sábado, julho 24, 2010

Sebastien Vettel na pole do GP da Alemanha por dois milésimos....



Sebastien Vettel faz a 10º pole do RB6 em onze GPs

Fernando Alonso dominou a sessão até ao último minuto....?



Jenson Button o melhor do MP4/26 mas longe de ser favorito para a corrida?

Sebastien Vettel garantiu à poucos minutos a 10ºpole position da temperada de 2010, numa sessão de treinos em que Fernando Alonso, foi a grande figura nas três sessões de qualificação que dominou integralmente até ao último minuto. Para o alemão, os dois centésimos ganhos a Alonso foram determinantes para garantiram a pole numa sessão que foi regularmente mais rápido que Mark Webber, num momento em que o ambiente é de cortar à faca no interior da Red Bull. Filipe Massa, pela primeira vez nos lugares do pódio após o acidente da temporada passada no final dos treinos da manhã de hoje, todavia a sua luta com Mark Webber será um dos aspectos a seguir na prova de amanhã onde os Ferrari F10 e os Red Bull RB6 deverão lutar pela vitória. A Mclarem, garantiu a terceira linha e surpreendentemente Jeson Button foi o melhor dos MP4-25. Roberto Kubica voltou a fazer uma excelente sessão de treinos e a Wiliams voltou a bater a Mercedes, com Nico Hulkenberg a relegar Michael Schumacher para fora da última sessão de qualificação. Nico Rosberg apesar de ter sido pela nona vez mais rápido que Michael Schumacher em onze GPs, não foi capaz de se impor ao veterano Ruben Barrichello que tem tido um papel notável desenvolvimento no Wiliams FW3. Os Force Índia, voltaram a demonstraram alguma perda de evolução estando mais longe dos Mercedes e dos Wiliams e os chassis estreados na actual temporada estão ainda longe da competitividade que se deseja a este nível.



Tempos da sessão de treinos  Q1  Q2  Q3



1. Vettel Red Bull-Renault 1:15.152 1:14.249 1:13.791
2. Alonso Ferrari 1:14.808 1:14.081 1:13.793
3. Massa Ferrari 1:15.216 1:14.478 1:14.290
4. Webber Red Bull-Renault 1:15.334 1:14.340 1:14.347
5. Button McLaren-Mercedes 1:15.823 1:14.716 1:14.427
6. Hamilton McLaren-Mercedes 1:15.505 1:14.488 1:14.566
7. Kubica Renault 1:15.736 1:14.835 1:15.079
8. Barrichello Williams-Cosworth 1:16.398 1:14.698 1:15.109
09. Rosberg Mercedes 1:16.178 1:15.018 1:15.179
10. Hulkenberg Williams-Cosworth 1:16.387 1:14.943 1:15.339
11. Schumacher Mercedes 1:16.084 1:15.026
12. Kobayashi Sauber-Ferrari 1:15.951 1:15.084
13. Petrov Renault 1:16.521 1:15.307
14. Sutil Force India-Mercedes 1:16.220 1:15.467
15. de la Rosa Sauber-Ferrari 1:16.450 1:15.550
16. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:16.664 1:15.588
17. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1:16.029 1:15.974
18. Trulli Lotus-Cosworth 1:17.583
19. Kovalainen Lotus-Cosworth 1:18.300
20. Glock Virgin-Cosworth 1:18.343
21. Senna HRT-Cosworth 1:18.592
22. Liuzzi Force India-Mercedes 1:18.952
23. Yamamoto HRT-Cosworth 1:19.844
24. di Grassi Virgin-Cosworth

segunda-feira, julho 19, 2010

Bruno Magalhães a vitória esperada ... numa situação inesperada...


Bruno Magalhães a confirmação de um piloto que necessita de mais experiência


Kris Meeke pela primeira vez a sorte acompanhou o piloto britânico


Juho Hanninen falhou a vitória mas caminha a passos largos para o título.

Ricardo Moura a revelação do SATA RALLY

A etapa final do Raly Sata Açores, foi marcada pela incerteza até a bandeirada de chegada, se Bruno Magalhães, iniciou a etapa pressionado por Juho Haninen e com poucas hipóteses de resistir ao piloto da Skoda Motorsport. Um problema de caixa ajudou a que os pilotos da Skoda se posicionassem na luta pela vitória, todavia Juho Haninen seria vítima de um furo e surpreendentemente Jan Kopechy encontrava-se em posição de ganhar a prova, enquanto Bruno Magalhães atacava o piloto checo, de tal forma que esta acabaria por errar dando a primeira vitória absoluta a Bruno Magalhães no IRC. A Tronqueira conhecida classificatica dos rallys acoreanos foi decisiva  nesta edição da prova açoreana fazendo lembrar os tempos da volta à Iha  A prova do fim-de-semana seria marcada ainda pela excelente prova do micaelense, Ricardo Moura que venceu a produção colocando-se à frente dos melhores pilotos do nacional de rallys numa prova sem erros e onde a rapidez foi o elemento dominante no seu rally  e  finalmente Kris Meeke, que após uma serie de furos e de tantos azares que tem marcado a sua participação nesta temporada obteve o melhor resultado ano, numa prova em que a sorte pela primeira vez acompanhou o britânico no IRC :

Classificação Geral.

1º Bruno Magalhães /Peugeot 207 S2000 – 2.34.04s
2º Kris Meeke/Peugeot 297 S20000 – a 1.00.1s
3ºJuho Haninen/Skoda Fabia S2000 . 1.20.7
4ºAndreas Mikelsen/Ford Fiesta S2000 – 4.45.6
5ºRicardo Moura /Mitsubhish Lancer Evo IX – 5.22.
6ºPedro Vale/Mistsubhish Lancer Evo 7- 10.55.3
7ºVitor Pascoal/Peugeot S2000/12.08.7
8ºSérgio Leal/Subaru IMprenza STI -12.54
9ºBernardo Sousa/Ford Fiesta S2000 – 13.09
10ºRicardo Reis/Mitsubhish Lancer EVo IC -14.23.

sexta-feira, julho 16, 2010

Magalhães resiste à pressão da Skoda Motorsport....



