quarta-feira, outubro 28, 2009
1995- Colin McRae finalmente o título no ano da Subaru
segunda-feira, outubro 26, 2009
Os 50 melhores de sempre segundo a "Times"
A revista de Times na sua última edição publica a seguinte lista dos melhores pilotos de sempre da Fórmula Um, discutível com certeza, mas não deixa de nomear para o pódio, aqueles que a história mitificou : Jim Clark, Ayrton Senna e Michael Schumacher. Juan Manuel Fangio, surge na sexta posição, o que não nos parece muito justo. Não deixa de ser visível a valorização dos pilotos europeus neste Raking, face aos não europeus...
1. Jim Clark (Inglaterra): 2 títulos 2. Ayrton Senna (Brasil): 3 títulos 3. Michael Schumacher (Alemanha): 7 títulos 4. Alain Prost (França): 4 títulos 5. Jackie Stewart (Inglaterra): 3 títulos 6. Juan Manuel Fangio (Argentina): 5 títulos 7. Stirling Moss (Inglaterra): 8. Fernando Alonso (Espanha): 2 títulos 9. Nigel Mansell (Inglaterra): 1 título 10. Mika Hakkinen (Finlandia): 2 títulos 11. Alberto Ascari (Italia): 2 títulos 12. Graham Hill (Inglaterra): 2 títulos 13. Kimi Raikkonen (Finlandia): 1 título 14. Niki Lauda (Austria): 3 títulos 15. Nelson Piquet (Brasil): 3 títulos 16. Jenson Button (Inglaterra): 1 título 17. James Hunt (Inglaterra): 1 título 18. Jochen Rindt (Austria): 1 título 19. Gilles Villeneuve (Canadá): 20. Jack Brabham (Australia): 3 títulos 21. Lewis Hamilton (Inglaterra): 1 título 22. Emerson Fitipaldi (Brasil): 2 títulos 23. Alan Jones (Australia): 1 títulos 24. Keke Rosberg (Finlandia): 1 título 25. Jacques Villeneuve (Canadá): 1 título 26. Mike Hawthorn (Inglaterra): 1 título 27. Mario Andretti (USA): 1 título 28.Bruce McClaren (Nova Zelandia) 29. John Surtees (Inglaterra): 1 título 30. Juan Pablo Montoya (Colombia) 31. Damon Hill (Inglaterra): 1 título 32. Denny Hulme (Nova Zelandia): 1 título 33. David Coulthard (Inglaterra) 34. Didier Pironi (França) 35. Ronnie Peterson (Suecia) 36. Felipe Massa (Brasil) 37. Jody Scheckter (Africa do Sul): 1 título 38. Rubens Barrichello (Brasil) 39. Jackie Ickx (Bélgica) 40. Carlos Reutemann (Argentina) 41. Tony Brooks (Inglaterra) 42. Phil Hill (USA): 1 título 43. Giuseppe Farina (Italia): 1 título 44. Jo Siffert (Suiça) 45. Lorenzo Bandini (Italia) 46. Gerhard Berger (Austria) 47. Dan Gurney (USA) 48. Clay Regazzoni (Suiça) 49. Peter Collins (Inglaterra) 50. Michele Alboreto (Italia)
domingo, outubro 25, 2009
A Sexta do Super campeão Loeb
domingo, outubro 18, 2009
Biografia de James Button o novo campeão.
quarta-feira, outubro 14, 2009
1994- O 1º título de Michel Schumacher
domingo, outubro 11, 2009
1994- Didier Auriol finalmente um francês campeão....
segunda-feira, outubro 05, 2009
1993- Alan Prost na hora do Penta.
