schmi” “Se me tivessem deixado passar Schumacher em França estava empatado (no campeonato) com o Mika (…)” . Na Alemanha, M.Hakkinen obtém a 100ºpole para a Mclarem, mas no final da prova uma dobradinha da Ferrari com M.Salo (2º) depois de ter cedido a vitória a E.Irvine na corrida para o título. A Mclarem faz uma prova sem erros e regressa à vitória na segunda dobradinha do ano. Em SPA, mais uma pole de Hakkinen na terceira dupla do MP14, mas com D.Coultard a chegar à vitória e E.Irvine (3º) perde4 pontos para M.Hakkinen que passa de novo a liderar o mundial. Em Monza, uma vez mais Hakkinen o mais rápido mas na corrida um erro infantil permite a segunda vitória de H.H.Fretzen e R.Schumacher volta ao pódio (2º) numa época em que passando despercebido é o piloto revelação. No GP da Europa, H.H.Fretzen lidera durante 32 voltas, a Ferrari e Mclarem cometem erros de palmatória e ficam afastadas do pódio que no final da prova é muito diferente do habitual com dois Setwarts no 1º Jonnhy Herbert e RubensBarrichelo (3º) . E com o Prost AP02 de J.Trulli no 2º . Na Malásia, Michael Schumacher (2º) regressa e a Ferrari domina os acontecimentos, o alemão facilita a vitória a Eddie Irvine que ganha 4 pontos a Hakkinen (3º) e o campeonato está ao rubro. Em Fuji, decide-se o título, Schumacher falha a largada da pole e M.Hakkinen, lidera ponta a ponta, garantindo o bi-campeonato numa época “…muito enervante. Não a desejo a ninguém…” E.Irvine (3º) dá os pontos necessário para a Ferrari somar mais um título, uma vez que D.Coulthard ao sair da pista comprometeu a vitória da Mclarem a nível de construtores. Pilotos: 1ºM.Hakkinen (SF); 2ºE.Irvine(GB); 3ºH.H.Fretzen (D) ;4ºD.Coulthard (GB);5ºM.Schumacher (D); 6ºR.Schumacer (D) 7ºR.Barrichello(GB); 8ºJ.Herbert (GB); 9ºG.Fisichella(I); 10ºM.Salo (IRL); 11ºD.Hill (GB); 12ºJ.Trulli (I); 13ºP.P.Diniz(BR); 14ºA.Wurz(D); 15ºO.Panis (F) 16ºJ.Alesi(F); 17ºM.Gené (E); 18ºP.La Rosa (E). Construtores 2ºMclarem; 3ºJordan;4ºStewart; 5ºWiliams; 6ºBenetton; 7ºProst; 8ºSauber; 9ºArrows; 10ºMinardi. e o melhor dos dois