  Juho Haninen está ao ataque e na luta pela vitória.

Ricardo Moura é o melhor local e domina a Produção

A dia de hoje do SATA Açores  ficou marcado pelo ataque cerrado dos Skoda Motorsport , a Bruno Magalhães que mostrou novamente que é capaz de se bater com os melhores pilotos do IRC e um pouco mais de experiência e de conhecimento, poderá ser um favorito neste campeonato. Todavia, a parte final da etapa foi marcada pela ofensiva de J.Haninnen que foi ganhando segundo atrás de segundo, independentemente do furo traseiro no Peugeot Spot Portugal. J.Kopeck tem cumprido o seu papel mas é para todos os efeitos o terceiro piloto da equipa. Assim e numa primeira avaliação para o dia de amanhã, fica a certeza que um dos três primeiros ganhará o rally e a dúvida é se Bruno Magalhães vai resistir a pressão dos Fabia da Skoda Motorsport. A luta entre Andreas Mikkelsen e Kris Meeke será outro dos pontos chaves de uma das mais notáveis edições do Sata Rally. Finalmente uma palavra especial para Ricardo Moura, primeiro local e líder da produção, a demonstrar que os regionais da Madeira e dos Açores, permitem a evolução de uma série de pilotos capazes de se impor aos pilotos nacionais que há meia dúzia de anos eram inacessíveis em termos de andamento.


Geral (top Teen)

1ºB.Magalhães /Peugeot 207 S2000 - 1-28.35s
2ºJ-Hanninen/Skoda Fabia S2000 - a 2.2s
3ºJ.Kopecky/Skoda S2000 – a 8.2s
4ºA.Mikkaelsen/Ford Fiesta S2000 – 48.9s
5ºKris Meeke/Peugeot 207 S2000 – 51,7
6ºB.Sousa/Ford Fiesta S2000 – 2.23 m
7ºR.Moura/Mitsubishi Lancer Evo.X – 3.38m
8ºV.Pascoal/Peugeot 207 S2000 – 3.43m – 1ºProdução.
9ºP.Peres/Mistsubhishi Lancer EVo X -6m28s
10ºPedro Vale/Mitsubhishi Lancer Evo VII -6,55.

Os IRC aceleram na bela e fantástica ilha Verde




Bruno Magalhães revela todas as potencialidades ....ao melhor nível...?


 
  Bernardo Sousa, jogando nos pontos mostra simplesmente que está ao nível dos melhores do IRC

Andreas Mikkelsen , um nome a fixar ...mais um finlandês voador?

 Jan Kopeck fabuloso durante a noite mas longe de impor o Skoda de forma inperial .... 

Kris Meeke uma prova muito regular para quem anda sempre na frente até bater...?

O Sata Rally dos Açores, está já na estrada e depois do domínio na etapa nocturna de Jan Kopecky, o piloto da Skoda desceu na classificação, numa prova em que Bruno Magalhães, tem domonstrada ser um dos melhores pilotos do IRC, liderando a prova e deixando Kris Meeke a cerca de 28.6 o que é obra, já que o britânico é simplesmente um dos pilotos mais rápidos desta categoria. Sensacional tem sido a prova, do madeirense Bernardo Sousa,que está a menos de 1 s de Kris Meeke numa prova em que este jovem promissor dos rallys nacionais, posiciona-se no terreno com as devidas precauções já que o título de Campeão Nacional é outra das suas motivações que justifica a sua presença na fantástica ilha verde. Geral Provisória: 1º Bruno Magalhães (Peugeot 207 S2000) -24m24.0s; 2ºAndreas Mikkelsen (Ford Fiesta S2000) a 1.3s; 3ºJan Kopecky (Skoda Fabia S2000) 6.6s; 3ºJ.Haninninen (Skoda S2000) a 13.6s; 5ºK.Meeke (Peugeot 207 S2000) 28s. e 6ºBernardo Sousa (Ford Feista S2000) a 29s.

quarta-feira, julho 14, 2010

O Fulvia HF a primeira aposta oficial da Lancia nos rallys internacionais...

O 3º de Sandro Munari no East San African  de 1974 foi o último grande resultado do Fulvia



     A vitória de Sandro Munari no Monte Carlo de 1972 foi o maior sucesso da história do HF



Tony Fall ganhava o TAP de 1969 mas era desclassificado por transportar a sua namorada à chegada ao Estoril.


