domingo, maio 09, 2010

Fim-de-semana Red Bull Racing em Espanha



Mark Webber do princípio ao fim ...
Fenando Alonso beneficiou da sorte dos campeões


Michael Schumacher ressuscitou na Catalunha ?


A 5ºProva do Mundial de F1, foi marcada pelo domínio integral da Red Bull, que dominou todo o fim de semana, com Mark Webber a chegar a vitória que não oferece qualquer contestação tal foi o domínio do australiano ao longo do Grand Prix dando a sensação que estava a disputar outra corrida. Sebastien Vettel, terminaria também no pódio com uma vantagem confortável sobre Michael Schumacher que acabou por fazer a melhor prova de 2010 na continuidade do que fizera nos treinos livres e em qualificação. Todavia, o alemão da Reb Bull , Sebastien Vettel ,se no início da prova atacou Webber e teoricamente poderia chegar à vitória, mas a verdade é que problemas com o eixo traseiro, que o levaria por duas vezes às boxes e de travões, o 3º lugar  final  em termos de campeonato foi uma verdadeira vitória. Fernando Alonso, foi sem dúvida o grande beneficiado na tarde do seu Grand Prix,uma vez que o F10 voltou a não se mostrar competitivo face aos RB e aos Mclaren. No inicio da segunda parte da prova, o 4º lugar era provavelmente a melhor posição que podia aspirar, uma vez que “Schumi”, estava longe de o acompanhar e Vettel estava consolidado no 3ºposto, todavia os problemas de suspensão e a saída de pista de Lewis Hamilton proporcionaram-lhe mais pontos do que esperava para título e uma vez mais em Espanha afirmou-se como o herói local. Para Hamilton, de novo o título do mais rápido em pista mas na antepenúltima volta, o inglês não foi capaz de controlar o MP4-25, que entrou totalmente desiquilibrado pela escapatória alojando-se nas nas barreiras protectoras, um fim inglório para o único piloto que na Catalunha foi capaz de acompanhar os Red Bull. Entre os mais rápidos Filipe Massa e Jenson Button estiveram longe do topo da corrida e Adrian Stil e Roberto Kubica, continuam a demonstrar que lhes falta apenas uma máquina mais competitiva… Rubinho Barrichelo, excelente prova para um chassis tão pouco competitivo.


Ficha biográfica do Grande Prêmio da Espanha

Circuit de Catalunya, Barcelona, Espanha;

66 voltas, 307,104 km;

Clima: seco.
Classificação Geral

1. Webber Red Bull-Renault 1:35 h: 44,101
2. Alonso Ferrari + 24,065
3. Vettel Red Bull-Renault + 51,338
4. Schumacher Mercedes 1:02.195 +
5. Button McLaren-Mercedes 1:03.728 +
6. Massa Ferrari 1:05.767 +
7. Sutil Force India-Mercedes 1:12.941 +
8. Kubica Renault 1:13.677 +
9. Barrichello Williams-Cosworth + 1 volta
10. Alguersuari volta Toro Rosso-Ferrari + 1
11. Renault Petrov + 1 volta
12. Kobayashi + Sauber, Ferrari 1 volta
13. Mercedes Rosberg + 1 volta
14. Hamilton McLaren-Mercedes + 2 voltas
15. Liuzzi Force India-Mercedes + 2 voltas
16. Hulkenberg Williams-Cosworth + 2 voltas
17. Trulli Lotus-Cosworth + 3 voltas
18. Glock Virgin-Cosworth + 3 voltas
19. Di Grassi Virgin-Cosworth + 4 voltas
Volta mais rápida: Hamilton, 1:24.357







Jochen Rindt ....o único campeão a título póstumo ?


