terça-feira, janeiro 05, 2010
Robby Gordon ao sprint ...
A 4ª Etapa do Rally Dakar de 2010, tal como prevíamos apresentou os primeiros problemas e nesse contexto a etapa seria encurtada em 40 Kms, e disputada quase ao sprint, com uma vitória surpreendente de Robby Gordon, a surpresa da etapa, batendo Peterhansel por 1s . Mas, o piloto francês, continua a dominar com 7m e 03 s de vantagem sobre Carlos Sainz . Nasser Al-Attiyah, foi terceiro a dois minutos e está a dez do piloto do BMW da Xraid na geral absoluta, aguardando todavia a etapa da amanhã com bastante entusiasmo, segundo o piloto do Médio Oriente, o carro está óptimo e espera, andar na frente em função da exigência que as mecânicas deverão suportar numa prova onde a navegação é determinante no resultado final da etapa. Esta, uma das mais longas, com mistura de pisos, com muito pó a exigir uma maior atenção do rood book, com zonas muitas rápidas terminando num cenário tipicamente africano. Entre os pilotos nacionais, Carlos Sousa, apesar de ter feito uma prova modesta, desceu para sétimo, numa luta pelo segundo pelotão, que neste momento envolve os Mitsubhishi e os Nissan. De realçar ainda que Miguel Barbosa foi 15º e o mais rápido entre os nacionaisna etapa de hoje.
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Peterhansel é o terceiro líder do Dakar
Como era evidente pelo andamento imposto por Stéphane Peternhansel durante o ínicio da tarde de hoje. Só um despiste ou uma avaria mecânica afastaria, o francês da primeira vitória no Dakar 2010. Numa prova em que o piloto da BMW, voltou a ganhar mais 58s a Carlos Sainz, nos últimos 50Km. A disputa pelo pódio continuou a marcar a luta entre os dois pilotos da Volkswagen Nasser Al-Attiyah e Mark Miller , o primeiro, voltou a surpreender, embora seja absolutamente normal ser batido pelos pilotos de ponta das duas equipas que têm dominado o rally até ao momento. O segundo perdeu-se ao Km4 logo no início da especial e o brasileiro, Maurício Neves, a surpresa da etapa de ontem, perdeu cerca de 15 minutos com problemas de motor . Por último é de realçar a dureza da etapa, uma vez que já passaram quase três horas horas após a chegada dos primeiros carros e apenas trinta concorrentes entregaram para já a carta de controle em Fiambala. Onde também chegou a menos de 30 minutos a notícia da queda de um helicópetro que acompanhava uma das equipas do rally, a poucos, Kms da zona de chegada, os quatro tripulantes, entre os quais dois jornalistas, sofreram apenas sofrimentos ligeiros ferimentos. Ainda bem, pois senão os idiotas da imprensa periódica, abririam, as notícias da rádio e da televisão, com a tragédia e não com as notícias do rally de TT, mais importante da competição automóvel mundial, como sucedeu durante o acidente mortal ocorrido durante a 1ª Etapa.Quanto aos portugueses, Miguel Barbosa roda na 8ºposição e está prestes a terminar a prova como melhor português. Classificação da Etapa (5ºs) - 1) Stéphane Peterhansel/ Jean-Paul Cottret – 2h55min19 2) Carlos Sainz/ Lucas Cruz – 3h01min03 3) Nasser Al-Attiyah/ Timo Gottschalk – 3h05min20 4) Mark Miller/ Ralph Pitchford – 3h05min33 5) Guerlain Chicherit/ Maria Cristina Thoerner – 3h14min37 Amanhã corre-se, a 5ºEtapa entre Copiapo/AntoFagasta, a primeira super etapa de 500 Km, com muita pedra nos primeiros momentos da especial, passando depois para o chamado gadual, onde os erros vão começar, permitindo mudanças na classificação surpreendentes num momento em que Peterhansel continua ser pressionado pelos Wolswagen, com Carlos Sainz a 5m 27s ao ataque ?.... Carlos Sousa, terminou a Etapa neste momento e é 6º da Geral.
Peterhansell lidera a etapa nos últimos Km...
A 4ª Etapa, até ao momento quando faltam cerca de menos de meia centena de quilómetros para a sua conclusão, foi dominada por Stéphane Peterhansel que é já o provável vencedor. De facto o seu domínio à saída da dunas, que constituiram o primeiro obstáculo do Rally, foi evidente na medida em que o piloto francês tinha já uma vantagem de 5 minutos sobre Carlos Sainz. Ao Km 50, os primeiro problemas na Wolswagen, Gilles Viliniers, encontrava-se parado na pista e à espera da assistência, todavia a etapa não estava a correr pelo melhor e era 25º à passagem do Km 38. Já no parcial do km 117, Stéphane Peterhansel segue na liderança da prova, seguido provisoriamente por Carlos Sainz, que ultrapassou Mark Miller e Nasser Al-Attiyah. Ao Km 122, o BMW X3CC mantém os cinco minutos de vantagem da fase inicial sobre Carlos Sainz e o primeiro lugar entre os nacionais é Miguel Barbosa a mais de 20 minutos de Peterhansel na 11º e Carlos Sousa era 14º.