A temporada de 1993 foi mais competitiva e mais espectacular que se previa. A supremacia Wilams –Renault não foi tão evidente como se esperava, face à concorrência mais eficaz que na época anterior. Na África do Sul, Alan Prost obtinha a sua 45º vitória sexta-feira, outubro 02, 2009
1993- O penta de Jukka Kankunen na consagração da Toyota
ória de Francois Delecour e a primeira dobrinha da Ford. Jorge Bica (8º) em Lancia Integrale HF seria o melhor nacional numa prova em que os Integrale HF voltavam a desiludir apesar do pódio (3º) de Andrea Aghini com Lancia do Jolly Club. Impressionante era o comboio de oito TIR da Pirrelli que deslocou-se às estradas portuguesas com 3.500 pneus para os carros oficiais que utilizavam aquela marca de pneus. O Safari, realizava-se sem a áurea de outras temporadas apenas a Toyota e a Subaru marcavam presença e os sete primeiros carros eram japoneses, os quatro primeiros para o Celica Turbo 4WD com vitória de Jukka Kankkunen e os lugares seguintes para os pequenos Daihatsu Charde . Na Córsega a habitual guerra dos franceses, com a curiosidade de que na última vez que um Ford ganhara na ilha francesa em 1988, o seu piloto era Didier Auriol agora o grande batido pelo piloto mais rápido da Ford François Delecour. Na Grécia, nova vitória da Ford, agora com Massimo Biasion, mas os Subaru Legacy de Colin Mcrae e Ary Vatanen, dominaram enquanto estiveram em prova. Carlos Sainz com um Lancia Repsol era segundo numa época em que a marca italiana deixara de ser uma habitual protagonista no mundial de Rallys. Fora da Europa, corria-se na Argentina e Jukka Kankkunen obtinha uma vitória incontestável dominando integralmente o rally na sua 17ª vitória da sua carreira a 30º da Toyota. Basion impedia uma dobrinha da Toyota, uma vez que Didier Auriol vítima de problemas mecânicos cedia a sua posição ao italiano. Na Nova Zelândia, Colin McRae chegava à vitória, a primeira da Subaru e o Mundial aquecia em termos de liderança de Pilotos e de Marcas, Jukka Kankunen passava para a liderança e a Toyota era alcançada pela Toyota. Nos 1000 Lagos, luta ao segundo entre Jukka Kankkunen e Ary Vatanen, o primeiro vencia e passava a correr para o título. O segundo provava que o novo Imprenza da Subaru era mais um modelo capaz de lutar para o título. Impressionante seria a prova de Tommi Makkinen (4º) em Lancia da Astra numa época em que o carro italiano já tinha demonstrado que a sua época tinha passado. Na Austrália, Jukka Kankkunen afirma-se como um especialista da prova obtendo a sua terceira vitória em quatro anos, a Subaru (Ary Vatanen) e a Ford (Francois Delecour) continuam na disputa pelos lugares do pódio. Em San Remo, os carros oficiais não chegam so fim da prova, Carlos Sainz (2º) não consegue fazer melhor que se colocar entre os dois pilotos privados da Ford, o italiano, Franco Cunico que chega à vitória e Patrick Sneyers (3º) que obteve o melhor resultado de um belga no Mundial. Na Catalunha, quinta vitória da Ford e Francois Delecour superiorizou-se a Jukka Kankkunen, mas o finlandês comemora a ponta. A Lancia abandona oficialmente os rallys do Mundial. No RAC com os títulos decididos os Campeões Jukka Kankkunen e a Toyota vencem a prova inglesa e Malcon Wilson (3º) é o melhor local e da Ford. Mundial de Pilotos (10ºs):- 1ºJukka Kankkunen (SF) 135; 2ºF.Delecour (F) 112; 3ºD.Auriol (I) 92; 4º M.Biasion (I) 76; 5ºC.McRae (GB) 50; 5ºC.Sainz (E) 50; 7ºK.Eriksson (S) 41; 8º A. Vatanen (SF) 38; 9º G.Trelles (U) 28; 10ºT.Makkinen (SF) 26. Mundial de Marcas: 1º Toyota (157); 2ºFord (145) 3ºSubaru (110) 4ºLancia (92) e 5ºMitsubhish (86). domingo, setembro 27, 2009
1992- Nigel Mansell - um piloto de instinto que utilizou a 100% a tecnologia da Wiliams.