O Fulvia marcou definitivamente a afirmação da Lancia nos rallys internacionais ainda antes da criação do Mundial de Rallys. O sucesso da marca transalpina, limitava-se ao Nacional de Rallys italiano, onde o Flavia, ganhava as edições de 1962 e 1963 do San Remo, que então era uma prova do campeonato nacional Italiano de Rallys. Em 1964 surgia o 2C, que ficaria conhecido pelo Fulvia, que possuía um peso de cerca de 900 Kg e atingia uma velocidade de ponta de 180 Km/h. A sua estreia oficial em competição ocorreu em 1964 em Monte Carlo, mas a primeira vitória absoluta só surgiu  no ano seguinte em San Remo através do piloto transalpino Leo Cella, que repetiu o êxito no ano seguinte já com a versão HF que tornaria marca italiana numa equipa respeitada nos rallys da época. Fora da Itália os primeiros registos da competitividade do HF foram obtidos pelo jovem e promissor piloto, o sueco Ove Andersson com dois segundos lugares em 1967, np Monte Carlo e no Acrópele . Mas seria o britânico, Tony Fall a chegar às vitórias em 1968 no Rally da Tap e em San Remo e era na prova italiana, que se registaria a primeira dobradinha do HF com Pat Moss em segundo. Mas, o maior sucesso do HF ocorreu na sua prova talismã o San Remo, com a tripla Harry Kallstron ( o vencedor), Rauno Aoltomen e o local, Barbassio. O sueco Harry Kallstron no final da temporada era Campeão Europeu de Rallys. Em 1970, iniciava-se o Campeonato Internacional de Marcas, a Lancia afirmava-se como uma das grandes animadoras, Simo Lampinen, piloto da primeira geração de finlandeses voadores ganhava o TAP e a nova promessa italiana, Sandro Munari era segundo na prova portuguesa. O finlandês obtinha novo pódio (3º) nos 1000 Lagos e o sueco, Harry Kallstron falhava a vitória em San Remo era 2º. Em 1971, o HF somava mais alguns pódios mas ficava em branco a nível de vitórias: San Remo ( 2ºAmilcarre Ballestrini /3ºBarbassio); Portugal (2ºSandro Munari) ; Harry Kallstron (3ºSuécia) e Simo Lampinem (3ºAcrópele). Em 1972 o campeonato internacional era promovido a Campeonato da Europa de Marcas e o Lancia Fulvia HF fazia a sua melhor temporada de sempre e era campeão europeu de marcas com base numa serie de bons resultados entre os quais a vitória em Monte Carlo que em tornos de retorno publicitário era tão importante como ganhar o campeonato. Principais resultados: Sandro Munari (1ºMonte Carlo); Amilcarre Ballestrini (1ºSan Remo); Simo Lampinen (2º na Acrópele) Harry Kallstron (3ºna Suécia). Em 1973 uma nova competição marcava os rallys internacionais o Campeonato Mundial de Rallys, mas o elegante e rápido, HF estava definitivamente ultrapassado, o Lancia Stratos HF, efectuava os seus primeiros ensaios em vários circuitos internacionais com vista a provas de velocidade,  mas em 1974, o protótipo da Lancia estreava-se nos rallys e abria uma nova etapa de sucesso no Grupo FIAT. Resultados do modelo HF no Mundial de Rallys: Em 1973 - Harry Kallstron(8ºMonte Carlo, 4ºSuécia); Mauro Pregliasco (7ºSan Remo) e Simo Lampinen (8ºSan Remo) 11º no Mundial de Marcas. Em 1974 – A Lancia já com o Stratos HF tornava-se pela primeira vez campeã Mundial de Marcas – mas o HF ainda pontuaria para a marca com o 3º no Safari com Sandro Munari, mas a marca italiana fazia alinhar outro modelo para alem do Stratos HF o Beta Coupé era o fim do Fulvia ao serviço da equipa de fábrica.

domingo, julho 11, 2010

A Citroen imbatível na Bulgária...


Sebastien Loeb anormal é não ganhar....?


Peter Solberg afirma-se como o principal adversário dos C4 oficiais.


Sem surpresa Sebastiel Loeb venceu o Rally da Bulgária, aliás a surpresa era se o melhor piloto de rallys de sempre não ganharia, no asfalto da nova prova do WRC. Por outro lado, o domínio dos C4 foi evidente desde a 1ªSS, acabando com interesse desportivo da prova, logo na 1ªEtapa. E nesta perspectiva, a aproximação a Daniel Sordo, por Peter Solberg era a único ponto de interesse considerando que o C4 privado do norueguês, terminava o dia de sábado ao ataque. Mas a manhã, marcou o volte face com Daniel Sordo, muito forte ao seu melhor nível vencendo algumas SS e assegurando com toda a facilidade o lugar intermédio do pódio. Os Ford Focus RS, atrasados pela escolha de pneus continuaram a marcar passo, J.M.Latvava, acabaria mesmo por descolar de Miko Hirvonen com problemas hidráulicos e P.G.Andersson cumpriu o que se deseja a um estreante terminar o rally.Com quase meia temporada realizada, o WRC começa a estar moribundo, na medida que para ganhar, a solução é o C4, faltam equipas de fábrica….esperemos que os futuros Worl Rally Cars, possam contribuir para uma mudança…. Classificação oficial (Top Teen)


1. Sebastien Loeb Citroen 3h02m39.2s
2. Dani Sordo Citroen + 29.5s
3. Petter Solberg Citroen + 36.3s
4. Sebastien Ogier Citroen + 1m55.0s
5. Mikko Hirvonen Ford + 3m17.8s
6. Jari-Matti Latvala Ford + 4m28.5s
7. P-G Andersson Ford + 5m25.2s
8. Frigyes Turan Peugeot + 7m04.0s
9. Matthew Wilson Ford + 9m28.6s
10. Henning Solberg Ford + 13m06.0s

Mark Weber uma vitória clara a 5º da Red Bull


Mark Webber mostrou em Silvestorne que é mais que o nº2 da equipa.


Lewis Hamilton - soma e segue na liderança do mundial de pilotos


Nico Rosberg uma prova sem erros com um carro que nasceu torto...?

Mark Webber vence de forma incontestável em Silvestorne, dominando a corrida inglesa de princípio ao fim após o despiste de Sebastien Vettel, seguido de um furo, logo na primeira volta e relegado da luta pela vitória. Mas, a terceira vitória de Mark Webber foi marcada por uma prova sem erros e cuja rapidez foi nota dominante, mesmo quando a entrada do Safety Car permitiria teoricamente a aproximação de Lewis Hamilton. Os Mclaren, que estiveram mal durante os treinos livres e de qualificação, mas acabaram com um excelente resultado de conjunto, se Lewis Hamilton foi rei e senhor do seu segundo posto ao longo da prova, Jenson Button, fez um excelente resultado de conjunto sem incomodar, Nico Rosberg cujo Mercedes esteve um excelente comportamento e a chegada ao pódio, é um justo prémio para o jovem alemão que se mostra muito desgastado pela falta de competitividade do MGP W01 em alguns circuitos. Interessante a evolução dos chassis de Frank Wiliams com os dois FW23 nos lugares pontuáveis, a confirmação de Kamui Kobayashi, que volta a figurar no “Top Teen”, depois de uma prova rápida e consistente, sem erros com um monolugar que está longe de ser, do grupo da frente. Por último, não podemos deixar de fazer referência à Ferrari que não pontuou em Silvestorne, embora Fernando Alonso, mostrou que era capaz de lutar pelo pódio, um toque em Roberto Kubica, a respectiva penalização atirou-o para fora dos pontos e a sua reparação acabaria interrompida por um furo a duas voltas finais.