Notícias nos bastidores da F1.
domingo, janeiro 03, 2010
Nasser Al-Attiyah é o novo líder e a Wolswagen domina o Rally
Após três líderes diferentes ao longo dos 219 quilômetros de especial, Nasser Al-Attiyah venceu, a etapa Córdoba a La Rioja, na Argentina e agora é o líder do Dakar com pouco mais de um 1m e 8s sobre Guerlin Chérit, numa prova em que a vitória da Volkswagen era de certo modo esperada. De facto os Touaregs foram os mais eficazes na derradeira especial, destacando-se o brasileiro, Maurício Neves, desconhecido nas Bajas europeias, mas que confirma a sua chamada ao team alemão estando na 3º posição. Carlos Sainz, de quem se esperava mais é 4º e Mark Miller (5º) é o quarto Touareg no Top Five. Para a BMW fica a excelente prova de Chérit que foi o melhor da BMW X Raid, à frente de Peterhansell (6º) , na Etapa. Entre os portugueses, Carlos Sousa foi 9º e subiu ao 7º da Geral e é já o melhor piloto da Mistsubhish, de resto uma obrigação. A etapa de amanhã é das mais curtas do Dakar de 2009, mas deverá fazer os primeiros estragos na caravana do rally, uma vez que os pilotos terão como obstáculo dois tipos de piso, a terra que marca o início da tirada e areia com pouco mais de 30Km, numa etapa que termina em Fiambala. De realçar ainda que as altas tempreraturas e as rajadas de vento, são outros factores que podem influenciar o comportamento das máquinas e pilotos.
Gilles Villenueve – O nome do piloto canadiano ficou desde logo registado nos patrões das equipas de Fórmula Atlantic no Canadá, e logo depois no campeonato da IMSA nos Estados Unidos. O seu talento, audácia, habilidade e inteligência, foram decisivos para a sua presença um pouco mais tarde sem percorrer as fórmulas europeias de ascensão, então determinantes para a chegada ao mundo dos Grandes Prémios. Mas aos 25 anos, corre pela primeira vez na F1, num Mclarem. obtendo o 11º em Silvestorne, corria a temporada de 1977, um 12º em Mosport e um acidente em Fuji, sem marcar qualquer ponto, não deixaram indiferentes os homens de Enzo Ferrari e na temporada de 1978 faz equipa com Carlos Reutman, no modelo 312 T3 da Ferrari, equipa que corre ao longo da sua curta carreira. Termina o ano com uma vitória no Canadá, depois da obtenção de um pódio na Austria (3º) e é 9º no Mundial. Em 1979, vence quatro GPS, em circuitos muito técnicos com Kyalami, Long Beach, ou Walthis Glen, mas sobe mais oito vezes ao pódio, com uma série de 2ºs lugares e é vice-campeão do mundo com o modelo T4. Em 1980, vários abandonos e nenhum pódio, o T5 é o pior modelo da versão 312 e é 10ºno Mundial. Em 1981, nova versão e com o belo 126 C2, Gilles volta aos pódios ganhando no Mónaco e no lembrado circuito de Jarama, faz mais um pódio e uma sucessão de abonos e acidentes impedem que o piloto que Niki Lauda considerava “ o melhor de todos nós” não consiga melhor que o 7º no Mundial. Em 1982, o 126 C2B, permite duas idas ao pódio em Long Beach e em Imola, depois de um início de campeonato desastroso, mas estava "escrito” que 1982 seria um ano trágico para a F1, no GP. Bélgica, no final do qualificação o veterano, Jochem Mass, às 13 horas e 52 minutos, da tarde de 8 Maio de 1982, não conseguiu evitar o 126CB e a Gilles desaparecia do mundo dos Grand Prix. O nome de Villenueve seria honrado mais tarde com o seu filho Jackes, mas o estilo inconfundível e a coragem em pista, tornou-o um campeão sem título. Fez 69 GP, obteve 6 vitórias e pontuou 24 vezes e não terminou 27 provas e quase um terço delas por despiste devido a sua fogosidade que o tornava único em pista.
Nani Roma perdeu a liderança do Dakar
Durante a etapa inicial que neste momento encontra-se a poucas horas do fim, a dupla Nani Roma, já não faz parte do lote dos cinco primeiros, após um pequeno despiste do BMW X3 CC , ainda no início da 2ª especial, que os atirou para fora da pista, o problema foi voltar a colocar o carro do espanhol na estrada, que custou ao homem da X Raid, preciosos minutos nada menos que quinze.