1999- O penta de Tommy Makkinen

O cada vez menos tradicional Rally de Monte Carlo pela força dos regulamentos abria as hostilidades do WRC1999 ,logo no primeiro troço ficava fora Carlos Sainz ( Toyota Corolha WRC). E se Tommy Makkinen (Mistsubhish Lancer EVO) desde logo se destacou vencendo facilmente a prova. A sensação do rally foi Gilles Panizzi (Peugeot 206WRC) que lutava pelo pódio mas uma saída no final do 10º troço era o fim. Na Suécia, a luta pela vitória foi discutida entre o vencedor Tommy Makkinen e o espanhol Carlos Sainz e o pódio seria completado pelo melhor local Thomas Radstrom (Ford Focus WRC) e normalmente o mais rápido dos suecos no seu rally desde 1995.No Safari a festa era para a Ford, Colin McRae chegava à vitória sem vencer qualquer troço cronometrado beneficiando dos problemas de direcção de Carlos Sainz que beneficiava de mais um 3º posto e a Toyota colocaria ainda Didier Auriol em 2º e Yan Duncan eram o melhor local. Em Portugal, a dose repete-se com a segunda vitória de Colin McRae enquanto piloto oficial da Ford e a Toyota coloca os seus carros oficiais nos lugares do pódio. O português Rui Madeira é 9º com um Subaru Imprenza sem brilhantismo de outros tempos, apesar da pouca competitividade do bólide à sua disposição. Na Catalunha, corria-se o Rally de Espanha e a surpresa foi total, sabia-se que os Citroen Xsara Kit Car com os seus 300CV eram rapidíssimos mas a dobrinha dos carros franceses com Fhilipe Bulgaski (1º) e Jesus Puras(2º) eram algo de inesperado até para o campeão espanhol que subiu ao pódio na qualidade de melhor WRC. A marcha do campeonato fazia-se nas pampas argentinas e nova dupla agora da Subaru com Jukka Kankkunen (Subaru Imprenza WRC) a vencer uma prova do WRC pela primeira vez. Na Acrópele nova vitória do WRC da Subaru agora com Richard Burns, Sainz (2º) e Makkinen (3º) continuavam com toda a normalidade a ocupar os lugares do pódio e a meio do campeonato a imprensa da época questionava quem seria o campeão. Na Nova Zelândia um pódio histórico, com três finlandeses a fazerem a festa, Makkinen com nova vitória, Jukka Kankkunen era 2º e Tony Garmeister (3º) /(Seat Córdoba WRC) conseguia o seu primeiro pódio e da Seat na WRC. Nos 1000 Lagos como habitualmente a pergunta que se faz qual é o piloto da casa que chega a vitória, a resposta para 1999 foi Jukka Kankkunen mas Marcus Gronholm (4º) ainda desconhecido na alta roda do WRC dominou a prova no pequeno Peugeot 206 WRC. Pela primeira vez a caravana do Mundial corria na china a Toyota e a Subaru, pela robustez dos seus carros lutaram directamente pela vitória e até ao início da segunda etapa a dúvida de quem chegaria à vitória, passava por Didier Auriol (1º) e Richard Burns (2º) porém um má escolha de pilotos permitia o triunfo do piloto francês cuja experiencia em troços de terra foi determinante para o seu sucesso. Em San Remo, as expectativas eram enormes com o regresso dos 206 WRC a uma prova mundial e a segunda prova dos Citroen Xsara Kit Car e a luta pelo campeonato que agora deixara de ser a dois (Makkinen e Sainz) para ser a três com a entrada de Auriol na luta pelo título. Na estrada a Citroen abandonava cedo e a Peugeot dominava integralmente o rally com Delecour (1º), Panizzi (2) e Rodrston (3º), todavia a última etapa seria nefasta para a marca do leão, com o abandono de Delecour com problemas no alternador sendo Gilles Panizzi o mais rápido da equipa desde a 2ºetapa o melhor no final (2ª) e uma vez mais os pneus decidiam o rally agora em favor de Tommy Makkinen. Na Austrália, Richard Burns chegava à vitória na última etapa, Carlos Sainz (2º) garantia o título de marcas à Toyota e Tommy Makkinen (3º) caminhava para o título na prática era já campeão do mundo, o seu quarto título, uma vez que a vitória de Didier Auriol não terminou o RAC, que voltava a ser ganho por Richard Burns que repetia a vitória de 1999. Classificações de pilotos (10ºs) ; 1º Tommy Makkinen (SF) 62; 2ºRichard Burns (GB) 55; 3ºDidier Auriol (F) 52; 4ºJ.Kankkunen (SF) 44; 5ºC.Sainz (E) 23; 6ºC.McRe (GB) 23; 7ºF.Bulgaski (F) 20; 8ºF.Loix (BL) 12; 9ºR.Rovompera (SF) 10 e 10ºX.Pons (E) 6 e Marcas: 1ºToyota (109); 2ºSubaru (105) 3ºMitsubhishi (83) 4ºFord (37) e 5ºSeat (23).

sexta-feira, dezembro 11, 2009

A retirada da Vauxchall ou o fim de uma era no BTCC

A Vauxchall após 21 anos de presença no BTCCC abandona um dos mais importantes campeonatos de Turismos que se disputam na Europa. A marca inglesa que fez estreia em 1989 com Jonh Clevland e Louise Aitken - Walker, obteria o seu primeiro título de marcas em 1992 com Tim Harvey, Jonh Clevland e Steve Stopper, três dos mais rápidos pilotos que fizeram e fazem a História do BTCC. Em 1995, a marca britânica colocou em pista o então jovem James Thompson hoje um dos mais rápidos pilotos de Turismos e com inúmeras passagens pelo WTCC e que no mesmo ano passou ao lado do título em virtude de um acidente violento. Outra vedeta com títulos no WTCC, Andy Priaulx também passou pelo volante dos carros não oficiais, o famoso Team Egg, com as suas cores, verde e azuis que tanto contrastavam com os carros vermelhos da equipa oficial. Em 2004, o modelo Astra abandonava as corridas de turismo com dois títulos no BTCC, 2001 e 2004, com 62 vitórias em 96 corridas, numa época em que a dupla Yvan Muller e Jonh Thompson brilhavam e dominavam nos circuitos britânicos. O Vectra marcou as últimas épocas da designada Vauxchall VXR e o veterano piloto italiano do WTCC tornou-se o homem chave da equipa com dois títulos de BTCC em 2007 e 2008. Enfim, o fim de uma era….