Vitória em Le Mans -1965

1966 -No ínicio da carreira da F1 - GP.Mónaco de 1966


1968 - GP. Holanda -Branham Repco

Corrida para a vitória no Mónaco de 1970

O Casal Rindt, GP da Inglaterra de 1970, o seu antepenúltimo pódio 


Foi o primeiro e único piloto a vencer um campeonato de Mundo de Fórmula a título póstumo, nasceu na Alemanha em 18 de Abril de 1942, tendo adquirido pouco depois a nacionalidade austríaca, após a morte dos seus pais num bombardeamento da 2ºGuerra Mundial, tendo sido educado em Graz na Áustria pelos seus avós. A sua carreira desportiva iniciou-se em 1960, em provas de rallys, com um Simca Monthéry. Em 1962 disputou o Campeonato Austríaco de Turismo, com uma Alfa Romeo Giulieta TI, obtendo três vitórias absolutas. Mas o contacto com os monolugares só ocorreu em 1963 quando participa no campeonato de Fórmula Júnior em 1963, com um Cooper T-59 da Ecurie Vienne, vencendo uma corrida em Cesenatico, na Itália. No mesmo carro participou do GP da Áustria de F1, prova extra-campeonato, abandonando com problemas no motor. Em 1964 com um Brabham BT-10 da equipe Ford Motor Áustria, passa para a Fórmula 2 , vencendo em Crystal Palace. A estreia no Mundial de F1, ocorre no seu GP da Áustria, correndo com um Brabham BT-11/ BRM da Equipe de Rob Walker, não terminando a prova. Ao mesmo tempo inicia a sua participação em provas de Sport /Protótipos nas famosas 24 Horas de Le Mans com uma Ferrari 275 LM da Equipe N.A.R.T., abandonando igualmente com problemas mecânicos. As boas indicações e os bons resultados conseguidos na F2 em 1964 levaram à sua contratação pela Cooper, para disputar o Mundial de Pilotos em 1965. Os rimeiros pontos foram obtidos na difícil e longa pista de Nürburgring , no GP da Alemanha, ao terminar 4º, com um Cooper T-77/Climax. Mas o seu resultado da temporada foi obtidonas 24 Horas de Le Mans com uma grande vitória fazendo equipa com o norte-americano Masten Gregory, num Ferrari 276 LM. Mas a Fórmula 1, não seria definitivamente como seria lógico a única competição que orientava a sua carreira, mantendo-se na Cooper até 1967, em 1966 fez três pódios Spa (2º); Nürburgring (3º) e 3º (Walkins Glen) e termina em 3º no Mundial. Durante a temporada voltou a F2 ao difícil e técnico, circuito do Nürburgring que tanto gostava ao contrário da maioria dos pilotos da sua geração vencendo pela primeira vez, com um monolugar na pista alemã com um Brabham BT-18 da equipe Winkelmann. Em 1967, uma temporada para esquecer mas faz uma fantástica época na Fórmula 2, venceu nove corridas, com o Brabham BT-23 da equipe Winkelmann: Snetterton, Silverstone, Pau, Nurburgring, Reims, Rouen, Tulln-Langelebarn, Brands Hatch e Hameenlina e participa nas 500 Milhas de Indianápolis com um Eagle-Weslake da equipe All American Racers, abandonando na volta 109, com problemas no motor. Em 1968 foi corre pela Brabham, correndo no Mundial de Pilotos com um Brabham BT-24 equipado com motor Repco V-8, obtendo dois terceiros lugares nas únicas provas que terminou os Grandes Prémios da Àfrica do Sul e da Alemanha. Volta novamente em Indianápolis, com um Brabham BT-25 oficial, abandonando na sexta volta, com a quebra do motor. Ainda pela equipe Winkelmann, venceu mais seis corridas na Fórmula 2, com um Brabham BT-23 : Thruxton, Zolder, Crystal Palace, Hockenheim, Tulln-Langelebarn e Enna-Pergusa. E fora do panorama internacional do desporto automóvel, corre no continente sul americano, no campeonato de F2 da Argentina conseguindo dois segundos e um terceiro lugares. Em 1969 é piloto da Lotus e na pré-temporada na nova equipa foi o Vice-Campeão da Taça da Tasmânia, com duas vitórias, em Christchurch e em Warwick Farm, com a Lotus 49 T. Na segunda prova do campeonato em Montuich, sofreu um grave acidente , quando o aerofólio traseiro da sua Lotus 49 B quebrou na vigésima volta e o carro chocou-se com o guard-rail e com a outra Lotus 49 B, de Graham Hill, que havia batido na nona volta, pelo mesmo motivo. O carro de Rindt capotou e o tanque de combustível se rompeu, encharcando-o de gasolina. Felizmente o carro não pegou fogo como era muito comum na época e Rindt foi retirado do carro por Granham Hill com algumas marcas da violência do despiste mas apenas uma lesão no nariz era a marca deste acidente . Pouco depois a FIA mandava retirar, os grandes aerofólios que segundo os especialistas eram respontáveis pelos acidentes que começavam a fazer parte dos cenários dos Grandes Prémios, no final da época era 4º tendo obtido a sua primeira vitória em Waltkins Glen (USA). Durante o Campeonato, testou várias vezes a Lotus 63 de tracção nas quatro rodas, mas só correu com ela na Gold Cup, em Oulton Park, onde chegou na segunda posição. Na Fórmula 2, em seu último ano correndo pela equipe Winkelmann, continuou a ganhar provas com o Lotus 59 B, venceu em Thruxton, Pau, Zolder e Tulln-Langelebarn. Em 1970, Jochen Rindt era considerado como um dos grandes favoritos ao título Mundial pela imprensa da especialidade, cinco vitórias e um 13º na África Sul e três abandonos um dos quais fatal marcam uma época gloriosa mas trágica já que pagou com a vida e a sua paixão pela velocidade quando ainda faltavam correr quatro Grandes prémios. Mas a história da Fórmula Um, registará para a eternidade que Jochen Rindt na tarde de 15 de Agosto de 1970, o piloto do Lotus 72D, fez a primeira volta, mas não completou a segunda: na entrada da Curva Parabólica, perdeu o controle do carro e saiu em frente, batendo de frente num guard-rail, rodopiando e batendo novamente, de traseira. O carro parou na escapatória, com o piloto inconsciente, retirado rápidamente do carro, Rindt foi levado para um hospital em Milão, onde sua morte foi anunciada pouco depois. Entre as causas prováveis do acidente a quebra da suspensão dianteira, os travões ou a perda de controlo do carro, em que treinava sem o aerofólio traseiro, foram as hipótese apontadas mas nenhuma jamais confirmada… enfim uma carreira prematuramente interrompida ... O campeão do Mundo de F1 de 1970, participou em 60 GPs, obteve 5 vitórias, fez 111 pontos e esteve no comando de Grandes Prémios, cerca de 412.5Km e obteve as seguintes posições no Mundial de Pilotos de F1: 13º(1965); 3º (1966), 11º(1967), 12º(1968); 4º (1969) e 1º(1970).

sábado, maio 08, 2010

J.M.Latava uma vitória ao sprint...

J.M.Latvala, uma vitória inesperada ou uma prova rápida sem erros?  
Sebastien Ogier , derrota na última classificativa

Jeri Ketomaa domina total na S2000

J.M.Latvala vence na Nova Zelândia contra toda a lógica que marcou esta edição da prova do Pacífico, na medida em que à partida para a etapa de hoje a questão que se formulava era se o vencedor seria Sebastien ... Loeb ou Ogier.  Mas o piloto da Ford não só aguentou a pressão dos dois C4 numa etapa em que passou todo o tempo a ganhar tempo a Sebastian Ogier sem cometer qualquer erro. Ao contrário do francês do Júnior Team, que  falhou a vitória uma prova que estava perfeitamente ao seu alcance e o seu descontentamento no final da prova era evidente. Um peão seria decisivo  para a vitória do piloto do Focus WRC que chegaria à vitória na última classificativa.  Sebastian Loeb apesar da estupenda recuperação que fez durante a última etapa, acabou por cometer, um novo erro e um novo despiste, com 25s perdidos, afastado-o da luta pelo lugar mais alto do pódio e o 3º posto, caíu do céu uma vez que Peter Solberg encontrava-se na referida posição antes de destruir o seu C4 após um violente despiste. Nos agrupamentos S2000 e na produção, Jari Ketomaa e  Paddy Hadden mantiveram o seu domínio até final .Classificação final (10ºs): 1. Jari-Matti Latvala 4h04m09.8s Ford; 2. Sebastien Ogier Citroen + 2.4s:3. Sebastien Loeb Citroen + 15.2s;4. Mikko Hirvonen Ford + 21.3s;5. Dani Sordo Citroen + 25.8s:6. Matthew Wilson Ford + 3m26.0s;7. Henning Solberg Ford + 6m15.3s;8. Ford Jari Ketomaa + 10m19.3s;9. Federico Villagra Ford + 10m49.8s;10. Xevi Pons Ford + 11m13.4s


Sebastien Ogier à procura da primeira vitória no WRC ... ?

Sebastien Loeb está ao ataque para nova vitória ?

J.M.Latvala o 1º não Citroen

Paddy Hadden mantêm-se na liderança da Produção

Os C4 estão hoje imparáveis o Rally da Nova Zelândia, mudou de líder sendo Sebastian Ogier o novo "comandante" da prova do Pacífico. O que não deixa de ser relevante uma vez que o jovem e promissor piloto francês corre pela primeira vez na Nova Zelândia. Todavia, a recuperação de Sebastien Loeb foi simplesmente incrível, após o despiste de ontem que à partida o afastava da luta pela virtória. Porém o piloto oficial da Citroen venceu todas as SS da etapa de hoje estando na luta pela vitória o que era impensável no final do dia de ontem. Miko Hirvonem voltou a cometer alguns erros nas especiais da etapa e em vez de subir na classificação, ocupa agora um modesto 6ºposto, logo a seguir a Peter Solberg, que uma vez mais, não se revelou consistente perdendo a liderança e encontrando-se numa posição bem modesta. J.M.Latvala é agora o primeiro não Citroen mas o Focus WRC não se mostrou até ao momento  capaz de lutar pela vitória, Jari Ketoma e Paddy Hayden mantêm-se na liderança da S2000 e da Produção respectivamente, de realçar a entrada do finlandês no top teen à frente dos melhores WRC privados. Classificação Geral (10ºs): 1. Sebastien Ogier Citroen 3h05m40.4s;2. Sebastien Loeb Citroen + 5.3s;3. Jari-Matti Latvala Ford + 33.2s;4. Dani Sordo Citroen + 47.5s;5. Petter Solberg Citroen + 53.6s;6. Mikko Hirvonen Ford + 1m00.2s;7. Wilson Matthew Ford + 3m04.9s;8. Henning Solberg Ford + 5m41.4s;9. Jari Ketomaa Ford + 8m12.7s;10. Federico Villagra Ford + 8m28.8s

sexta-feira, maio 07, 2010

Markku Allen, um campeão sem título...


