sábado, janeiro 05, 2013

Jan Kopecky ... uma vitória brilhante tirada a ferros nas últimas SS



Jan Kopecky esteve a um nível muito elevado nas especiais de Bed Zell  ... 
superando o tempo perdido no final da manhã ( in ERWC- Ivo Nesrovernal) 

Bryan Bouffer perdeu o Rally na última especial ... mas acabou por fazer uma boa prova


Raimund Baumschlager um veterano ...brilhante ... mas com estrada seca teria mais possibilidades ...!!!( in ERWC- Ivo Nesrovernal) 

Vaclav Pech uma boa surpresa num modelo cuja fiabilidade é uma limitação...
( in ERWC- Ivo Nesrovernal) 





O renovado Europa de Rallys que na prática não é mais do que o herdeiro do Internacional Rally Challenge, voltou às estradas da Europa e encontrou na Áustria a sua prova de abertura. Considerando as forças em  presença no Rally Janner, foi notada desde logo a ausência da M Sport que alinhará com Ott Tanak e provavelmente com ex-piloto de F1.  Roberto Kubica. Sentida também a ausência de Giandomenico Basso que fará o campeonato com um Ford Fiesta RS2000  e de Luca Rossetti que contará com um Skoda Fabia S2000. Mas, a Skoda Motorsport, estava presente com Jan Kopecky que teoricamente tem todos os meios para vingar finamente numa competição internacional, apesar da marca checa, deverá marcar pontualmente a sua presença em apenas algumas provas, ainda que esteja muito interessada em testar as potencialidade de Esapekka Lappi que é a grande esperança finlandesa para os próximos anos. A primeira etapa, foi marcada logo no seu início pela selecção dos pneumáticos, face à chuva, neve e gelo, que marcou as especiais da primeira etapa, onde Jan Kopecky dominou os acontecimentos sem grande contestação, em parte beneficiando das dificuldades que Bryan Bouffier sentiu relativamente ao acerto dos pneus em função dos pisos escorregadios que marcou a parte inicial da etapa. O veterano Raimund Baumschlager esteve a um nível elevado chegando mesmo à liderança antes de perder um minuto, num momento em que a chuva e neblina se abateram sobre as especiais da tarde. Vaclav Pech em determinados momentos andou ao nível de Jan Kopecky, mas o checo não se sentiu à vontade no gelo austríaco, acabando por ter várias saídas e uma delas provocou problemas eléctricos no seu pequeno bólide e a perda de mais de um minuto, acabando com o seu objectivo de terminar nos lugares de pódio, já que se atrasou de forma significativa. François Delecour, com 207 S2000 da Kronos, acabou por ter uma etapa, desastrosa, com problemas de caixa de velocidade, uma saída de estrada necessitando do público para voltar à prova e uma penalização que acabou por atrasar ainda mais o francês que apesar da sua veterania revela-se ainda muito rápido. A etapa de hoje, iniciou-se com Jan Kopeck ao ataque e ganhar mais 4s a Bryan Bouffer que passava a estar 24s do líder , a chuva e a temperatura à volta dos 6º graus, atrasava a concorrência e com