l e Patrese, obtêm a terceira dupla no Brasil numa prova em que nenhum brasileiro chegaria ao fim Ayrton afirmava “Os Wiliams são de outro planeta”. Em Espanha, uma corrida acidentada com treze carros fora da pista, Nigel Mansell continua imbatível, mas as dificuldades do piso, alternando-se entre o seco e o molhado, levou a que o inglês afirmasse que “Foi uma das corridas mais duras que disputei”. OF92 A da Ferrari faz o primeiro pódio através de Jean Alesi que herdou a posição da Ayrton na parte final da prova, mas foi sem dúvida a figura da prova e Schumacher (2º) continuava a confirmar o seu talento. Danon Hill é o novo recruta da Brabham substituindo Giovanni Amati, cujo talento da F1 não era visível. quinta-feira, setembro 24, 2009
1992-Sainz vence no ano da Lancia
nault 4GTL de António Pinto dos Santos terminou a prova e Joaquim Santos, melhor nacional não aí além do 8º da Geral. No Quénia, Carlos Sainz foi superior aos Lancias oficiais e marcou o triunfo do novo Celica Turbo numa prova em que a marca japonesa obteve a sua quinta vitória. Na Córsega o habitual domínio francês Didier Auriol volta às vitórias e o Cosworth 4x4 da Ford pilotado por Delecour é segundo à frente Philipe Bulgaski. Os roubos aos membros da caravana do rally foram a nota dominante e cerca de sessenta pneus passaram para as mãos dos amigos do alheio.Na Acrópele, nenhum Toyota à chegada e Didier Auriol mostra que corria para o título, Massimo Basion (2º) confirma a superioridade dos Ford e Colin Mcrae (4º) obtém mais um resultado digno para a Subaru. Na Novas Zelândia, Carlos Sainz inscrito à ultima hora chega à vitória a Lancia ausente perde pontos e os seus pilotos passam a estar ameaçados pelo piloto espanhol. Na Argentina a luta entre Auriol e Sainz, começa a animar o Mundial o francês ganha e a luta transfere-se para a Europa e nos 1000 Lagos, a Lancia confirma o título de Marcas e Didier Auriol é o segundo não nórdico a vencer a prova finlandesa perante dois nomes de renome, Jukka Kankkuen e Markku Allen (Toyota). A Subaru anuncia o novo modelo o Im prensa em testes pela mão de Ary Vatanen. Na Austrália, Didier Auriol obteve a sexta virória da época um novo recorde e além é de novo segundo. Mas a Lancia estava mesmo imparável e o jovem Andrea Aghini inscreve o seu nome na lista dos italianos que ganharam em casa. As transferências sucedem-se Armin Schwarz, assina pela Mistsubhish e Didier Auriol apesar de estar na luta pelo título é anunciado como novo piloto do Team Europe. Na Costa do Marfim, como já vinha a ser hábito, sem carros oficiais o japonês Kenjiro Sinozuka com o velhinho Mitsubhish Galant VR4, repete a vitória de 1991. As duas últimas provas decidiram o Mundial de pilotos, com duas vitórias consecutivas de Carlos Sainz na Espanha e no RAC e a consagração do seu bi-campeonato. Antes da realização da última prova, a Costa do Marfim é excluída do Mundial de Rallys de 1983. O novo Ford Escort RS Cosworth Rs estreava-se no final do ano no Rally do Var, Bruno Saby levava a Mitsubhish à vitória do Rally Paris –Cabo, numa altura que marcas, pilotos e novas provas animavam os rally raids internacionais. Joaquim Santos era Campeão Nacional, agora com o Toyota Celica GT4 e com vitórias nos rallys de Sopete e Figueira da Foz . Mundial de Pilotos (10ºs primeiros): 1ºC. Sainz (E) 144; 2ºJ.Kankkunen (SF) 134; 3ºD.Auriol (F) 121; 4ºM.Basion (I) 60; 5ºM.Allen (SF) 59; 6ºF.Delecour (F) 45; 7ºA.Aghini (I) 39; 8ºC.McRae (GB) 34; 9ºA.Fiori (I) 32 e 10º J.Recalde (RA) 28. Mundial de Marcas (10ºs primeiros): 1ºLancia (191); 2º Toyota (132); 3ºFord (94); 4ºSubaru (60); 5ºMitsubhish (44); 6ºNissan (44) ; 7ºAudi (10) ; 8º Renault Argentina (7); 9ºRenault France (2) e 10ºGM Europe (2). domingo, setembro 20, 2009
1991- Ayrton Senna um início à campeão numa corrida difícil para o tri.