1975- Fiat 124 Abarth -Rally da TAP
1981- Fiat 131 Abarth - Rally de Portugal
1983 - Lancia Rally 037- Rally de Portugal
1986- Lancia Delta S4 - Rally Nova Zelândia
Markku Allen -Subaru Legacy 4WD - Rally da Acrópele 1991

Markku Allen, foi um dos melhores pilotos de Rallys de sempre, embora tal como Stirling Moss na Fórmula Um, jamais tenha vencido qualquer Campeonato Mundial de Rallys. O finlandês fez parte da vaga de pilotos finlandeses que dominaram o panorama dos rallys mundiais até meados da década de 1990, casos de Hannu Mikkola, Timo Salomen, Jukka Kankkunen ou Penti Arikala. A sua estreia no Mundial aconteceu nos 1000 Lagos em 1971 com um Volvo 142 que nas edições seguintes colocou no pódio: 1972 (3º) e 1973( 2º). Todavia, os 1000 Lagos de 1973, seriam decisivos na sua carreira como piloto oficial de rallys, já que tal posição foi conseguida numa luta com Timo Makkinen que levou a Ford a entregar ao jovem Markku Allen um Escort que tirou todas e qualquer duvidas sobre o seu talento, depois de um acidente espectacular com três cambalhotas, o Ford uma vez colocado na estrada, recuperaria de um modesto 117º a um honroso e inacreditável 3º posto. Mas seria a Fiat a marca que o lançaria na alta roda dos Rallys Mundiais, assim e no ano de estreia com o 124 Abarth, fez três pódios nos rallys em que terminou, terceiro no Rally de Portugal e nos 1000 e 2º nos Estados Unidos. Em 1975, ganha o seu primeiro rally internacional precisamente o Rally de Portugal que venceria novamente em 1976, 1977,1978, 1981 e 1987, tornando-se o maior especialistas do rally português considerado durante várias temporadas como o melhor rally do mundial. Em 1976, o grupo Fiat apresenta pela primeira vez um carro ganhador o 131 Abarth e Markku Allen vence os 1000 Lagos, a primeira das suas quatro vitórias no seu rally que venceu nos anos de 1977,1978,1979 e 1981. Em 1977, conseguia o tri no Rally Vinho do Porto, tornando-se um dos pilotos mais amados pelos espectadores portugueses mas o 3º na Nova Zelândia, foi comemorado como uma vitória pois daria a vitória à Fiat no Mundial de Marcas. O ano da glória, seria corrido em 1978, com vitórias nos rallys de Portugal, 1000 Lagos e no San remo, numa época em que as equipas privadas da Fiat e da Lancia, andavam ao nível dos carros de fábrica, no final do ano era Campeão da Rallys da F.I.A., no primeiro e último ano que tal designação seria utilizada, pois em 1979 iniciava-se o Campeonato do Mundo de Rallys para pilotos. De realçar que a vitória no SanRemo, foi obtida ao volante de um Lancia Stratos HF e outros pódios foram registados na Suécia, Grécia e Canadá. Nos anos de 1979, 1980 e 1981, venceria apenas um rally em cada temporada (1979 -1º 1000 Lagos; 1980 -1º1000 Lagos e 1981 – 1ºPortugal) e no final dos respectivos campeonatos seria 3º em1979; 6º em 1980 e 4º em 1981. Em 1982, Markku Allen foi 4º no Mundial, num ano em que o espectacular Lancia Rally 037 não lhe proporcionou qualquer vitória desde 1975. Em 1983, o 037 ganha em San Remo e Allen obtém uma magnífica vitória na Córsega numa época em que Jean Ragnotti, Bernard Béguin e Didier Auriol, eram reis e senhores no asfalto corso. 3º no final da temporada um bom resultado que repete em 1984, ano em que volta a ganhar na Córsega. 1985 seria um ano terrível sem vitórias e o pior ano de sempre no Mundial de Rallys seria 7º . Em 1986 ao volante do super - carro, o Lancia Delta S4, vence em San Remo e nos Estados Unidos, porém o finlandês seria desclassificado nas referidas provas perdendo ingloriamente o título e o vice - campeonato seria uma prenda dispensável. Em 1987 e 1988, mais dois pódios no final do Mundial, 3º em 1987 e 3º 1988, o Delta 4WD do novo grupo A, permitiu-lhe somar mais cinco vitórias : 1987 (Portugal, Grécia e 1000 Lagos) e 1988 ( Suécia, 1000 Lagos e RAC). De assinalar que a prova britânica foi a sua última vitória em Rallys a 20ª . A partir de 1989 opta por uma semi-reforma não disputando o mundial mas algumas provas: com o Delta Integrale HF foi 2º em 1989. Mas nos anos seguintes surge ao volante de máquinas não pertencentes ao grupo FIAT um corte numa carreira de quinze anos ao serviço da Fiat ou da Lancia. A opção são as marcas japonesas, a Subaru que então testava a sua entrada ao mais alto nível no mundial de Rallys e a Toyota que marcou a sua retirada dos rallys internacionais. Com o modelo Legacy da Subaru obteve alguns resultados interessantes foi 4º nos 1000 Lagos de 1990 e 3º na Suécia de 1991, quando a referida marca lutava com graves problemas de fiabilidade. O 3º nos 1000 Lagos com a Toyota foi o seu último grande resultado já que após um despiste violento e espectacular nos 1000 lagos seria determinante para o fim da sua carreira, numa época em que três equipas discutiam as vitórias à geral e meia dúzia de pilotos ganhavam um ou mais rallys por temporada.

Os RB os mais rápidos na Catalunha



 A Red Bull obteve há poucos momentos a sua 5º pole position, numa prova em que Mark Webber o mais rápido em pista e Sebastian Vettel, estiveram sempre mais rápidos do que a concorrência nos vários momentos da qualificação. Os RB são desde já os grandes favoritos para a prova de amanhã tal foi o seu domínio na pista catalã. Os Mclarem foram os chassis que mais próximo estiveram dos RB, mas quase sempre a mais de 30s o que é muito tempo a este nível de competição. Fernando Alonso, só se destacou na parte final da 3º sessão de qualificação quando a terceira ou a quarta linha  era  as únicas que  estavam ao seu alcance quando a sessão chegava ao fim. Uma vez que foi constantemente batido por Filipe Massa, mas o F10, esteve quase sempre atrás dos Mercedes onde finalmente Michael Schumacher impôs-e a Nico Rosberg, o que de resto foi uma constante desde os treinos livres de sexta-feira. De salientar o excelente tempo de K.Kobayashi que uma vez mais ofuscou Pedro de La Rosa colocando o Sauber no top teen. Para a estatística esta foi a terceira pole de Webber ( GP da Alemanha -2009 e GP Malásia e GP de Espanha -2010)  e a Red Bull iguala a Maserati ao fazer a sua 10ª pole absoluta.