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Jean Alesi regressa à velocidade no Le Mans Series

No final de uma sessão de testes realizada no final de Outubro, o ex-piloto da F1, o francês Jean Alesi, declarou a imprensa italiana que se sentia : « … novamente como um jovem, no início de minha carreira, quando eu tinha que provar a mim mesmo ». Todavia as notícias que circulam nos bastidores da Le Mans Series, parecem confirmar que Jean Alesi utilizará no próximo Le Mans Series um Ferrari F340 GT e nas 24 Horas de e Mans na segunda ida a La Sarthre após a sua primeira participação num Porsche 962C em 1989.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Mais um piloto da IRL na Nascar

Danica Patrick uma Estrela da InyCar Series, anunciou que disputará algumas provas da NASCAR Nationwide Series em 2010, iniciando uma temporada em Daytona. Devendo pilotar um modelo da Chevrolet após assinar um contrato de dois anos com uma organização de propriedade de Rick Hendrick e Dale Earnhardt Jr. A estreia deverá ocorrer na NASCAR Danica acontecerá no dia 6 de fevereiro na ARCA RE / MAX Series na oval de Daytona. Danica vai iniciar os seus primeiros ensaios nos carros de ações norte-americanos na próxima semana, precisamente nenhum circuito onde Deverá ter lugar o início da temporada de 2010 e Daytona. A possibilidade de fazer sua temporada toda uma temporada não está posta de parte e deverá ser negociada nas próximas duas semanas, de acordo com os Interesses fazer Motorsports Equipe JR .. Com uma passagem de Danica provável para um Nascar perde-se mais um piloto de monolugares para esta competição de Super Turismos que cada vez mais se assume como um n º 1 do automobilismo americano, é caso para afirmar que COM O FIM DA carrinho nos anos 90 fórmulas continuam como marcar um passo em terras do Tio Sam ....

Programa da Audi reforçado para 2010

Audi Sport terá seu programa para 2010, só não como 24 Horas de Le Mans eo Spa Francorchamps ronda das Le Mans Series e como estará presente na Taça Internacional da Le Mans Series. A marca alemã que reduziu seu LMP1 Projeto em 2009 Devido a uma crise económica que levou um retirar do LMS e da American Le Mans Series, apesar da sua participação nas de 12 Horas de Sebring e em Petit Le Mans e nas 24 Horas de Le começar Mans. Apesar da vitória do novo Audi R15 na prova de estreia em Sebring, não conseguiu repetir a proeza e em Le Mans em Road Atlanta onde um Peugeot Sport foi aa grande dominadora. No próximo ano o seu elenco principal do Team Joest JAF três carros em Spa e Le Mans e depois dois na Taça Intercontinental. A dupla de pilotos ainda está para ser anunciada em breve segundo o do Dr. Wolfgang Ullrich da Audi Motorsport.