exclusão de Raimund Baumschagler a 41s  …. Toda a caravana estava a fazer mais dois minutos que o piloto da Skoda Motorsport, numa especial em que a ida à lama foi uma característica dominante como testemunhavam as carroçarias da maior parte das máquinas em presença. Nas SS12 e SS13, assistia-se à recuperação de Bryan Bouffer que  ganhou cerca de 10s ao piloto checo da Skoda, que respondeu  na especial seguinte ganhando mais 6s … François Delecour mantinha a 5º posição por um fio, mas fazia um tempo ao nível dos carros da produção, com pneus slicks, cortados à mão, numa classificativa marcada por uma chuva intensa. Mas, na SS15 , François Delecour era vítima de um furo e perdia duas posições para os seus adversários equipados com carros de Produção na frente, Jan Kopecky furava e Bryan Bouffer chegava à liderança da prova com uma vantagem de 4s … Raimund Baunschagler  continuava muito rápido mas controlando os sus ímpetos evitando qualquer saída de estrada. No final da SS16, Jan Kopecky voltava a ganhar 2s ao piloto francês e passava para a 2ª posição, afirmando no final da mesma, que faltavam ainda duas especiais, mas não podia cometer qualquer erro já que não dispunha de pneumático de substituição. Por sua vez, o novo líder afirmava que necessitava de manter a concentração, pois é muito fácil cometer um erro e furar de seguida. Raimund Baunschagler continuava na exceptiva e no Servicee Park, confirmava esse sentimento ao afirmar que “continuava a apostar no andamento cauteloso”. Vaclav Pech já com o 4º posto consolidado, apenas desejava continuar a fazer bons tempos e evitar qualquer problema”. A partida para a SS17, o checo da Skoda Motorsport, com chuva torrencial afirmava que “ vou tentar ganhar a especial…” e de forma surpreendente o Fabia S2000 ganhava décimos atrás décimos, depois segundos e ao fim de 25 Km de muita expectativa ganhava nada menos que 10s tantos que o separavam do Bryan Bouffer a uma classificativa do final.  A última especial, acabaria por ser mais um festival de condução,  com o piloto da Skoda Motorsport, a ganhar a primeira prova da temporada do ERC com meio segundo de vantagem relativamente a Bryan Bouffer que embora muito decepcionado afirmava “ eu tentei fazer o melhor, mas foi complicado, o Jan  atacou o tempo todo”  … Raimund Baumschlager apesar de ter chegado ao pódio afirmava:   "Hoje eu não tive nenhuma chance. Este ano foi muito louco. É uma pena que o tempo não fosse  normal” … de facto, a chuva intensa, a neve e o gelo, tornou as especiais do Rally Janner, muito sujas e com lama em certas áreas das especiais de classificação. Ao contrário do que se esperava o ex-piloto da Ford no WRC, François Delecour apesar de todas as circunstâncias era um piloto relativamente satisfeito:  Foi importante para chegar ao fim do rali e marcar pontos, mas foi difícil. Esta prova deve ser uma das dez mais complicadas do campeonato. 