Fernando Alonso, apesar de tudo é sempre um favorito para a prova de amanhã....?


Michael Schumacher, o regresso do velho senhor .... Será mesmo ?....

Tempos das sessões de qualificação.  Q1 Q2 Q3   


1. Webber Red Bull-Renault 1:21.412 1:20.655 1:19.995
2. Vettel Red Bull-Renault 1:21.680 1:20.772 1:20.101
3. Hamilton McLaren-Mercedes 1:21.723 1:21.415 1:20.829
4. Alonso Ferrari 1:21.957 1:21.549 1:20.937
5. Button McLaren-Mercedes 1:21.915 1:21.168 1:20.991
6. Schumacher Mercedes 1:22.528 1:21.557 1:21.294
7. Kubica Renault 1:22.488 1:21.599 1:21.353
8. Rosberg Mercedes 1:22.419 1:21.867 1:21.408
9. Massa Ferrari 1:22.564 1:21.841 1:21.585
10. Kobayashi Sauber-Ferrari 1:22.577 1:21.725 1:21.984
11. Sutil Force India-Mercedes 1:22.628 1:21.985
12. de la Rosa Sauber-Ferrari 1:22.211 1:22.026
13. Hulkenberg Williams-Cosworth 1:22.857 1:22.131
14. Petrov Renault 1:22.976 1:22.139
15. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1:22.699 1:22.191
16. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:22.593 1:22.207
17. Liuzzi Force India-Mercedes 1:23.084 1:22.854
18. Barrichello Williams-Cosworth 1:23.125
19. Trulli Lotus-Cosworth 1:24.674
20. Kovalainen Lotus-Cosworth 1:24.748
21. Glock Virgin-Cosworth 1:25.475
22. di Grassi Virgin-Cosworth 1:25.556
23. Chandhok HRT-Cosworth 1:26.750
24. Senna HRT-Cosworth 1:27.122




A Reb Bul dominou os treinos livres do G.P. de Espanha, depois de uma parte inicial em que os Mclarem foram os mais rápidos em pista. De realçar a proeza de Sebastien Vettel que foi o único piloto a rodar no segundo 19. Michael Schumacher pela primeira vez ainda em que em treinos livres foi mais rápido que Nico Rosberg, uma exigência que começa a se manifestar no seio da Mercedes GP, de resto o polémico Flavio Briatore, declarou que o alemão  não é capaz de rodar ao nível dos pilotos da Mclarem ou de Alonso ou mesmo Kubica.Por sua vez, Fernando Alonso como habitualmente preocupou-se a testar os pneus e amanhã deverá mostrar o que na verdade vale o F10. Porém esta tarde, Fernando Alonso admitia " que aqui Sebastien Vettel é imbatível". Nos testes de hoje a Sauber mostrou o seu novo patrocinador a "Burger King". Finalmente a Lotus a continua no fim do poletão, não registando qualquer progresso de andamento apesar de melhorias efectuadas no chassis do seu monulugar.  Voltas mais rápidas/Classificação:



1. Vettel Red Bull-Renault 1:19.965 24
2. Webber Red Bull Renault-1:20.175 + 0,210 35
3. Schumacher Mercedes 1:20.757 + 0,792 28
4. Alonso Ferrari 1:20.819 + 0,854 30
5. Hamilton McLaren-Mercedes 1:21.191 + 1,226 23
6. Kubica Renault 1:21.202 + 1,237 36
7. Rosberg Mercedes 1:21.271 + 1,306 27
8. Massa Ferrari 1:21.302 + 1,337 25
9. McLaren-Mercedes 1:21.364 Button + 1,399 26
10. Sutil Force India-Mercedes 1:21.518 + 1,553 32
11. de la Rosa Sauber-Ferrari 1:21.672 + 1,707 37
12. Liuzzi Force India-Mercedes 1:21.904 + 1,939 32
13. Kobayashi Sauber-Ferrari 1:21.931 + 1,966 29
14. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1:22.184 + 2,219 37
15. Barrichello Williams-Cosworth 1:22.192 + 2,227 33
16. Petrov Renault 1:22.435 + 2,470 35
17. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:22.449 + 2,484 34
18. Hulkenberg Williams-Cosworth 1:23.765 + 3,800 7
19. Trulli Lotus-Cosworth 1:24.209 + 4,244 26
20. Kovalainen Lotus-Cosworth 1:24.894 + 4,929 22
21. di Grassi Virgin-Cosworth 1:25.066 + 5,101 30
22. Chandhok HRT-Cosworth 1:25.972 + 6,007 23
23. Senna HRT-Cosworth 1:26.152 + 6,187 25
24. Glock Virgin-Cosworth 1:26.596 + 6,631 21

Peter Solberg lidera sob pressão na Nova Zelândia

Peter Solberg lidera o rally da Nova Zelândia com uma venatagem mínima sobre J.M.Latavva que continuará ao ataque nas classificativas finais do dia de hoje. O norueguês fez uma prova sem erros e mas já está sobre a mira dos Citroen WRC de Sebastien Ogier e Daniel Sordo, que procuram a sua primeira vitória na temporada. Miko Hirvonen perdeu muito tempo na etapa de ontem e está teoricamente fora dos primeiros lugares, mas afirmou à partida para a etapa de amanhã que irá conduzir como um louco…?. Sebastien Loeb, ainda está mais longe uma vez que deu um toque numa ponte durante a SS4 e agora chegar ao pódio tornou-se a prioridade do camponesíssimo francês que já venceu algumas SS depois do referido despiste. O filanandês jeri Katoma lidera os S2000 com 22s de vantagem sobre o líder do campeonato, mas já está longe dos WRC mais lentos. Na produção a luta pela primeira posição da Produção, tem estado centrada nos melhores pilotos que disputam o campeonato Ásia-Pacífica, mas é o quase desconhecido na Europa, Hayden Padden que lidera os acontecimentos…  Classificação (Top Teen): -1. Petter Solberg Citroen 1h35m51.3s;2. Jari-Matti Latvala Ford + 1,4 s;3. Sebastien Ogier Citroen + 3.9s;4. Dani Sordo Citroen + 8.7s;5. Mikko Hirvonen Ford + 20.2s;6. Matthew Wilson Ford + 1m09.7s;7. Sebastien Loeb Citroen + 1m19.8s;8. Henning Solberg Ford + 1m45.3s;9. Ford Jari Ketomaa + 4m18.00;10. Xevi Pons Ford + 4m40.5s

domingo, maio 02, 2010

Scoot Dixon, imperial em Kansas


Scott Dixon uma corrida sem adversários um autêntico passeio ?...