não terminam o GP. No Brasil, Ayrton Senna vence com alguma facilidade no final, o campeão brasileiro desabava : “Esta foi a vitória mais apetecida de todas, só comparável à primeira no Estoril, e à do Japão em 1988. Agora o meu objectivo é o tri”. A revelação da prova seria Ricardo Patrese que seria 2º e ao longo do fim-de-semana, e o piloto mais rápido da Wiliams. Em Imola, o domínio do MP4-6 foi indiscutível, Senna volta a ganhar e Gerard Beger completa a dobradinha da Mclarem. Ricardo Patrese voltou a confirmar o bom momento dos Fw14, chegando a liderar antes de abandonar a prova. Senna diria mesmo que “foi uma vitória inesperada”. O português Pedro Chaves num Coloini C4 continuava a lutar para conseguir um lugar no Grid. No Mónaco, simplesmente Ayrton Senna nas comemorações do 25º aniversário da Mclarem na F1.Os Wiliams continuavam a sua evolução e ocupavam os restantes lugares do pódio de Monte Carlo. No circuito de Gilles Villenueve, mais uma vez tocou o hino brasileiro, agora era Nelson Piquet que levava o Benetton B-191 à vitória. Stefan Modena era segundo, oferecendo à Pirrelli a sua primeira dobradinha desde há muitos anos. Porém a alegria era dominante na Box da Jordan com os resultados dos seus pilotos em lugares pontuáveis: Andrea de Cesaris era 4º e Bertrand Gachot era 5º. A wiliams domina no GP do México com uma dobradinha e vitória de Ricardo Patrese que reconhece que o seu patrão “Frank tem razão, ainda podemos pensar no campeonato”. Ayrton Senna foi 3º e era líder isolado, mas afirmava “Estamos a competir com equipamento inferior à Wliams”. Na estreia de Mangy Cours, a multidão invade o circuito francês, a Wiliams revela-se imparável Patrese domina nos treinos e Nigel Mansell finalmente a vitória, a 17ª da sua carreira. Mais um 3º posto de Senna que desencantado dizia “Deste jeito não dá”. Nigel Mansell de novo e a vitória em Silvestorne levanta a moral do piloto inglês “Agora sim, já me podem falar do campeonato”.Na Alemanha nova vitória de Nigel Mansell e nova dobradinha da Wiliams, Nelson Piquet comentava desta forma o domínio insolente dos Wiliams “Se o idiota do Mansell não fizer nenhuma besteira, dá para ganhar o campeonato”. E o japonês melhor sucedido na F1, Satoru Nakajima que chegou ao mundo dos GPs. Apoiado pela Honda anunciava para o final da temporada o fim da sua carreira na F1. O ambiente na Ferrari era ainda mais tenso que na Mclarem e Alan Prost , ponha o seu lugar à disposição. O 3º de Jean Alesi não era suficiente para superar a falta de competitividade dos carros italianos. No GP da Hungria, Ayrton Senna vencia na sombra dos Wiliams os monolugares mais competitivos do pelotão.Nova dobradinha agora com os Mclarem e com mais uma vitória de Ayrton que Piquet , 3º , comentava “O título é já do Ayrton, não tem mais jeito”.Em Monza, Mansell vence Senna e Alan Prost sobe ao lugar mais baixo do pódio, mais animado diria “Gostaria que o campeonato se decidisse no Japão. Talvez assim a Ferrari consiga ganhar este ano”. No GP de Portugal, Nigel Mansell é desclassificado na ida box perdendo uma vitória certa que é herdada por Patrese e uma vez mais Pedro Chaves falha uma qualificação, diria em consequência “Estou numa situação melindrosa”.E a sua saída confirmou-se na Catalunha, Mansell vence a prova e afirma “Desta vez tive uma excelente parada de box: pelo menos saí em quatro rodas …”. Ayrton, quinto numa altura em que o título se jogava na corrida, na box e na estratégia da corrida diria “Errei na escolha dos pneus”. Alan Prost, segundo e de forma indirecta crítica a opção dos neumáticos seguida pela equipa : “Se não estivesse na Ferrari teria largado com pneus slicks”, o francês voltava ao pódio, 3º mas continuava sem ganhar. Em Suzuka, Ayrton Senna termina em segundo e obtém o título na festa de Gerard Berger em mais uma dobradinha da Mclarem. Nigel Mansell vencido mas não convencido afirmou “No próximo semana já estarei motivado de novo”. Alan Prost, continuava