Grand Prix da Inglaterra


Circuito de Silverstone.
52 laps; 306.747km.
Tempo: Sol.


Classificação Geral


1. Webber Red Bull-Renault 1h24:38.200
2. Hamilton McLaren-Mercedes + 1.360
3. Rosberg Mercedes + 21.307
4. Button McLaren-Mercedes + 21.986
5. Barrichello Williams-Cosworth + 31.456
6. Kobayashi Sauber-Ferrari + 32.171
7. Vettel Red Bull-Renault + 36.734
8. Sutil Force India-Mercedes + 40.932
9. Schumacher Mercedes + 41.599
10. Hulkenberg Williams-Cosworth + 42.012
11. Liuzzi Force India-Mercedes + 42.459
12. Buemi Toro Rosso-Ferrari + 47.627
13. Petrov Renault + 59.374
14. Alonso Ferrari + 1:02.385
15. Massa Ferrari + 1:07.489
16. Trulli Lotus-Cosworth + 1 lap
17. Kovalainen Lotus-Cosworth + 1 lap
18. Glock Virgin-Cosworth + 1 lap
19. Chandhok HRT-Cosworth + 2 laps
20. Yamamoto HRT-Cosworth + 2 laps

sábado, julho 10, 2010

A Red Bull imparável em Silvestorne



Sebastien Vettel fez mais uma pole mas Mark Webber está à espreita....? 


Fernando Alonso o F10 os 1ºs não Red Bull

No novo e rápido traçado de Silvestorne, os Red Bull, mostraram o que todos os especialistas de F1, já sabem o RB 6, é o melhor chassis de F1, do momento e o seu domínio ao longo dos treinos livres, dão a Sebastien Vettel e a Mark Webber a garantia de lutarem pela vitória final, uma avaria mecânica ou um desentendimento durante o GP como ocorreu no Grand Prix da Europa, são sem dúvida os possíveis adversários de uma equipa que mostra mais consistência e rapidez que a concorrência. Fernando Alonso e Lewis Hamilton, mostraram mais uma vez que são dois pilotos que fazem a diferença, o espanhol esteve muito próximo dos RB6 e um ligeiro atraso na ultrapassagem a Ruben Barrichello, impediu de chegar à primeira linha, quando se revelava o mais rápido em dois parciais na pista de Silvestorne. Mas, Lewis Hamilton, foi provavelmente mais convincente ao colocar o Mclaren na segunda linha, quando o MP4-25, passou os treinos livres e qualificação com problemas de tal forma que Jenson Button, não partiria para a terceira fase de qualificação. Os Mercedes, estiveram muito bem na qualificação, mas Michael Schumacher, não foi capaz de evidenciar o ritmo que tinha evidenciado ao longo da mesma e uma vez mais foi batido por Nico Rosberg, que anda francamente desapontado com as potencialidades do MGP W01. Eficiente como sempre, Roberto Kubica, voltou a colocar o Renault numa posição brilhante e a Sauber agora com Pedro La Rosa, a mostrar que o C29 continua em plena evolução. Tempos Oficiais da qualificação:

1. Vettel Red Bull-Renault 1:29.615
2. Webber Red Bull-Renault 1:29.758
3. Alonso Ferrari 1:30.426
4. Hamilton McLaren-Mercedes 1:30.556
5. Rosberg Mercedes 1:30.625
6. Kubica Renault 1:31.040
7. Massa Ferrari 1:31.010
8. Barrichello Williams-Cosworth 1:31.126
9. La Rosa Sauber-Ferrari 1:31.274
10. Schumacher Mercedes 1:31.022
11. Sutil Force India-Mercedes 1:31.109
12. Kobayashi Sauber-Ferrari 1:31.421
13. Hulkenberg Williams-Cosworth 1:31.635
14. Button McLaren-Mercedes 1:31.435
15. Liuzzi Force India-Mercedes 1:31.708
16. Petrov Renault 1:31.638
17. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1:31.901
18. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:32.430
19. Kovalainen Lotus-Cosworth 1:34.405
20. Glock Virgin-Cosworth 1:34.775
21. Trulli Lotus-Cosworth 1:34.864
22. di Grassi Virgin-Cosworth 1:35.212
23. Chandhok HRT-Cosworth 1:36.576
24. Yamamoto HRT-Cosworth 1:36.968





Sebastien Loeb lidera de forma imperial na Bulgária

A viagem do WRC à Europa de Leste até ao momento não trouxe nada de novo em termos de competitividade. O facto de ser um Rally, novo para todos não impediu um domínio quase insolente do C4 e de Sebastien Loeb, que voltou a dominar a concorrência. A chuva acabou por baralhar os homens da Ford que montaram no Focus RS, pneus duros, que acabariam por  se revelaram incapazes na aproximação aos homens da Citroen. Na verdade as classificativas encontravam-se molhadas e húmidas, de tal forma que M.Hirvonen e J.M.Latvava perdiam mais de um minuto só na SS5. Os pilotos da Ford ainda procuraram reduzir o impacto da SS5 na Geral e entraram ao ataque na SS6, porém a anulação da SS7, impediu qualquer tentativa de reduzir a distância para os C4 mais lentos, ficando tudo adiado para o resto da prova. Daniel Sordo, ao longo da prova foi quem mais perto esteve do campeoníssimo francês quando se fala nos bastidores que será o 2º piloto da equipa em 2011. De realçar, ainda a prova táctica e sem erros de P.G.Andersson que tem feito tempos nos lugares pontuáveis mas longe das perfomances dos seus companheiros da BP-Ford. Geral Oficiosa.