Dario Franchitti uma prova muito certinha sem incomodar o companheiro do team
Ryan Briscoe fez a primeira pole da época

A 5º prova da Indycar Series, marcava o regresso dos monulugares, aos ovais após as primeiras provas disputadas em circuitos urbanos ou permanentes. A primeira observação, de que a realidade no circuito de Kansas seria diferente ficou desde logo, registada pelos tempos dos treinos, que marcou uma nova ordem de posições com Ryan Briscoe a obter a pole position e com um Will Power, que dominou as primeiras provas a fazer tempos modestos que de resto se verificou durante todo o fim-de-semana. A prova ao longo das suas 200 voltas, excluindo as primeiras trinta e cinco voltas em que Briscoe foi o líder da prova e duas em que Dario Faranchitti passou pelo comando, Scott Dixon, dominou integralmente a corrida. E apesar das três interrupções devido a bandeiras amarelas, o piloto da Gnassi esteve sempre a dominar os acontecimentos e em cada nova partida o neo zelandês voltava a ganhar tempo e a isolar-se da concorrência. Dario Franchitti secundou praticamente o seu companheiro durante a prova e apenas foi ameaçado por Castro Neves que perdeu o pódio nas últimas treze voltas quando as bandeiras amarelas, o obrigou a nova partida, perdendo para o seu compatriota Tony Kannan um pódio que estava praticamente assegurado. Os japoneses H.Mutoh e Takuma Sato, fizeram ambos uma excelente prova, o primeiro esteve na luta pelo pódio e o segundo esteve ao nível do top five, todavia ambos acabariam por chocar entre si e ficariam obviamente fora de prova. A IRL prepara agora as 500 milhas de Indianápolis e o campeonato volta no final do mês

Classificação Geral

1. Scott Dixon Ganassi 1h50m43.1410s
2. Dario Franchitti Ganassi + 3.0528s
3. Tony Kanaan Andretti + 3.2210s
4. Helio Castroneves Penske + 3.8300s
5. Ryan Hunter-Reay Andretti + 6.1133s
6. Ryan Briscoe Penske + 6.7951s
7. Mario Moraes KV + 1 lap
8. Alex Tagliani Fazzt + 1 lap
9. John Andretti Andretti + 1 lap
10. Vitor Meira Foyt + 1 lap
11. Danica Patrick Andretti + 2 laps
12. Will Power Penske + 2 laps
13. Marco Andretti Andretti + 2 laps
14. Mike Conway Dreyer & Reinbold + 2 laps
15. Dan Wheldon Panther + 2 laps
16. Raphael Matos Luczo Dragon/de Ferran + 2 laps
17. Sarah Fisher Sarah Fisher + 2 laps
18. Justin Wilson Dreyer & Reinbold + 3 laps
19. Alex Lloyd Dale Coyne + 3 laps
20. Bertrand Baguette Conquest + 3 laps
21. Simona de Silvestro HVM + 3 laps
22. Mario Romancini Conquest + 4 laps

sábado, maio 01, 2010

A SKoda domina, Kris Meeke o mais rápido sem ganhar...

Jan Kopec uma vitória feliz sem ser o mais rápido no asfalto canário 

Kris Meeke o mais rápido numa prova infeliz


Ruben Garcia melhor local e vitória na Produção

Jan Kopecky confirmou todas as expectativas que apontavam para a vitória na edição de 2010, do Rally das Ilhas Canárias, numa etapa em que teve de se defender da Juho Haninen que foi recuperando gradualmente na etapa de hoje, sendo o piloto mais rápido entre os Skoda Motorsport. Guy Wilks obteve mais um pódio (3º), numa prova em que completar a prova era a única exigência que se podia após as dificuldades de adaptação do seu carro ao asfalto canário. Kris Meeke venceu nove SS e mostrou uma vez mais que para além de ser o campeão de IRC em título é sem dúvida o piloto mais rápido entre os S2000 e a vitória absoluta foi apenas condicionada pelo furo da 1ªEtapa. Bruno Magalhães esteve mais à vontade nas Canárias e o pódio estaria perfeitamente ao seu alcance, os problemas mecânicos e o desgaste excessivo dos pneus no dia de hoje (sábado), foram um obstáculo para um resultado mais de acordo com a sua valia que ainda não se observou na presente temporada, mesmo considerando que se trata de um ano de aprendizagem. O canário Ruben Garcia contra todas as expectivas acabou por ser o melhor espanhol espanhol em prova,em que os pilotos locais estiveram longe da luta pelas primeiras posições como de resto é um hábito no rally canário. Classificação (8º primeiros):1. Jan Kopecky 2h12m27.4s Skoda;2. Juho Hanninen Skoda + 9.1s;3. Guy Wilks Skoda + 36.4s;4. Kris Meeke Peugeot + 1m05.5s;5. Bruno Magalhães Peugeot 1m17.8s +;6. Alberto Hevia Skoda + 1m25.1s;7. Ruben Gracia Mitsubishi + 10m06.5s;8. Sergio Vallejo Ford + 12m49.7s;9. Jose Subaru Barrios + 13m12.8s;10. Yeray Lemes Ford + 14m12.4s

sexta-feira, abril 30, 2010

A Skoda domina a belo prazer nas Canárias,



A etapa de hoje do Rally das Ilhas Canárias, a primeira da prova espanhola foi marcada pelo duelo dos protagonistas habituais do IRC. Kris Meeke, esteve muito agressivo liderando a prova com alguma facilidade, vencendo cinco classificativas, porém um furo durante a SS de Ingénio o mais longa do Rally, afastou-o da liderança e da luta pela vitória, uma vez que se encontra a mais de um minuto de Jan Kopecky que embora acompanhando o ritmo do britânico estava já a cerca de duas dezenas de segundos. Os Skoda S2000, dominam assim o pódio do rally,se Juho Hanninen deverá atacar o seu companheiro, Guy Wilks voltará amanhã a procurar um melhor acerto para o Fabia S2000 que durante o dia de hoje lutou com problemas de estabilidade e nesse contexto o britânico da Skoda Motorsport deverá utilizar molas mais duras.

    Jan Kopeck lidera à vontade a prova espanhola do IRC


   Kris Meeke está fora da luta pela vitória mas hoje voltou a demonstrar que sem problemas é o mais rápido no IRC

Bruno Magalhães é agora o melhor não Skoda na geral e apenas alguns problemas de motor que condicionou o desempenho do seu S2000 o impediu de lutar pelo pódio, numa prova em que o piloto português se sentiu à vontade já que as semelhanças de algumas SS com as que encontra no Rally da Madeira são evidentes. Alberto Hevia é o melhor entre os pilotos da pátria de Cervantes, enquanto na Produção dominam os pilotos Canários sempre rápidos no seu rally.Sérgio Vallejo, vencer da edição do ano passado, encontra-se nos lugares pontuáveis mas se inicialmente foram os pneus a explicar a perda constante de tempo mais tarde seria a transmissão. Classificação 1ª etapa:

1º Jan Kopecký/Petr Starý - Skoda Fabia S2000 1h20m25,0s
2º Juho Hänninen/ Mikko Markkula - Skoda Fabia S2000 +13,4s
3º Guy Wilks/Philip Pugh - Skoda Fabia S2000 +31,4s
4º Bruno Magalhães/Carlos Magalhães - Peugeot 207 S2000 +49,3s
5º Alberto Hevia / Alberto Iglesias - Skoda Fabia S2000 +1m17,4s
6º Kris Meeke/Paul Nagle - Peugeot 207 S2000 +1m28,0s
7º Sérgio Vallejo / Diego Vallejo - Ford Fiesta S2000 +3m35,6s
8º Thierry Neuville / Nicolas Klinger - Peugeot 207 S2000 +3m40,9s
9º Ruben Garcia / Diego Sanjuan - Mitsubishi Lancer Evo X +5m51,5s
10º José A. Suarez / Candido Cabrera - Mitsubishi Lancer Evo X +5m55,8s

sexta-feira, abril 23, 2010

A bomba germânica - o 911


Bjorn Waldeggard um especialista dos 911S



A Porsche Martini brilhou no doloroso Safari


Jean Luc Therier, 3º em Monte Carlo 1983  

Américo Nunes em Monte Carlo o sr. Porsche em Portugal



O Porsche 901 seria a primeira designação utilizada no Salão de Automóvel de Frankfurt de 1963 no entanto, a Peugeot levantou objecções a esse número, já que a marca francesa utilizava frequentemente a nomenclatura de 205, 403, 404, etc. De modo que Ferry Porsche não hesitou em utilizar a numeração “911”. No Verão de 1964, um novo modelo era apresentado ao público o 911 série A. As características técnicas do 911S, tinham por base um chassis com um comprimento de 4.430 metros e uma largura de 1.765 metros, para um motor de 3600 cc , 360 hp e um peso de 1370Kg.No ano seguinte surgia no mercado uma nova versão, o 911 Targa, em homenagem a famosa prova integrada na famosa corrida italiana, Targa Florio. Mas a versão mais famosa do carro alemão surgia em 1966 com o 911S. Em 1973, a Porsche participava nas primeiras competições automóveis e o modelo 911S surgia inscrito no agrupamento de turismos (GT), tanto em Rallys como velocidade. Nos circuitos americanos, Greg e Haywood, obtiveram o seu primeiro grande êxito internacional nas 24 Horas de Daytona (1973) e nas 12 Horas de Sebring (1973).O Porsche na versão Carrera RS, com a mesma equipa venceria em 1975 novamente em Daytona e em 1976, seria a vez de Holbert e Keyser, venceream em Sebring. Nos anos seguintes, a Porsche dominava totalmente as duas clássicas norte-americanas até 1987, um verdadeiro recorde. Mas seria no Mundial de Rallys, sem disputar qualquer campeonato na integra ou parcial, que a Porsche tornou-se conhecida e desejada nas florestais internacionais, o primeiro grande resultado ocorreu nos 1000 Lagos de 1973, quando o local Leo Kinnunen terminaria no pódio (3º). No mesmo ano, alguns privados terminaram no top tem, Américo Nunes (5º em Portugal), Klaus Russiling (7º nos Alpes e 1º privado) e “Gedehem" (8º na Córsega). Em 1974, Bjorn Waldegaard por pouco não ganha o Safari é 2º e 1ºGrupo 4), de recordar que antes do Mundial de rallys o campeão sueco com um 911s da primeira geração ganhou os Rallys de Monte Carlo e da Suécia, consecutivamente em 1971 e 1972. E o privado, e desconhecido “Iccudracc”( 5º San Remo); Em 1975, o Carrera RS obtém dois resultados através de privados (7ºRouget em Monte Carlo) e Bianchi (5ºSan Remo). Os Carrera RS, continuam a alimentar as esperanças dos privados nas temporadas nos anos 70, em 1976 (Guy Freguelin, então um desconhecido é 7º em Monte Carlo e Nicolas Koob o 9º e no ano ano seguinte 7º). Mas o Gerard Swaton um desconhecido é o melhor não oficial no clássico rally do Mónaco é 5º e vence o Grupo 3 no Tour de France e 9º à geral. Gardvot um veterano é 9º em San Remo. Os irmãos Almeras obtém o seu melhor resultado internacional foram 6º no Tour francês. E na temporada de 1978 o primeiro grande resultado do Carrera 3l, Jean Pierre Nicolas sem carro oficial aluga um Porsche aos Almeras e vence o Monte Carlo. No Safari e com as cores da Martini Racing, a Porsche apresenta o novo 911SC, o local Vic Preston JR é 2º atrás do vencedor de Monte Carlo que correu com um Peugeot 504V6 Coupe. Bjorn Waldegaard foi 4º no regresso ao Porsche na aventura africana. Nos 1000 Lagos, Per Eklund num SC é 4º e o melhor não finlandês e em San Remo, velhos Carrera RS brilham e três Porsches nos sete primeiros, Francis Vicent (3º), Bip - Bip (7º) e Cristian Gardvot é 7º. No Tour de France, Jackes Almeras é 7º no primeiro grande resultado do RSR em rallys e Jean Ragnotti na única prova que esteve ao volante do carro alemão foi 8º. Em 1979 os 911SC mantiveram-se fora do mundial e os privados continuavam a aproveitar o interno Carrera RS , Jackes Almeras era 9º em Monte Carlo e na Córsega, o corso, F.Moreau era 3º num 911SC privado e o ainda desconhecido Alan Coppier era 4º com um Carrera RS e em 1980 ao volante de um 911SC chegava ao 3º no asfalto da Córsega. No final do ano o espanhol, António Zainin ganhava o Europeu de Rallys , o 911SC ganhara na Costa Brava, no Halkidikis, Zlanti Piassatzi, na Polónia, em Montseny/Guillerias e na Catalkunha. 1981 era o ano da popularidade no Mundial dos 911SC e os resultados sucediam-se em mãos privadas: 9ºMonte Carlo (Jackes Ameras); 9ºSuécia (Per Eklund) e 8ºGerard Swaton (Córsega). Em 1982, os melhores pilotos do campeonato francês, utilizavam o 911SC e os resultados sucediam-se nas suas participações no Mundial (3º Jen Luc Therier e 4º Guy Frequelin em Monte Carlo) e Bernard Beguin era 3º na Córsega. Na época dos Grupo B os 911SC surgiam com as cores da Rothmans em 1985, na Córsega, Beguin era 3º e o britânico, Bill Coleman o 4º. E o último resultado de relevo no Mundial de Rallys seria obtido pelo veterano Cristian Gardavot que com um Carrera RS de 1973 era 9º na geral, na Córsega de 1986,  um feito na época dos super carros. Em Portugal o senhor Porsche chamava-se Américo Nunes, venceu dois títulos nacionais e venceu 18 rallys, mas no notável foi também as perfomances de António Borges, campeão nacional de Rallys em 1972 e 5º no Europeu de 1974 quando o mesmo ainda era uma competição prestigiada. Por último, uma pequena referência a marca Porsche, que herdou o nome de Ferdinand Porsche que desenhou o primeiro Wolswagen , o Carocha, por ordem de Hilter, tendo falecido em 1951. Todavia, a marca Porsche seria registada pelo seu filho dois anos antes da sua morte, que preferiu um modelo super desportivo ao êxito comercial do carro do povo, projectado pelo seu pai.

domingo, abril 18, 2010

Loeb e o C4 voltaram, a ganhar.


   Palavras para quê? ..... é o campeoníssimo Sebastien Loeb ... 



   Peter Solberg espectacular como sempre mas incapaz de bater Sebatian Loeb



    J.M.Latvava passou o fim-de-semana a recuperar do despiste na 1º Etapa.