2006 - Alonso o bi na luta entre campeões....
sábado, janeiro 02, 2010
Miko Hirvonem admite que corre para o título do WRC em 2010
Miko Hirvonem, vice-campeão de WRC de 2009, admitiu hoje que estará ao ataque na temporada de 2010, face à decepção que constituiu a época passada, onde o título esteve ao seu alcance. O piloto finlandês que já ganhou nos 1000 Lagos, a grande prova que todos os nórdicos desejam vencer, encara 2010, como o ano da glória. O piloto da BP –Ford, admitiu que em 2009 cometeu alguns erros, destacando o erro na escolha de pneus nos rallys de Chipre e da Sardenha, ainda que no rally italiano a táctica da Citroen foi decisiva para a vitória da equipa do Chevron. Na verdade 11 pódios em 12 rallys e perda do campeonato por um ponto, foi demais para finlandês que promete ser mais corajoso em cada rally no WRC.
Nani Roma o 1º Líder do Dakar/ Argentina-Chile, 2010
Nani Roma/ Michel Perin, da equipe BMW, garantiram hoje a primeira vitória na 2ª etapa, mas de abertura da competição a sério, entre Colon a Córdoba, na Argentina. O espanhol da BMW, passou para a liderança da prova, ao Km 104, sucedendo ao super campeão das maratonas de TT, Stephan Peterhansell. A Wolswagen, que no início da prova perdeu algum tempo para os BMW acabaria por fazer uma excelente recuperação com Carlos Sainz a 2m de 07s do vencedor, recuperando ao longo da tirada o tempo perdido para Stefan Peterhansell e ganhando cerca de 43s na chegada ao final da etapa, em Cordoba. Nasser Al-Attiyath (4º) e Giniel Viniers (5º), completaram o domínio da Wolswagen, a 3m019s e 4m31, respectivamente. Entre os pilotos da frente destaca-se a prova do monstruoso Hummer de Robby Gordon (6ª) e o excelente resultado do Proto-Nissan de Krzysto Holowczyc (7º) , num conjunto chassis/motor que resulta de uma série de evoluções e não propriamente de um carro actual. Carlos Sousa (Mitsubhishi Lancer), terminou já a 7m 22s do vencedor depois de uma excelente recuperação, que o levou do 22º ao 7º mas esperamos melhor do piloto luso. A etapa da amanhã, terá uma extensão de 626 Km sendo de 276Km e deverá favorecer os pilotos com experiência no WRC nomeadamente na fase inicial onde a sucessão de curvas e saltos, requer mais do que a pura velocidade de ponta, seguindo-se depois uma zona mais rápida com muita pedra solta que levará a caravana a La Rioja, desportivamente os BMW X3 deverão marcar posição, mas se Carlos Sainz for o mais rápido na transição para a segunda parte da etapa deveremos ter a primeira vitória do Touareg.
2006 - O tri de Sebastien Loeb
sexta-feira, janeiro 01, 2010
O Dakar 2010, já está na estrada, sendo o fardo da Wolswagen enorme uma vez que a marca alemã não se limita a correr pela vitória, que é de resto vista no seio do team como uma obrigação. O chefe da equipa Volkswagen, Kris Nissen, foi muito claro neste momento em que os motores já rolam nas estradas rodoviárias argentinas, a caminho da primeira especial de verdade que se disputará amanhã em Colon: “Estamos com 11 pilotos , cinco duplas e eu como chefe de equipe. Se não vencermos esse Dakar, vamos todos voltar para a Alemanha, fazer uma equipa de futebol e tentar ir para a África do Sul” . Mais sério disse depois que:. “Partimos para o Dakar 2010 com a melhor equipa que já trouxemos à prova. São ótimos pilotos e navegadores e um carro ainda melhor do que o vitorioso do ano passado”. O clima de competição dentro da equipe é evidente, na apresentação oficial, nada menos que três pilotos afirmaram que irão correr pela vitória: Giniel de Villiers, o espanhol Carlos Sainz, e o estreante da Volkswagen no Dakar, Nasser Al Attiyah. Kris Nissen sem ser objectivo, classificou a Mitsubhishi como a principal equipa na luta com os carros alemãos esperando também que a mesma possa ocorrer entre os pilotos do Lancer de modo a favorecer a Wolswagen. Não deixa de ser um elogio, aos três pilotos da frente da JMB Stradale 2010, respectivamente os portugueses, João Barbosa e Carlos Sousa, o segundo pelo seu palmarés internacional, é inevitávelmente o número um da Mitsubhishi, Orlando Terranova é outro dos pilotos do team a considerar, do qual esperamos a afirmação deste rápido piloto brasileiro, nas pampas argentinas de resto na sua passagem por provas na Europa mostrou capacidade para uma margem de evolução apreciável. João Barbosa, tem uma oportunidade de mostrar que é mais que uma esperança do TT português nas próximas campanhas internacionais. Nicolas Misslin é o patrão, com óptimos pilotos, mas com um nível bem mais modesto, em termos competitivos como tem demonstrado nas maratonas de TT em Portugal e Espanha. Hoje, primeiro dia de 2010, a caravana rola, até Cólon num percurso de 317 Km antes de iniciarem o percurso competitivo que deverá ocorrer amamnhã, em pisos já conhecidos pelo WRC nomeadamente na região de Calamuchita.