na ofensiva verbal “A minha Ferrari estava pior que um camião. Assim não dá gosto pilotar” e seria despedido não correndo em Adelaide. A chuva interrompia o desenrolar do GP e Ayrton Senna vence numa prova em que o piloto brasileiro obteve a sua 80ª pole. A Mclarem obtinha o seu sétimo título numa época em que os Wiliams FW14 eram os monolugares mais rápidos da temporada. O ano ficaria marcado pela estreia de dois pilotos promissores: M. Schumacher que não necessitou sequer de meia época para se impor no difícil mundo da Fórmula 1 como a grande revelação do ano e o mais prometedor entre os jovens pilotos que procuram fazer carreira nos Grandes Prémios. M. Hakkinen poderia ter sido considerado o piloto revelação da época se não tivesse surgido o “fenómeno” Schumacher. De facto não é muito comum um piloto vindo da F3 com um carro pouco competitivo, pontuar logo nos primeiros Grandes Prémios num ano em que quarenta e três pilotos marcaram presença no mundo restrito da F1. Mundial de Pilotos: 1ºA.Senna (BR) 96; 2º R.Patrese (I) 91; 3ºG.Berger (AUS) 85; 4ºA.Prost (F) 34; 5ºN.Piquet (BR) 26.5; 6ºJ.Alesi (F) 21; 7ºS.Modena (I) 10; 8ºA. De Cesaris (I) 9; 9ºR.Moreno (BR) 8; 10ºP.Martini (I) 6; 11ºJ.J.Letho (SF) (4); 13ºB.Gachot (BL) 4; 14ºM.Schumacher (D) 4; 15ºS.Nakajima (J) 2; 16ºM.Hakkinen (SF) 2; 17ºM.Brundle (GB) 20; 18ºA.Suzuki (J) 1; 19ºJ.Bailey (GB) 1; 20ºE.Pirro (I) 1; 21ºE.Bernard (F) 1; 22ºI.Capelli (I) 1; 23ºM.Blundell (GB) 2 e 24ºG.Morbedelli (I) 0.5.Mundial de Construtores: 1ºMclarem (139); 2ºWiliams 132; 3ºFerrari 55; 4ºBenetton (34.5); 5ºJordan (17); 6ºBrabham 13 7ºTyrrel (12); 8ºMinardi (6,5) ; 9ºDallara (5); 10ºLotus (2) 11ºLola (1 ) e 12ºLeyton House ( 1) 1991 - Kankkunen o campeão, Sainz o mais veloz
odelos de Grupo B, a Fia, seis anos depois procurava já limitar a potência dos diferentes modelos que iriam correr o Mundial de 1992. De resto a limitação da potência a 300 bhp., já não foi respeitada no ano anterior pela maioria das equipas de fábrica e nesse contexto de tentar conter a escalada de potência, a maior alteração técnica, consistiu na utilização de um restritor de 38 mmm em carros do Grupo A. A limitação dos treinos foi outra das alterações introduzidas no Mundial de Rallys. O Monte Carlo, marcou a primeira derrota da Lancia desde 1985 com uma vitória incontestada de Carlos Sainz que foi simplesmente imperial mesmo considerando que a revelação do Rally, François Delecour com o novo Cosworth RS da Ford. O velho Galant VR4, pilotado por Keneth Eiksson vence o seu rally (Suécia), com pouco mais de duas dezenas de segundo sobre Mats Joasson porém na lista de inscritos os três principais pilotos suecos não estiveram à partida: Stig Blomqvist, Bjorn Waldegaard e Mikael Eriksson, numa prova em que nenhum não nórdico se classificou nos dez primeiros da geral. Em Portugal à quinta tentativa Carlos Sainz vence o rally e assume a liderança do mundial e Carlos Bica num modesto 10º era o melhor nacional numa prova apagada dos Lancia Martini que apesar de tudo colocaram dois carros no pódio. Em Itália o modelo Super Delta iniciava os testes para o mundial de 1992. No Safari, a Lancia renasceu com a vitória de Jukka Kankkunen depois de quase seis meses em branco. Os riscos da prova queniana foram motivo de reflexão na única prova de estrada aberta em função de alguns acidentes que apesar de não terem terminado em tragédia, tiveram algo de inédito como o Nissan 200 SX que embateu contra …um comboio. O sistema de telemetria que equipava a F1 chegava aos rallys pelas mãos da Nissan que utilizou tal dispositivo nos Sunny GTI-R. Na Córsega um dos melhores rallys do ano, quatro pilotos de marcas diferentes passaram pela liderança e