sexta-feira, dezembro 04, 2009

1998- Hakkinen na hora da vitória dos motores Mercedes da Mclarem




O mundial de 1998 iniciava-se na Austrália com uma dobradinha dos Mclarem MP4-13, equipados com os novos motores Mercedes que marcavam o regresso da equipa alemã à F1. 0.7s separaram Mika Hakkinen de David Coulthard e pela primeira vez nos últimos GPS não existiu um Tyrrel na Grelha de Partida. No Brasil o resultado de Melbourne, repetia-se e Alan Prost diria então “O domínio da Mclaren pode ser ainda maior que em 1988” .Schumacher volta às vitórias na Argentina, Mika seria 3º e a Jean Alesi (Sauber C17) era 5º mas um dos melhores em pista. Em San Marino a terceira vitória da Mclarem, mas era Coulthard quem subia ao pódio mais alto numa vitória fácil, diria então “ A vitória nunca esteve em perigo. Tinha margem se precisasse”. A Ferrari sem vencer não desapontava totalmente os tiffosi, Schumacher e Irvine, disputavam os lugares seguintes do pódio. Os Wiliams FW20 continuavam fora do pódio, Villenueve era 4º e Irvine 5º. Em Espanha um trio habitual no pódio, Hakkinen (1º), Coulthard (2º) e Schumacher (3º) na 111º vitória da marca inglesa em GPs. No Mónaco, Mika Hakkinen de ponta-a- ponta, obtendo a quinta vitória em sete GPs. Fisichella (benetton B198) 2º e Irvine garantia um Ferrari no pódio. E Mika Salo num pouco competitivo Arrows A-19 por pouco não chegava o pódio e o finlandês diria mesmo “Devia ter chegado ao pódio”.Schumacher ganha num GP acidentado para a Mclarem, numa corrida em que o Safety Car fez três entradas em pista. Fisichella mais um pódio (2º) e Irvine continuava a coleccionar terceiros lugares. Em Mangy Cours, a quarta vitória de Schumacher e o campeonato estava relançado. Num GP em que a Ferrari garantia uma dobradinha e Mika penalizado pela segunda largada não encontrava espaço para as ultrapassagens. Jackes Villenueve (4º) face à falta de competitividade dos Wiliams diria “De certeza que estamos progredindo: pelo menos desta vez terminámos na volta do vencedor”. Em Silvestorne, Schumacher arranca vitória a Hakkinen com a ajuda do Safety Car e beneficiando da não aplicação de um penalização quando do stop & Go, Ralf era 6º e conquistava o primeiro ponto da Jordan longe da competitividade das últimas temporadas. O patrão da euipa, Eddie Jordan, afirmava “Hoje transpusémos uma pequena montanha: ainda temos de subir o Everest”. A caminho da recta final do campeonato, na Aústria a quarta dobradinha da Mclarem com Mika na hora da consagração e a Ferrari completava o pódio com Schumacher então na corrida para o título. Em Hockenheim, nova dupla da Mclarem e a 7º vitória de Hakkinen e Villenueve (3º) obtém o primeiro pódio da Wiliams, o canadiano admitiu que “Sem os problemas de transmissão nas últimas voltas poderia ter ultrapassado os Mclarem”. Na Hungria, Jackes Villenueve volta ao pódio (3º) mas Schumacher graças ao melhor conjunto de pneus da Goodyear e da táctica de Ross Brown , soma mais uma vitória.Em Spa uma prova estranha, uma carambola gigantesca e elimina treze carros e Danon Hill (Jordan 198) que tinha obtido um excelente resultado na Hungria (4º) é surpreendentemente o vencedor e no meio da euforia diria “É bom mostrar que posso ganhar sem ser com uma Wiliams”. A Ferrari comemorava o 600 GPs sem carros nos pontos. E o brasileiro Pedro Dinis pontuava pela segunda vez (5º). Em Monza dobradinha histórica da Ferrari com Mikael a ganhar e Ralf (Jordan) , o outro Schumacher , a ocupar o primeiro não Ferrari (3º) . No Luxemburgo, vitória táctica de Mika Hakkinen que bate de forma incontestável Schumacher e a Mclarem não fez a festa de campeão de construtores por um ponto, Ron Dennis confessava à imprensa que “Foi a corrida mais importante na história da Mclarem”.No Japão, decidia-se o título e Mika Hakkinen vencia a prova e o seu primeiro título, a Mclarem obtinha o seu oitavo e os pneus Bridgestone chegavam ao título no seu segundo ano de F1. Num campeonato em que Schumacher achou justo o final de campeonato, Villenueve foi o mais combativo, Coulthard e Fretzen não corresponderam .Irvine , bateu o recorde de segundo e os outros foram figurantes. Classificação de Pilotos : 1ºM.Hakkinen SF (100); 2º M.Schumacher (D) 86; 3ºD.Coulthard (56) GB; 4ºE.Irvine (GB) 47; 5ºJ.Villenueve (CND) 21; 7º D.Hill (GB) 20; 8ºH.H.Fretzen (AUS) 17; 8ºA.Wurz (D) 17; 9ºG.Fisichella (I) 16; 10ºR.Schumacher (D) 14; 11ºJ.Alesi (F) 9; 12ºR.Barrichello (BR) 4; 13ºM.SALO (SF) 3; 14ºP.Dinis (BR) 3; 15ºJ.Magunssen (DN) 1; 16ºJ.Herbert (GB) 1 ;17ºJ.Trulli ((I) Marcas: 1ºMclarem; 2ºFerrari; 3ºWiliams; 4ºJordan; 5ºBenetton; 6ºSauber; 7ºArrows; 8ºStewart e 9ºProst.

Valentin Rossi o nº 1 da década de "1999-2009"

O site brasileiro - Auto Racing - elegeu com base numa votação junto dos seus leitores o melhor piloto do desporto motorizado da década ficando uma classificação do Top Ten estabelecida da segiunte ordem: 1 º Valentin Rossi (I), 2 º Michael Shumacher (D); 3 º Sebastien Loeb; (F); 4 ºRubens Barrichello (BR); 5 º Juan Pablo Montoya (COL), 6 º Ingo Hoffmann (BR); 7 º Fernando Alonso (F); 8 º Filipe Massa (BR); 9 º Jimmie Johsnson (E.U.A.) e Lewis Hamilton (GB). Não deixa de ser curiosa o excesso de valorização dos pilotos da casa em que no raking o ex. plioto de F1, Ingo Hoffman e vedeta dos turismos brasileiros, se encontre num 6 º posto à frente do campeão norte americano Jimmie Johsnson e de dois campeões do Mundo, um deles bi .....? Não está porém em causa o valor dos pilotos do brasileiros ... o que seria a História da F1 , sem Emerson Fitipaldi, Nelson Piquet, o "rei" Ayrton Senna ... ou sem Filipe Massa ou Ruben Barrichello...