Sebastien Loeb venceu naturalmente o Rally da Turquia que dominou com toda a tranquilidade, triplicando no dia de hoje a vantagem adquirida durante o dia de ontem sobre Peter Solberg. Por sua vez o norueguês que tinha um 1 s de vantagem no inicio da etapa de hoje ampliou de forma clara a mesma e chegou ao fim do rally com um minuto. De facto, Miko Hirvonem acabou por bater numa pedra e furar e como tal ficaria, longe de qualquer luta pelos lugares cimeiros. Daniel Sordo, ficaria fora do Rally a duas SS do final permitindo a subida de Sebastian Ogier à geral numa prova que o francês jamais esteve em condições de lutar pelas classificativas do rally como tinha acontecido na 1ªEtapa. Nestas circunstâncias, o rally foi demasiado monótono e desinteressante do ponto vista competitivo, mas de assinalar a recuperação, mais de que tudo uma obrigação de J.M.Latvava de pontuar e o excelente 5º lugar de Kimi Reikkonen que termina a prova num lugar pontuável e ganhando quase um minuto a Frederico Villagra que não sendo um piloto de ponta, tem andando por vezes próximo ou à frente dos semi-oficiais, ou seja o finlandês vai progredindo na sua aprendizagem no WRC. Todavia o campeonato, continua pouco entusiasmante, face ao domínio de Sebastien Loeb e dos Citroen C4, que este ano estão mais longe dos Focus WRC ? … :Classificação oficial (8ºs): 1 Sebastien Loeb Citroen 3h01m38.7s;2. Petter Solberg Citroen + 54.5s;3. Mikko Hirvonen Ford + 1m43.4s;4. Sebastien Ogier Citroen + 3m46.0s;5. Kimi Raikkonen Citroen + 6m44.3s;6. Federico Villagra Ford + 7m56.7s;7. Matthew Wilson Ford + 8m29.8s;8. Jari-Matti Latvala Ford + 19m44.2s

O Ford GT estrea-se a ganhar no novo FIA -GT1


Surpreendente vitória do Ford GT do team Thomans Mutch no circuito de Yas Marina no Dubai, onde uma vez mais um ex-piloto de monolugares , Romain Grosejan dominou a corrida, terminando com a vantagem de mais de 20s sobre os Corvette que foram os principais adversários do piloto francês. Os Maseratis não justificaram o seu favoritismos e os habituais pilotos de GT estiveram longe do andamento dos estreantes, Romain Grosejan e Andrea Zuber, que foram os mais rápidos na prova de estreia do GT1- FIA. A equipa luso brasileira, Miguel Ramos/Enrique Bernoldi acabaram na 6ª posição numa prova em que teoricamente poderiam lutar pelo pódio.

Classificação oficial.
 
1. Grosjean / Mutsch 1h01m14.892s Ford Matech;2. Zuber / Hennerici Phoenix Corvette + 23.061s
3. Hezemans / Piccini Phoenix Corvette + 26.485s;4. Bertolini / Bartels Maserati Vitaphone + 34.075s;5. Zonta / Daniel Lamborghini Reiter + 49.496s;6. Ramos / Bernoldi Vitaphone Maserati + 53.059s;7. Bobbi / Longin Triple H + Maserati 1m00.565s;8. Haase / Kox Lamborghini Reiter + 1m12.694s;9. Margaritis / Heger Triple H + Maserati 1m24.473s:10. Müller / Maassen Corvette Mad Croc + 1m26.254s;11. Turner / Enge AMR Aston Martin + 1m26.848s;12. Campbell-Walter/Hughes Nissan Power Sumo + 1m28.174s;13. Leinders / Martin VDS + Marc Ford 1m37.634s;14. Moser / Swiss Wendlinger Nissan + 1m59.534s;15. Salo / Corvette Mad Croc Kuismanen + 2m01.150s16. Krumm / Dumbreck Sumo Nissan + 1 volta;17. Basseng / Jäger Münnich Lamborghini + 4 voltas18. Piccione / Hirschi Aston Martin AMR + 6 voltas;19. Makowiecki / Dumas AMR Aston Martin + 13 voltas;20. Pastorelli / Schwager Münnich Lamborghini + 16 voltas;21. Ara / Nilsson suíço Nissan + 27 voltas

Motores Mercedes dominam o pódio GP da China



Jenson Button, obteve hoje a segunda vitória do ano e sétima da sua carreira numa prova caótica, mas muito competitiva e interessante de seguir. Se é certo, que o inglês, fez uma prova táctica e beneficiou tal como Nico Rosberg, do número inferior de paragens na box, a verdade é que a sua prova em condições meteorológicas difíceis foi de um verdadeira campeão, demonstrando que o título de 2009 não foi apenas, mérito do chassis da Brawn. O Grand Prix, iniciou-se com a partida fantástica de Fernando Alonso, que rapidamente se descolou dos Red Bull, mais tarde verificou-se que a mesma foi uma manobra de antecipação sendo penalizado ainda durante o GP.Mas um pião de V.Liuzzi, determinou  a saída de vários F1 e a entrada do Safety Car a partir daí e até meio da prova, acertar nos pneus era uma lotaria, a chuva, provocava a alternância, de piso molhado e quase seco e nestas circustâncias Fernando Alonso, Lewis Hamilton e Sebastien Vettel, perdiam-se em lugares modestos da classificação, em função do número de idas à box. Keke Rosberg passava a liderar seguido de Button, que chega ao comando na 40ºvolta, Kubica e Petrov, brilhavam e tudo parecia decidido. Mas a 22º volta, o safety car volta à pista, um novo Grand Prix tinha início, a rapidez de Lewis Hamilton era coroada de êxito, um segundo lugar e a primeira dobradinha da Mclaren devia-se a sua notável recuperação e só não atacou Button porque o desgaste dos pneus impedia tal atitude. Fernando Alonso, chegaria ao 4º e esteve na mira de Nico Rosberg que fez a melhor prova da temporada ao contrário de Michael Schumacher, que mesmo à chuva voltou a perder para a nova geração, inclusivamente para V.Petrov, a revelação da prova e os  primeiros pontos para o Mundial de F1 de um piloto do Leste. A Red Bull, não revelou a rapidez e a segurança que o RB R6, tinha demonstrado na qualificação. De referir também que a ultrapassagem de Lewis Hamilton e Sebastien Vettel, está a ser analisada pelos comissários de pista em função da ultrapassagem efectuado pelo inglês ao alemão, mas nada impedirá para que Jenson Button mantenha a liderança a nível de pilotos e a Mclaren a nível de construtores.

Resultados provisórios;

Grande Prêmio da China
Circuito Internacional de Xangai, China;
56 voltas, 305,066 km;
clima: condições mistas.