“el matador”, Carlos Sainz voltava a ganhar perante a resistência francesa que encontrou em François Chatiriot o piloto de ponta que liderava a prova quando a transmissão cedeu. Apesar do segundo posto, Didier Auriol, a Lancia saiu da quarta ronda com um sabor amargo. Uma vez que o piloto francês dispondo de assistência oficial não conseguiu inicialmente “andar” próximo dos tempos efectuados em 1991. A Grécia, ao contrário da prova francesa foi uma festa para a Lancia que colocou três carros nos quatro primeiros lugares e Jukka Kankkunen foi um vencedor feliz depois de ter sido durante maior parte da prova um espectador privilegiado da luta Auriol e Eriksson. Sete equipas oficiais marcaram presença no rally de Acrópele que marcou a estreia do filho do presidente da Argentina no Mundial de Ralys, Carlos Meném Jr. A caravana abandonava a Europa em direcção ao Pacífico, Na Nova Zelândia, confirmava-se que a luta pelo Mundial de Pilotos seria entre Carlos Sainz e Jukka Kankkunen, o primeiro triunfava mas seria outro finlandês Markku Allen que ao colocar o Subaru Legacy Turbo na 4ª posição a grande surpresa da prova. Na Argentina, o habitual domínio da Lancia seria posto em causa com a vitória do GT4 de Carlos Sainz que bateu os quatro “Integrale” que ocuparam as posições seguintes. O último rally fora da Europa seria ganho por Jukka Kankkunen que lutava já taco a taco pelo título mundial com Carlos Sainz. O piloto espanhol, não aguentaria a pressão despistou-se por três vezes a última a 150 Km /h fazendo o Toyota voar e rodopiar, aterrando com as quatro rodos no solo para sorte da equipa espanhola. Em San Remo o habitual domínio da Lancia e para Didier Auriol finalmente a primeira vitória e Ove Andersson, o director da Toyota, apesar de duvidar do andamento dos carros italianos acabou por não protestar até que os GT4 estiveram irreconhecíveis. Em África corria-se na Costa do Marfim sem interesse para as equipas oficiais e entregue aos pilotos locais e teams semi-oficias, o japonês Kenjiro Shinozuka em Mitsubhish Galant VR4 ganhou sem contestação. Na Catalunha, Carlos Sainz considerado favorito acaba fora de prova na 2ªEtapa, Jukka Kankkunem assume a liderança do campeonato e Armin Schwarz o piloto que mais Toyotas atirou para a sucata obtinha a sua primeira e última vitória em rallys do Mundial, a Lancia era já campeão de marcas. Na prova inglesa, a Lancia e Kankkunen confirmaram os títulos pilotos e de marcas e Carlos Sainz que terminou o RAC em 3º foi considerado o piloto mais rápido do ano, mas na prática perdeu um título que esteve ao longo da temporada perfeitamente ao seu alcance. Piero Liatti era o novo campeão da Europa, Carlos Bica voltava a ganhar o nacional de rallys .Mundial de pilotos (10ºs): 1ºJ.Kankkunen (SF) 150; 2ºC.Sainz € 143; 3ºD.Auriol (F) 101; 4ºM.Biasion (I) 69; 5ºK.Eriksson (S) 66; 5ºA.Schwarz (D) 55; 6ºM.Allen (SF) 40; 6ºF.Delecour (F) 40; 8ºF.Delecour (F) 40; 9ºJ.Recalde (RA) 29 e 10ºM.Ericsson (S) 27. Mundial de Marcas (10ºs) 1ºLancia (137); 2ºToyota (128); 3ºMitsbhish (62); 4ºFord (54); 5ºMazda(44); 6ºSubaruterça-feira, setembro 15, 2009
1990 -Ayrton Senna, um título questionado por alguns mas sem dúvida o mais rápido e Fuji foi apenas uma tarde infeliz.Nascia uma lenda na F1.

lan Prost, que disputaram o título até ao último GP., que seria assombrado pelo toque do piloto brasileiro atirando Prost para fora da pista. Para alguns analistas Alan Prost tal como Ayrton Senna em 1989, foi o campeão moral, todavia a verdade para nós historiadores o piloto brasileiro para todos os efeitos foi o mais rápido em pista e a estatística das vitórias e das poles torna-o simplesmente um piloto ímpar. De facto a maioria dos jornalistas ingleses e franceses, ignoraram que o MP4-B era um F1 sofrível que nas mãos do piloto brasileiro, conheceu oito pole position e seis vitórias absolutas. Dois aspectos devem ser salientados quando se considera a evolução da aerodinâmica, responsável pela queda monumental de todos os recordes dos circuitos de Grand Prix e a segurança que cockpit dos F1, que foram efecientes evitando a fatalidade nos vários acidentes que ocorreram durante a época. O Mundial de 1990, iniciava-se no continente americano, em