1. Sebastien Loeb Citroen 1h32m21.2s
2. Dani Sordo Citroen + 30.0s
3. Petter Solberg Citroen + 56.8s
4. Sebastien Ogier Citroen + 1m59.9s
5. Mikko Hirvonen Ford + 2m32.1s
6. Jari-Matti Latvala Ford + 2m40.2s
7. P-G Andersson Ford + 4m01.1s
8. Frigyes Turan Peugeot + 4m11.0s
9. Matthew Wilson Ford + 5m42.0s
10. Henning Solberg Ford + 7m41.2s

sexta-feira, julho 02, 2010

O Quattro - o pioneiro da tracção integral nos rallys


                             Segunda evolução do Sport Quattro o Super Carro do extinto Grupo B 


Stig Blomqvist deveu a sua internacionalização e o título mundial ao Sport Quatttro 


                                      Hannu Mikkola  no Safari em 1984

                   
                      Herald Demuch  um privados que triunfou nas provas  do Europe de Rallys

Corria o Outono de 1980 em plena cidade de Génova tive o privilégio de assistir ao Salão Automóvel, daquela cidade, um dos carros mais feios que então registei era um Audi Sport Quattro, lembro-me de comentar com alguns ex-colegas da minha juventude no Funchal que tinha vista naquela exposição um Audi 80, longo, muito feito e que tinha uma tracção semelhante à dos Jipes, tinha então nascido a tracção integral às quatro rodas. Em Janeiro do ano seguinte o tal Audi Quattro, fazia a sua estreia no Monte Carlo, com Hannu Mikkola e pela Michele Mouton, sem grandes resultados no final mas ao longo do Rally Hannu Mikkola deu um minuto a toda a gente por classificativa a época dos super-carros tinha iniciado. Mas, no gelo sueco o carro alemão, cilindrava a concorrência era a primeira vitória de Hannu Mikkola no Quattro. Em San Remo, a bela Michele Mouton tornava-se a primeira mulher a ganhar uma prova do Mundial de Rallys. A temporada de 1982 foi marcada pelo domínio claro, com a tripla Stig Blomqvist, Hannu Mikkola e Michele Mouton. Em 1993 o Audi Quatro encontrou um rival , o Lancia Rally 037, que venceu o campeonato de marcas mas o título de pilotos, foi atribuído ao piloto mais completo do tem Hannu mikkola. Na temporada seguinte tudo voltaria à normalidade com o domínio integral do carro alemão, que vence nas marcas e Stig Blomqvist que até então era o senhor dos rallys da neve, nomeadamente da Suécia ganha o mundial. Mas, 1994 foi o último ano do canto do cisne, era a hora do Peugeot 205 Turbo 16 e a última vitória da Audi com o modelo 200 Quattro, ocorreu no Safari já na época dos Grupo A. Em 1988, o Audi desapareceu do mundial de rallys, mas o modelo continuou a ser comercializado até 1991. Em dez anos de produção, de todas as versões da gama Audi Quattro fabricaram-se apenas 11.500 veículos, número que evindencia a classe verdadeiramente luxuosa do Audi Quattro. Características técnicas do Quattro: Produção: 1981-1991.Motor: turbo 5 cilindros, 2144cc, 300 cv. Dimensões:4,400m de comprimento, 1.72 m de largura, 1,375 m de largura. As 24 vitórias da Audi foram obtidas: Versão Quattro: 1981-Suécia;1982-Suécia, Portugal ,Acrópele, Brasil, 1000 Lagos, San Remo e RAC; 1983 – Suécia, Portugal, Aregentina, 1000 Lagos e RAC; 1984 – Monte Carlo, Suécia, Portugal, Grécia, Nova Zelândia e RAC. Versão Sport Quattro: 1984-Costa do Marfim e San Remo e 1987-Safari.

quarta-feira, junho 30, 2010

Os nomes de família na F1

Jack Brabham, na vitória do GP do Porto de 1960

Gilles Villenueve uma lenda da F1....


Granham Hill a caminho título (1968)

Emerson Fitipaldi uma carreira condicionada pela aventura de correr com um F1 próprio