Classificação Geral Provisória       

1.  Jan Kopecky           Skoda Fabia S2000                    1h30m36.5s
 2.  Bryan Bouffier        SC Ateneo Peugeot 207 S2000            + 5s
 3.  Raimund Baumschlager  BRR Skoda  Fabia S2000                  + 1m 18s
 4.  Vaclav Pech           Invelt Mini  JC              + 2m 47s
5.  Beppo Harach          DiTech Mitsubishi  Lancer        + 3m31s
6.  Kajetan Kajetanowicz  Lotos Subaru  Imprenza             + 2m53.3s
7.  Francois Delecour     Kronos Peugeot 207 S2000             + 2m49.3s
 8.  Jaroslav Orsak        GPD Mit Metal Mitsubishi Lancer   + 6m 33s
9.  Jan Cerny             Czech Skoda  Fabia S2000              + 5m28.6s
10.  Jaromir Tarabus       Ak Brno Skoda  Fabia S2000            + 7m.5s

quarta-feira, dezembro 26, 2012

Danon Hilll ... um campeão feito na Wiliams ....



Danon Hill na hora da despida da F1


Danon Hill no final da carreira ainda brilhou com  Jordan 199 Mugen~Honda em 1998


Danon Hill com o pouco competitivo Arrows A18-Yamanha V10 lutou pela vitória no GP Hungria (in Fórmula 1, 25 Anos, coord de F.Santos) 

Danon Hill com Wiliams FW18  no ano do título (F.Santos -Kodak Parther) 

Danon Hill,  ao contrário dos pilotos da sua geração, não tinha um currículo de campeão nas fórmulas de ascensão  o único cartão de visita para chegar ao top do desporto automóvel era sem dúvida o facto de ser filho de Granham Hill uma lenda britânica na Fórmula 1. De resto,  as suas qualidades foram evidenciadas de forma pontual, quer na Fórmula 3 quer na Fórmula 3000, antes de chegar à F1, em 1992. Com 31 anos estreia-se na Brabham em substituição da italiana Giovanni  Amati, numa fase em que aquela equipa estava em plena decadência e apenas lhe permitia ocupar um lugar nas últimas filas dos grandes prémios. Mas, a sua afirmação como piloto de F1, deve-se em parte a situação de piloto de testes da Wiliams Renault que lhe permitiu um lugar como piloto titular quando Nigel Mansel trocou a F1 pela Cart em 1993. A sua primeira vitória ocorreu no GP de Hungria depois de ter dominado o GP da Alemanha na prova anterior onde foi obrigado a abandonar vítima de um furo lento no pneu traseiro. Em 1994 é promovido a primeiro piloto da Wiliams, após o trágico acidente de Ayrton Senna no GP de Imola que era então a grande aposta de Frank Wiliams. Surpreendente ou não, devido em parte à competitividade do FW15 C,  chega ao final da temporada em luta directa com Michael Schumacher, que  na última prova da temporada acabou por tocar no britânico que em circunstâncias normais teria ganho a prova e o título mundial. Em 1995 voltava a ser vice-campeão, mas em 1996 chegava finalmente ao título, mas Frank Wiliams estava já rendido ao jovem rookie na F1 -Jacques Villenueve . Todavia em 1997, aceita o projecto da Arrows termina em 12º no Mundial, mas sem lugar nas equipas de ponta assina com a Jordan para as temporadas de 1998 e 1999, obtendo respectivamente a 6º e a 12º posição nas respetivas temporadas. A sua última temporada, foi marcada pela falta de motivação, depois do GP do Canadá revelou que o seu espírito estava muito mais ligado à sua família mas continuou na equipa até final do campeonato. Em Suzuka, quando se despistou na 16ª volta à velocidade média de 220 Km/h afirmou que “Não tenho mais por que arriscar. Teria mais a perder do que a ganhar se continuasse. Tenho pena de abandonar e gostaria de ter terminado melhor, mas a F1 é passado. Tenho muitas boas memórias para levar comigo” … Tais palavras levaram alguns especialistas da modalidade a afirmar que nem todas as estrelas sabem abandonar no topo … numa alusão à sua última e modesta temporada na F1.  Estatística: participou em 122 Grandes Prémios; obteve 22 vitórias,  20 poles 19 voltas mais rápidas e  42 pódios    


quinta-feira, dezembro 20, 2012

Em 2012 foi assim nos rallys internacionais ...

Jody o campeão africano da F1....

Ken Tyrrel apostou no agressivo Jody e contribui para um piloto de top na F1 nos tempos do 007
(foto H.W.Sclegelmin)

Jody Sheckter acompanhou com sucesso a aventura de Walter Wolf na F1 
(foto H.W.Sclegelmin)


GP Mónaco de 1979 - Jody Scheckter  na corrida para o título ... (foto de R.W.Sclegelmin)