Fhoenix .Ayrton Senna vence sem contestação, os Ferraris decepcionaram e Jean Alesi foi a revelação ao ocupar o 2º posto com o modesto Tyrrell 018, no final da prova o francês afirmou “Foi um sonho lutar com o Ayrton, meu ídolo desde os tempos da F3”. No Brasil, em Interlagos o Ferrari 641, obtém a vitória absoluta, depois de um toque de Senna em Nakajima, até então o piloto da casa tinha dominado os treinos e a prova, mesmo assim chega ao pódio (foi 3º). A uma questão levantada pela imprensa, Alan Prost responde sobre o seu triunfo “Se pensasse que só ganharia provas quando o Ayrton tem problemas, abandonaria”. Em Imola o terceiro vencedor da época, Ricardo Patrese e a Ferrari anuncia a entrega de motores à Minardi e a Yamanha chega a acordo para o fornecimento de propulsores à Brabham. No Mónaco, Aryton Senna, foi imperial e consciência do seu feito ficou registado em breves palavras “Estou mais rápido que a Mclarem”. No final da prova apenas seis sobreviventes e Alex Caffi (6º) em Footwork Arrows A-11B, deu os primeiros pontos a esta modesta equipa. No GP do Canadá, a Mclarem domina, Gerard Berger ganha na pista e perde na secretaria ao ser penalizado por falsa partida, Ayrton Senna é o vencedor e Nelson Piquet é segundo numa corrida onde seria fortemente pressionado pelos Ferrari, Piquet diria: “Eu parecia uma sandwiche entre as duas Ferraris. Fiz valer os meus treze anos de Fórmula 1”. No México, Alan Prost partiu para uma notável sequência de três triunfos e no Circuito Hermanos Rodriguez, agressivo desde a partida, arriscando nas ultrapassagens, o francês ultrapassou quase metade dos pilotos em pista no caminho da vitória. Apesar de tudo, Aryton Senna dominou até à 40ªvolta sendo vítima da estratégia de troca de pneus da equipa. Em Paul Ricard e Silvestorne o Ferrari de Alan Prost vence mas na corrida inglesa Nigel Mansell foi a vedeta em pista, no final da prova anuncia o seu abandono da F1 : ”Continuarei a competir a 100% até final do ano , e espero ganhar um ou dois GPs. Farei tudo o que puder para ajudar o Alain a ganhar o campeonato. Estou muito contente pela Ferrari ter conseguido o que se vê.Adelaide será o meu último GP. Na Alemanha, foi a vez da Ferrari fazer todo errado numa vitória fácil de Ayrton Senna onde Sandro Nannin foi o seu único adversário o italiano que admitiu que “…era mais rápido no “estádio”, mas o Ayrton era o mais rápido na 2ª chicane e por isso me ultrapassou à entrada da 3ª “. No Hungaroring, o Wiliams FW18 faz a pole e ganha com Thierry Bousten, os acidentes sucedem-se de fora Nannin, Berger, Alesi e Prost. Piquet é entre os favoritos o 3º no pódio e Senna, segundo, jogou para os pontos como expressa o seu comentário à prova:”Este é um belo resultado para mim”. A Camel anuncia o patrocínio à Benetton e à Wiliams. Em SPA, Ayrton Senna bate a concorrência de ponta a ponta e renova com a Mclarem Internacional apesar do interesse de Frank Wiliams em tê-lo no seu team. Em Monza Ayrton Senna bate o francês e impede a desejada vitória dos carros de Enzo Ferrari e a FISA apresenta novas regras que terão efeito a partir de 1991, numa época em que as velocidades em curva impõem forças laterais na ordem dos 4.5G. No Estoril, Nigel Mansell vence e Alan Prost é terceiro e a tensão cresce na equipa, o piloto francês afirma “Decidamente não tenho sorte com os meus companheiros da equipa” e Nigel Mansell rematou “Senna é um dos maiores pilotos da F1…” . A Renault Sport confirma que a partir de 1992 fornecerá motores à Ligier e a Lotus e a Laurosse perdem os motores da Lborghini. Sandro Nannin era contrato pela Ferrari Sport e Jean Alesi estava então em negociações, num momento em que a tensão crescia na equipa de Maranello. Em Espanha, uma dobradinha da Ferrari e o vencedor Alan Prost não evita o seu contentamento “Agora sim, a Ferrari trabalhou como equipa”. Nigel Mansell surpreende o padock da F1, quando assina um contrato com Frank Wiliams, depois de anunciar solenemente