Classificação provisória:

1. Button McLaren-Mercedes:1h44 42,163;2. Hamilton McLaren-Mercedes + 1,530;3. Rosberg Mercedes + 9,484;4. Alonso Ferrari + 11,869;5. Renault Kubica + 22,213;6. Vettel Red Bull-Renault + 33,310;7. Renault Petrov + 47,600;8. Webber Red Bull-Renault + 52,172;9. Massa Ferrari + 57,796;10. Schumacher Mercedes 1:01.749 +;11. Sutil Force India-Mercedes 1:02.874 +;12. Barrichello Williams-Cosworth 1:03.665 +;13. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:11.416 +;14. Kovalainen volta Lotus-Cosworth + 1;15. Hulkenberg Williams-Cosworth volta + 1;16. Senna HRT-Cosworth + 2 voltas;17. Chandhok HRT-Cosworth + 4 voltas

Volta mais rápida: Hamilton, 1:42.061


                                                   O pódio da qualificação


Sebastien Vettel, obteve a sua terceira pole da temporada e sétima da sua carreira, numa qualificação em que os Red Bull , impuseram-se sem dificuldade à concorrência. Perante uma Ferrari irregular tal como a Mercedes e uma Mclaren longe dos tempos em que discutiam as poles, na corrida seria diferente, mas uma vez mais os carros ingleses mostraram-se inferiores em qualificação, apesar de possuirem provavelmente o piloto mais rápido da actualidade, Lewis Hamilton.  

Tempos das qualificações - Q1 Q2 Q3

1. Vettel Red Bull-Renault 1:36.317 1:35.280 1:34.558;2. Webber Red Bull-Renault 1:35.978 1:35.100 1:34.806;3. Alonso Ferrari 1:35.987 1:35.235 1:34.913;4. Rosberg Mercedes 1:35.952 1:35.134 1:34.923;5. Button McLaren-Mercedes 1:36.122 1:35.443 1:34.979:6. Hamilton McLaren-Mercedes 1:35.641 1:34.928 1:35.034;7. Massa Ferrari 1:36.076 1:35.290 1:35.180;8. Kubica Renault 1:36.348 1:35.550 1:35.364;9. Schumacher Mercedes 1:36.484 1:35.715 1:35.646;10. Sutil Force India-Mercedes 1:36.671 1:35.665 1:35.963;11. Barrichello Williams-Cosworth 1:36.664 1:35.748;12. Alguersuari Toro Rosso-Ferrari 1:36.618 1:36.047;13. Buemi Toro Rosso-Ferrari 1:36.793 1:36.149;14. Petrov Renault 1:37.031 1:36.311;15. Kobayashi 1:37.044 Sauber-Ferrari 1:36.422;16. Hulkenberg Williams-Cosworth 1:37.049 1:36.647;17. De la Rosa Sauber-Ferrari 1:37.050 1:37.020;18. Liuzzi Force India-Mercedes 1:37.161;19. Glock Virgin-Cosworth 1:39.278;20. Trulli Lotus-Cosworth 1:39.399;21. Kovalainen Lotus-Cosworth 1:39.520

sexta-feira, abril 16, 2010

Zuber o mais rápido na qualificação do GT1-FIA


Andrea Zuber que se destacou na GP2, fez a primeira pole, da história do novo FIA GT1 que decorre em Abu Dhabi, o jovem piloto rodou em 2m06.780. Um tempo supersónico , quase um segundo mais rápido que os seus principais adversários em pista. Se Frederic Makowieck é um desconhecido. Enrique Bernoldi, é um ex-piloto da F1 que faz equipa com Miguel Ramos, ficou pelo terceiro tempo, porém a equipa luso-brasileira do Maserati e que se expressa na língua de Camões é considerada por alguns especialista como uma das grandes favoritas à vitória do campeonato. Entre as marcas de assinalar a luta entre os Corvette e os Maseratis, enquanto que Peter Kox (7º), seria o melhor entre as “máquinas construídas de raiz de acordo com a regulamentação do GT1-FIA, mais modestas foram as prestações dos Ford GT e dos Nissan, mas a prova é sempre outra questão. Finalmente de assinalar que a prova de qualificações foi interrompida pelo acidente dramático do Ford GT de Natacha Gachnang, que apesar de tudo apenas sofreu uma fractura simples numa das pedras e abandonou à momentos o hospital.



Pos Drivers Team / Time Gap Car

1. Zuber / Hennerici Phoenix Corvette 2m06.780s;2. Makowiecki / Délétraz Hexis Aston Martin 2m07.705s + 0.925s; 3. Bernoldi / Ramos Maserati Vitaphone 2m07.049s + 0.983s;4. Maassen / Muller MadCroc Corvette 2m08.049s + 1.269s;5. Bertolini / Bartels Maserati Vitaphone 2m08.070s + 1.290s;6. Salo / Kuismanen MadCroc Corvette 2m08.078s + 1.298s;7. Kox / 2m08.090s Reiter Haase Lamborghini + 1.310s;8. Turner / Enge Young Driver Aston 2m08.143s + 1.363s;9. Krumm / Nissan SumoPower Dumbreck 2m08.287s + 1.507s;10. Leinders / Martin VDS Marc Ford 2m08.322s + 1.542s;11. Mutsch / Grosjean Matech 2m08.463s Ford + 1.683s:12. Margaritis / Heger Triple H Maserati 2m08.494s + 1.714s:13. Ara / Nissan SRT Nilsson 2m08.610s + 1.830s;14. Wendlinger / Mosler SRT 2m08.652s Nissan + 1.872s:15. Palttala / Kuppens VDS Marc Ford 2m08.737s + 1.957s:16. Bobbi / Longin Maserati 2m08.787s Triple H + 2.007s:17. Jager / Basseng 2m08.798s Lamborghini Todos inkl, + 2.018s:18. Piccione / Hirschi Hexis Aston Martin 2m09.046s + 2.266s:19. Hughes / Nissan SumoPower Campbell-Walter 2m09.446s + 2.666s:20. Nygaard / Mucke /Aston2m09.629s + 2.849s21. Gachnang / Allemann Matech 2m09.964s Ford + 3.184s22. Zonta / Lamborghini Reiter Daniel 2m10.261s + 3.481s23. Pastorelli / Schwager 2m10.628s Lamborghini, + 3.848s24. Hezemans / Piccini Phoenix Corvette 2m16.352s + 9.572s

A Citroen já domina o WRC naTurquia.


O domínio dos C4 mantém-se nas estradas da Turquia, ainda que não seja Sebastien Loeb, o líder da prova, que se encontra atrás dos Focus RS. De facto, a grande esperança dos rallys franceses da actualidade o francês, Sebastian Ogier é o líder da prova com apenas do 2s de Daniel Sordo, que está a fazer a melhor exibição da presente temporada e cada vez mais se sente ameaçado por Ogier. Miko Hirvonen, numa toada táctica é o melhor da Ford, mas longe não parece tão vontade como os homens da Citroen. Kimi Reikkonen, roda nos pontos mas em tempos muito inferiores aos pilotos oficiais e semi-privados. A caminho da Super Especial, a classificação provisória (resultados pontuáveis) :1º S.Ogier (Citroen C4) 53.36; 2ºD.Sordo (Citroen C4) a 2.8; 3ºM.Hirvonen (Ford Foucus RS) a 9.2s;4ºP.Solberg(Citroen C4) a 18.3s; 5ºS.Loeb (Citroen C4) a 25.3s; 6ºJ.M.Latvava (Ford Focus RS) a 26.1; 7ºFrederico Villagra (Ford Focus RS) a1m 22.8 e 8ºK.Reikkonen (Citroen C4) 1.48.0.