Jody Scheckter foi o primeiro e único piloto de Fórmula 1 do continente africano, nascido a 29 de Janeiro de 1950, na África do sul, iniciou a sua actividade no desporto motorizado pelo Karting mas a sua notoriedade a nível local está confinada ao seu Renault R8 Gordini. Porém Jody estava apostado numa carreira desportiva internacional e aos 20 anos estreou-se na Fórmula Ford em Inglaterra numa época em que a FF e a F3 (Fórmula 3) eram os passos a seguir para quem pretendia fazer uma carreira internacional no desporto automóvel. Sem grandes resultados, mas com algum talento reconhecido, estreia-se com Mclaren-Ford em Waltkins Glen última prova da temporada de 1972, terminando na 9ª posição mas surpreendendo os “patrões da F1”, o sul africano dos caracóis tinha rodado na 3ª posição no seu primeiro grande prémio durante a corrida. Para 1973, a Mclaren alinha com um terceiro carro e o sul africano, demonstra o seu talento ao vencer o campeonato de F 5000 que era então um campeonato de monolugares com algum prestígio. Na Fórmula 1, não foi feliz na sua corrida natal foi 9º mas em Castellet (GP de França) volta a confirmar o seu talento e rapidez e luta pela vitória, com Emerson Fitipaldo, mas é vítima de um acidente e em Silvestorne sucede-se outro acidente, logo à partida do Grand Prix, com Jody Scheckter ficam onze pilotos fora de prova e imprensa da especialidade, condena o jovem piloto, as designações de “perigoso” e “agressivo” surgem nos periódicos da modalidade, faz mais dois Grandes Prémios e termina a temporada. Porém, a carreira de Jody Scheckter estava longe de ter chegado ao fim, o título da F 5000, não era um título menor e Ken Tyrrel ainda traumatizado pela perda de François Cévert preparado para substituir Jackie Setwart, aposta em Jody e no ano de estreia na Tyrrel duas grandes vitórias na Suécia e na Inglaterra que marcava o regresso a Brands Hatch. Um pódio em Nivelles (3º ) e outro em Monza (3º), mas alguns pontos e um pódio no final da temporada era 3º. Em 1976 ganha em casa mas a festa em Kyalami não se repetiu fez mais alguns pontos foi 7º no Mundial de F1 e o inovador Tyrrel P 34, embora competitivo não era um carro ganhador . Em 1977, Jody Scheckter aceita o desafio para guiar para a nova equipa de Walter Wolf ganha na estreia do chassis no GP da Argentina, no Mónaco e em Mosport, coleccionou vários pódios, mas era impossível bater a dupla Niki Lauda/Ferrari 312 T2. A temporada de 1978 foi pautada pela modéstia fez vários pódios, mas o Wolf revela-se incapaz de chegar à vitória é vice-campeão do mundo e no final da temporada a oportunidade de correr na equipa de Maranelllo. O 312 T4 é o último da grande série dos “312”, e Jody Scheckter sentiu na pele a ameaça do ameaça de um dos mais talentosos pilotos da F1, nada menos do seu companheiro da equipa Gilles Villenueve, mas o título chegava finalmente na primeira oportunidade em que o sul africano dispôs de um chassis competitivo. Em 1980, o T5 da Ferrari revela-se pouco competitivo, os abandonos sucedem-se e um 5º em Zolder era muito pouco para um ex-campeão do mundo e a retirada da F1, tornou-se inevitável num momento em que a motivação para continuar tinha terminado. No seu currículo, contam-se 112 Grandes Prémios, 10 vitórias, 3 poles, 33 pódios e 5 voltas mais rápidas.  


domingo, dezembro 16, 2012

Testes em Monte Carlo





Juho Haninen com a M-Sport


Leonild Novikov a mais recente aquisição da M Sport




Sebastien Ogier com o Polo WRC da Wolswagen Motorsport 



Sebastien Loeb que fará do Monte Carlo uma das suas presenças no WRC 2013




sábado, dezembro 08, 2012

Alan Jones ... o último campeão australiano...


O Wiliams FW27 ... foi determinante na carreira de Alan Jones (Foto R.W.Schlegelmich)

Wiliams FW07 B ...o chassis do título (Foto R.W.Schlegelmich)


Alan Jones ... no regresso à F1 com o projecto falhado da Lola Hass THL 02



O FW 07 ... o princípio do sucesso de Frak Wiliams como construtor...