As dinastias de pilotos são uma realidade do desporto norte-amareicano, os Andretti, os Foyot, os Unser…. entre outros fizeram a história da IndyCar nos Estados Unidos. Na Europa, a F1 conheceu alguns casos, todavia sem o sucesso dos grandes nomes pilotos norte-americanos, porém chegar à F1 era o máximo que um piloto internacional podia e pode atingir no mundo automóvel. Os Brambilha , Tino, Nunca se qualificou para um Grande Prémio, chegando a pilotar um Ferrari depois de se consagrar Campeão Nacional de F3 e 3º no Troféu Europeu de F3. Iniciou a sua carreira no motociclismo.Vittorio participou em 74 grandes Prémios, obteve uma polé position e uma vitória na Aústria.Os Brabham, Jack, campeão do Mundo em nas temporadas de 1959-60 e 14 vitórias em GP., Gary, nunca se qualificou no projecto da equipa Life e David Brabham, que pilotou para a Brabham e Smitek, obteve como melhor classificação um 10º. Os Fabi , Teo, disputou 64 GPs entre 1982 e 1987, nuna venceu um Grand Prix, somou 3 poles e 23 pontos, Corrado, participou em 12 Gps (Oselha e Brabham) jamais pontuou. Os Winckelhock, Manfred, correu em 47 Gps pela ATS, RAM e Brabham, faleceu numa corrida de Sport Protótipos em Mosport.Joachim, Campeão alemão de F3 e grande esperança para a F1, o pouco competitivo AGS determinou a falhas em sete pré-qualificações. Terminou a carreira como piloto da BMW de TurismosOs Ftipaldi, Wilson pilotou para a Copersucar e Brabham fez três pontos. Emerson correu pela Lotus, Mclaren e Copersucar, seis polés, 14 vitórias e bi - campeão Mundial de F1 (1972-Lotus e 1974-Mclaren. Cristian, Campeão Internacional de F3000 fez 12 pontos entre 1992-1994, utilizando um Minardi e um Arrows.Os Hill, Granham campeão Mundial em 1962 e 1968 com 14 vitórias em 176 GPS .Danon, Campeão Mundial de F1 com 16 vitórias em 134GPS. piloto da Wiliams , Jordan e Brabham.Os Setwart,, Jimmy que correu nos anos 50, em Cooper Bristol e que apenas o GP da Inglaterra de 1953 sem resultados. E o Jackie, que seria Campeão do Mundo em 1971( em Matra) e em 1973 (em Tyrrel) e que abandona a F1 após a morte no GP dos Estados Unidos, Françóis Cévert após 99 Grandes Prémios. Os Rodriguez, Pedro correu entre 1963 e 1971 ao serviço da Lotus, Farrari, Cooper e BRM). Obteve duas vitórias em GP (1967-África do Sul e 1970 -Bélgica). Perdeu a vida numa corrida de Sport Protótipos em Nuremberga, Ricardo, piloto da Ferrari entre 1962 e 1963, com um Lotus, morreu nos treinos do GP. do México ao volante de um Lotus.Os Scheckter, Ian nunca pontuou foi piloto da Lotus, Tyrrel, Iso, March, nunca pontuou.Jody, participou em 112 GPs obteve 10 vitórias e pilotou para a Mclaren, Wolf, Tyrrel e Ferrari.Jackes, Campeão de Fórmula Atlantic em 1980-1981, da Can –Am em 1983 e da Fórmula 1 em 1997, correu pela Wiliams,Bar,Renault,Sauber e BMW, entre 1996-2006.Emsuma a família Hill foi sem dúvida a mais bem sucedida com três títulos divididos entre o patriarca e o herdeiro desta família britânica.

Pedro Rodriguez uma carreira atravessada pela fatalidade

domingo, junho 27, 2010

Sebastien Vettel do princípio ao fim...


Sebastien Vettel resiste à supersónica partida de L.Hamilton


K.Kobayashi o homem da corrida....?



         A beleza e o charme nas boxes de Valência
Sebastien Vettel acaba de obter o segundo triunfo da temporada e da Red Bull, numa prova em que o alemão foi o mais rápido em pista, respondendo aos ataques de L.Hamilton na parte final do G.P. da Europa. Porém há que realçar que os RB6 faziam cerca de menos quatro décimas de segundo que o MP4-25 de L.Hamilton, que jamais esteve em condições de contrariar a 7ª vitória absoluta na F1 de Vettel. Por outro lado, antes do espectacular acidente de M.Webber à 9ºvolta por toque com o Lotus de K.Kovailanen, os Ferraris prometiam, os arranques de F.Alonso e F.Massa, foram tão geniais que o australiano da Red Bull perdeu-se no comboio que rodou sempre a grande ritmo, por vezes lembrava mais um corrida da Indycar do que uma prova de F1. Mas K.Kobayaski foi sem dúvida a figura da prova, rodando toda a prova e respondendo com grande à vontade aos ataques de J.Button e a ida box por obrigação regulamentar não o impediu de mostrar que tem talento, não é por acaso que se ultrapassa F.Alonso a duas voltas do fim S.Buemi na ùltima volta ..... uma prova para recordar na BMW Sauber que comemorou a ultrapassagem a S.Buemi como de uma vitória se tratasse. Por último, a excelente prova de R.Barrichelo, cujo talento continua nas mãos do piloto brasileiro e a evolução da competitividade do FW32 é o testemunho….



Resultados provisórios do Grande Prémio


(O colégio dos comissários atribui 5s de penalizações há alguns pilotos por desrespeito à entrada do Pace Car) - anotação a vermelho. 


O Grande Prêmio da Europa
Valência, Espanha;
57 voltas , 310,080 km ;
Tempo: Sol.


1. Vettel Red Bull- Renault 1h40 : 29,571
2. Hamilton McLaren -Mercedes + 5,042
3. Button McLaren -Mercedes + 7,658
4. Barrichello Williams -Cosworth + 20,627
5. Renault Kubica + 22,122
6. Sutil Force India- Mercedes + 25,168
7. Kobayashi + Sauber , Ferrari 30,965
8. Buemi Toro Rosso -Ferrari + 31,299
9. Alonso Ferrari + 32,809
10. De la Rosa Sauber , Ferrari + 42,414
11. Renault Petrov + 43,287
12. Rosberg Mercedes + 44,382
13. Liuzzi Force India- Mercedes + 45,890
14. Massa Ferrari + 46,621
15. Alguersuari Toro Rosso -Ferrari + 48,239
16. Schumacher Mercedes + 48,826
17. Di Grassi + Virgem- Cosworth 1 volta
18. Chandhok HRT -Cosworth + 2 voltas
19. Glock Virgin -Cosworth + 2 voltas
20. Senna HRT -Cosworth + 2 voltas
21. Trulli Lotus -Cosworth + 4 voltas
Volta mais rápida : Button, 1:38.766

Jo Bonnier o "genttleman voador"

 Com o Lola T280 em Brands Hatch em 1972

Com o belo Ferrrari 380 GTB, amarelo uma anormalidade para a época. 
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Na Boxes em diálogo com Granham Hill


GP do México de 1966 - Cooper Maserati (Abandono)