com toda a família na box da Ferrari dois meses antes, o gigante inglês diria então: “Eu mesmo estou surpreso por ter revertido a minha posição. As razões são muitas e positivas. Sempre afirmei que não estou na F1 só pelo dinheiro ou para fazer número, mas para ganhar corridas e, se possível, o campeonato”. No Japão, em Fuji, mais uma vez a temporada acaba mal, com Ayrton Senna a colidir em Prost, Nelson Piquet vencedor da corrida japonesa, sobre a manobra de Ayrton, diria “Ele simplesmente entrou na traseira de Prost”. Num final de Campeonato justo, mas infeliz , o novo campeão diria. “Foi a temporada mais difícil da minha carreira, sem dúvida. Mas a conquista do bicampeonato, depois de toda a pressão que sofri, acabou tendo um saber especial". A Mclarem renovava novamente o título graças a Ayrton Senna que obteve por pouco o dobro da pontuação de Gerard Berger o número dois da equipa. Mundial de Pilotos: 1ºA.Senna (BR) 78; 2ºA.Prost(F) 73; 3ºN.Piquet(BR) 44; 4ºG.Berger (AUS) 43; 5ºN.Mansell (GB) 37; 6ºT.Bousten (BL) 34; 7ºR.Patrese (I) 23; 8ºA.Nannin (I) 21; 9ºJ.Alesi (F) 13; 10ºI.Capelli (F) 6; 11ºR.Moreno (BR) 6; 12ºA.Suzuki (J) 6;13ºE.Bernard (F) 5; 14ºD.Warwick (GB) 3; 15ºS.Nakajima (J) 3; 16ºS.Modena (I) 2; 17ºA.Caffi (I) 2 e 18ºM.Gugelmin (BR) 1. Mundial de construtores: 1ºMclarem (121); 2ºFerrari (110); 3ºBennetton (71); 4ºWiliams (57) 5ºTyrrell (16); 6ºLaurosse (11); 7ºLeyton House (3); 8ºBrabham (2) e 9ºArrows (2). domingo, setembro 13, 2009
1990 - O ano de Sainz e das vitórias latinas sobre os "rallyman" do Norte da Europa
precendes no rally de Portugal, com vitória de Massimo Basion, Carlos Bica é o melhor nacional em 5º e a Lancia coloca seis carros nos sete primeiros lugares. Em Inglaterra a nova máquina da Ford o Sierra 4x4 Cosworth inicia os testes. No Safari, a Toyota obteve o primeiro triunfo da época, com Bjorn Waldegaard verdadeiro especialista que obtém a sua quarta vitória no Quénia. A estreia do novo Subary , o modelo Legacy, pilotado por Markku Allen, mostra alguma competitividade e o local Pactrick Nijuri com um modelo idêntico, mas de grupo N termina em 8º sendo o primeiro grupo N a terminar a demolidora prova africana. Na Córsega, nada a fazer contra os pilotos locais, Didier Auriol obtém a terceira vitória consecutiva no rally e a Lancia o terceiro da temporada. Carlos Sainz, opta por uma prova táctica, no final declarava acerca da última etapa quando lutava com o francês: “Levantei o pé de imediato, e pensei imediatamente: que se dane a vitória, é preciso chegar ao fim para garantir o segundo lugar. Na Acrópele, a primeira de Carlos Sainz numa prova mundial o Celica GT4 obtém a sua primeira vitória na Europa. Mas a curiosidade da prova foi a invasão dos helicópteros das equipas oficiais nada menos que cinco: da Toyota, Lancia, W, Jolly Club, Top Run e da Provide.Na Nova Zelândia e sem a Lancia, Carlos Sainz obtém nova vitória e a Mazda e a Ford anunciam novas montadas para breve. Na Argentina, Carlos Sainz bate violentamente mas termina em 2º e Massimo Biassion obtém a 5º vitória consecutiva da Lancia Martini nas pampas. Nos 1000 Lagos, vitória histórica de Carlos Sainz numa prova jamais ganha por um escandinavo, mesmo assim com apenas 19s sobre Ary Vatanen com o velho Mitsubhish Galant VR4 e com Keneth Eriksson no 3º posto. A velocidade média do rally foi cronemetrada em 112Km/h e a velocidade máxima numa classificativa atingiu os quinta-feira, setembro 10, 2009
1989 - Alan Prost vence num duelo infernal com Ayrton Senna
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yrton Senna não só igualou o seu record de 13 poles positions, como ultrapassou o antigo recorde (33) de outra lenda da F1 , Jim Clark. Com seis vitórias e cinco abandonos lutou até ao fim pelo título que seria entregue ao “Professor” que apenas abandonou no Canadá e somou quatro triunfos. A nível dos Construtores a Mclarem voltou a triunfar mas a Ferrari, a Benetton e a Wiliams 