    No velho e perigoso traçado de Nurburgring (7º) com um Porsche de F1


JO BONNIER, foi o primeiro piloto sueco a vencer um Grande Prémio de F1 e um dos melhores pilotos de Sport protótipos dos anos Sessente e setenta. A sua carreira iniciou-se em rallys passando pela pilotagem de veículos de turismo ao volante de um Alfa Romeo nos campeonatos nacionais em 1955, com o modelo 1900 Ti participa sem resultado na sua primeira prova as Mille Miglia. A chegada a F1 ocorre em 1957 , após a aquisição do Maserati 250F que estreia no GP da Itália e que contiuna a utilizar no Mundial de 1958 sem obter qualquer ponto. O seu primeiro grande resultado a nível dos protótipos ocorre no Mundial de Marcas de 1957 quando coloca o Maserati 300 no pódio (3º). Apesar da falta de resultados, o seu talento era inquestionável em 1958 está integrado na BRM e marca os seus primeiros pontos com o modelo P-25 no G.P. Marrocos e vence uma prova extra- campeonato disputada no circuito norte-americano, Waltkins Glen. E seria com este chassis que obteve a primeira vitória e única em 109 provas de F1 no GP de Holanda de 1959, disputado em Zandvoort e a sua carreira na F1 terminaria na Mclarem em 1971. Nas corridas de Sport tornou-se uma referência, em 1960 fazendo equipa com Hans Hermann num Porsche 718 RS60 vence o Farga Florio. Em 1961 vence duas corridas da temporada da Fórmula Livre que se disputou na Nova Zelândia em Cooper T-51. Ainda nos Sport corre com um Porsche 718/F4 na temporada sul-africana obtendo três terceiros lugares. Na época de 1962, é piloto da Porsche de F1 e soma 3 pontos no final do campeonato, mas nas corridas de Sport, obtém uma vitória absoluta nas 12 horas de Sebring fazendo equipa com Lucien Bianchi , num Ferrari 250 TR61 privado que se coloca à frente dos carros oficiais. Foi 3º no Targa Floria com um Porsche 918 GTR e venceu no ano seguinte pela segunda vez a clássica italiana. Em 1964 corre na Cooper e na Brabham e quase vence em Le Mans com um Ferrari 250 LM, nas 12 Horas de Reims e integrado na equipa oficial da Ferrari vence com Granham Hill no 250LM. Em 1965 faz um pódio em Brands Hacth (3º) com um Brabham BT-7 e nas corridas de Sport, volta a Porsche e o melhor resultado seria o 3º nos 1000 Km de Nurburgring. Em 1966, Bonnier adquiriu um Cooper T-81 com motor Maserati V-12, para correr na Fórmula 1, conseguindo apenas um sexto lugar durante o ano. Disputou ainda o Mundial de Marcas pela equipe Chaparral, vencendo os 1000 Km de Nurburgring, com um Chaparral 2-D, fazendo equipa com Phill Hill. Na temporada de 1968, cria a sua própria equipa de F1, a Bonnier Racing, participa em oito Grandes Prêmios em 1967, com o Cooper T-81, marcando três pontos no campeonato.Em 1968 Bonnier comprou o McLaren M-5 A que Bruce McLaren utilizara no ano anterior, disputando sete Grandes Prêmios, chegando em sexto lugar no GP da Itália. Na última corrida do ano, o GP do México, participa com um Honda RA-301 cedido pela equipe japonesa, chegando em quinto lugar. Foram os últimos pontos conquistados pela Honda na Fórmula 1 e também os últimos pontos marcados  no Mundial de Pilotos. Bonnier associou-se a Eric Broadley, da Lola, para desenvolver a nova Lola T-70 Mk 3. Com esse carro venceu uma corrida de protótipos em Anderstorp, na Suécia. Disputando ainda cinco etapas da série CAN-AM, com um McLaren M-6 B particular.Jo Bonnier disputou apenas dois Grandes Prêmios em 1969, o da Inglaterra, com uma Lotus 63 de tracção nas quatro rodas cedida por Colin Chapman e o da Alemanha, com uma Lotus 49 B, não terminando ambas as corridas. Com uma Lola T-70 Mk 3 da Equipe Filipinetti faz um segundo lugar nos 1000 Km da Áustria. Com um carro semelhante, da Ecurie Bonnier, venceu o GP de Paris, em Montlhéry. Em 1970  disputou apenas um Grande Prémio o dos dos Estados Unidos, com sua McLaren M-7 C, abandonando a prova.  Participou das 24 horas de Le Mans, com uma Ferrari 512 S da Equipe Filipinetti, abandonando a corrida. Sagrou-se campeão no Campeonato Europeu de Veículos Sport 2,0 Litros, com uma Lola T-210, vencendo quatro provas em : Salzburgring, Anderstorp, Hockenheim e Enna-Pergusa. No Europeu de Sport 2 litros venceu a corrida de Jarama, na Espanha, com uma Lola T-212. Com esse mesmo carro venceu os 1000 Km de Barcelona, em dupla com Ronnie Peterson. Em 1972, Jo Bonnier disputou sua última temporada, correndo no Mundial de Marcas com uma Lola T-280 e no Europeu de Sport de 2 Litros com uma Lola T-290. Sua última vitória foi em Março daquele ano, nas 24 Horas de Le Mans, com a Lola T-280. Quando disputava as 24 Horas de Le Mans, o Lola , saiu da pista após colidir com uma Ferrari GT de um piloto amador suíço, saltando por cima do guard-rail e batendo em diversas árvores no seu voo mortal, no qual o chassis se desintegrou totalmente espalhando-se de seguida na famosa recta de Hunadières. Durante os últimos anos de sua carreira Bonnier destacou-se como um dos maiores defensores da segurança nas pistas de corrida, tendo sido por muito tempo Presidente da GPDA (Grand Prix Drivers Association). Na F1, JO Bonnier, jamais teve acesso a um chassis competitivo, o que se reflectiu no seu palmarés, correu em 102 GPs, obteve uma vitória e pontuou em 21 Grandes Prémios, foi 17º (1968); 8º (1959); 15º(1960); 13º(1961); 14º(1962) ;9º(1963) ; 15º(1964); 14º(1967);21º(1968).Mas foi sem dúvida um dos melhores pilotos de Sport da década de 1960/70, um verdadeiro "gentleman" que fazia voar os seus veículos de Sport nas longas rectas os circuitos em que participava, em Le Mans de 1972... um voo sem regresso.   

sábado, junho 26, 2010

A Skoda imbatível no IRC...



Freddy Loix imbatível face aos jovens lobos do IRC



Bruno Magalhães mantém o 4º no IRC


A Proton não provou as expectativas que se apontava 

O clássico Rally de Ypres pontuável para o IRC voltou a dar à Skoda mais uma vitória, agora pelas mãos do veterano Freddy Loix, o antigo piloto oficial do Toyota Team Europe que no final do dia de ontem apenas sofreu a oposição de Kris Meeke, todavia a vitória absoluta estava garantida e o dia de hoje, o piloto belga limitou-se a controlar os acontecimentos. Interessante foi sem dúvida a participação dos pilotos belgas, que andaram ao nível dos pilotos oficiais do IRC.Thierry Neuville, chegou ao pódio e o “veteraníssimo” Pactrick Sneyers, lutava pela 6ª posição quando abandonou o Rally na última SS, com a quebra da trasmissão. Com problemas de caixa, Bruno Magalhães passou o Rally a recuperar e o 6º posto é um excelente resultado. A participação da Proton com Cris Atkinson era um dos interesses a seguir nesta prova do IRC, porém o Proton S2000, não confirmou as expectativas que imprensa internacional apontava antes da prova ir para a estrada.


Classificação oficial (8ºs):


1º Freddy Loix - Skoda Fabia S2000 - 2h35m36.9s
2º Jan Kopecký – Skoda Fabia S2000 - a 21,4 s
3 Thierry Neuville- Peugeot 207 S2000- a2 m05.5s
4 Bernd Casier- Skoda Fabia S2000 -4 m01.6s
5 Andreas Mikkelsen – Ford Fiesta S2000 -5 m20.9s
6 Bruno Magalhães – Peugeot 207 S2000 –a 6 m06.2s
7 Michał Sołowow -Ford Fiesta S2000 –a 7 m24.5s
8 Luca Betti –Peugeot 207 S2000- 9 m37.6s

Os RB6 voltaram a mostrar a sua competitividade em Valência

Vettel surpreendeu Webber no domínio do RB6



A Wiliams esteve em bom plano e entrou no topo teen


Lewis Hamilton foi surpreendido pelo ritmo dos Red Bull?


Numa tarde de praia e de sol escaldante na bonita e cosmopolita cidade de Valência,  o GP da  Europa, que se disputa no circuito urbano do mesmo nome ,os Red Bull, voltaram a dominar os treinos oficiais e a demonstrar que os RB6, chegam à Europa com um novo fôlego. Na sessão que terminou há minutos, M. Webber esteve imparável e só foi batido por S. Vettel já nos últimos momentos da sessão. Uma vez mais F.Alonso, mostrou que é o piloto mais completo da actual da F1 e rodou em toda a sessão muito próximo dos Reb Bull e de L.Hamilton que por sua vez, fez tudo para sair da primeira linha facto que não se consumou, um erro de trajectória na parte final do seu melhor tempo justifica essa saída da linha da frente. Não menos interessante foi o desempenho de F.Massa que ao se colocar à frente do actual campeão do mundo, J.Button, que esteve muito mal atendendo às potencialidades do MP4/25. Se na Mercedes o desaire foi total já que Ross Brawn apostava nas novas evoluções, na Wiliams foi dia de festa para sir. Frank Wiliams que colocou dois chassis no top teen. A nível de pilotos, R.Kubica voltou a demonstrar que merece estar numa equipa de ponta e esteve ao seu melhor nível, ao contrário de Michael Schumacher que parte da 8ºlinha a sua pior perfomance de sempre em treinos de qualificação, rodando a 1s de N.Rosberg, Niki Lauda tinha razão quando afirmava que Schumacher não devia voltar à F1 e só lhe resta abandonar o grande circo no final da temporada? Se os RB6 poderão chegar à vitória amanhã, a pergunta que se faz quem ganhará? O que farão L. Hamilton e F.Alonso, que são sempre favoritos independetemente do chassis...

Tempos oficiais das qualificações. Q1 Q2 Q3
1. Vettel Red Bull - Renault 1:38.324 1:38.015 1:37.587
2. Webber Red Bull -Renault 1:38.549 1:38.041 1:37.662
3. Hamilton McLaren -Mercedes 1:38.697 1:38.158 1:37.969
4. Alonso Ferrari 1:38.472 1:38.179 1:38.075
5. Massa Ferrari 1:38.657 1:38.046 1:38.1276.
6.Kubica Renault 1:38.132 1:38.062 1:38.137
7. Button McLaren -Mercedes 1:38.360 1:38.399 1:38.210
8. Hulkenberg Williams- Cosworth 1:38.843 1:38.523 1:38.428
9. Barrichello Williams -Cosworth 1:38.449 1:38.326 1:38.428
10. Petrov Renault 1:39.004 1:38.552 1:38.523
11. Buemi Toro Rosso -Ferrari 1:39.096 1:38.586
12. Rosberg Mercedes 1:38.752 1:38.627
13. Sutil Force India- Mercedes 1:39.021 1:38.851
14. Liuzzi Force India- Mercedes 1:38.969 1:38.884
15. Schumacher Mercedes 1:38.994 1:39.234
16. De la Rosa Sauber -Ferrari 1:39.003 1:39.264
17. Alguersuari Toro Rosso -Ferrari 1:39.128 1:39.458
18. Kobayashi Sauber -Ferrari 1:39.343
19. Trulli Lotus -Cosworth 1:40.658
20. Kovalainen Lotus -Cosworth 1:40.882
21. di Grassi Virgin -Cosworth 1:42.086
22. Glock Virgin -Cosworth 1:42.140
23. Chandhok HRT -Cosworth 1:42.600
24. Senna HRT -Cosworth 1:42.851


Não é é Mónaco...Valência no seu melhor 



A praia junto ao circuito...