Alan Jones inicia a sua carreira no desporto motorizado com o título de campeão nacional da Austrália em 1958, mas é já na Europa no campeonato britânico de F3 que o seu nome começa a desapontar ao serviço da Brabham, já que Jack o primeiro grande piloto da F1  não deixou de apoiar o seu compatriota. Segue-se três épocas pouco frutuosas na Fórmula Atlantic, antes da sua estreia na F1 no GP de Espanha de 1975 e da participação em mais três Grandes Prémios, três acidentes e um 11º na Suécia. Mas a meio da época, já está na equipa de outro campeão mundial de F1, Granham Hill, termina todas as quatro corridas para qual foi contrato e no perigoso Nürbburgring é 5º e termina o Mundial na 17ª. Uma vez mais, o ex-campeão do mundo de F1, lhe oferece um contrato para 1976, Jonh Surtees, o chassis britânico é pouco competitivo, mas Alan Jones volta a pontuar em Zolder (5º) e Brands Hatch (5º). A Shawod então uma equipa do segundo pelotão lhe oferece um contrato para 1977, pela primeira vez Alan Jones está integrado numa equipa que lhe permite evidenciar o seu talento e os resultados sucedem-se 6º no Mónaco, 5º Zolder e dois pódios quase de seguida, no GP da  Áustria, ganha o seu primeiro Grande Prémio na  frente do campeão mundial Niki Lauda, no Canadá e no Japão e 7º no mundial de pilotos. Em 1978 , Frank Wiliams com o apoio financeiro da Saudia,  aposta no australiano para pilotar o FW06 , que termina no mundial na 11º ficando longe dos pódios no início da temporada mais pontuou nos Grandes Prémios,  Brasil (4º),  França (5º) e na antepenúltima prova do mundial é 2º nos Estados Unidos. Mas os monolugares de Frank Wiliams chegam ao final da temporada, com uma capacidade competitiva que jamais se tinha visto nos monolugares do construtor britânico. A temporada de 1979 confirma o potencial dos carros de Frank Wiliams, 2º nos Estados Unidos e 3º no Canadá, marca uma época onde a fiabilidade do chassis começava a ser preocupante mas a parte final do Mundial de 1979, veio a demonstrar que a equipa estava no caminho certo e o FW07 era uma super máquina, nos últimos cinco grandes prémios, quatro vitórias na Alemanha, Austria, Holanda e Canadá no final 3º no mundial de pilotos. O FW07, foi melhorado e surge na versão B, o australiano faz dez  pódio se vence cinco pódios e vence o Mundial de F1 de forma incontestável. Para a temporada de 1981, o FW07 B continua a ser o chassis a bater,  Alan Jones é o primeiro piloto da equipa, Carlos Reutman é o seu companheiro, ambos sabiam que podiam chegar ao título, mas logo no início do campeonato ambos os pilotos desentenderam-se logo no 2º Grande Prémio da época, quando Carlos Reutman não obedece às ordens para abrandar no GP do Brasil, o australiano recusou-se a subir ao pódio, faria mais cinco pódios, terminava a ganhar em Las Vegas, mas já nada queria com a equipa de Frank Wiliams a quem  contribui com dois títulos.  Era 3º no Mundial e Carlos Reutman 2º a um ponto de Nelson Piquet que se tornava bi-campeão do mundo, mas o australiano terminava a temporada com a mágoa de ter perdido o título no GP do Brasil. Praticamente abandona a F1, regressando em 1986 com o apoio da Lola e com o patrocínio da Beatrice que acreditava que o seu chassis era um grande projecto, todavia por doze vezes a mecânica traiu o Lola  um 4º na Aústria e um 6º em Monza, abria perspectivas ao construtor, mas Alan Jones abandonava definitivamente o mundo os Grand Prix convertendendo-se  numa figura de referência como piloto e organizador dos famosos campeonatos V8 de turismos no seu país.No seu palmarés conta-se participação em 118 Grandes Prémios, 12 vitórias,  24 pódios, 6 poles e 13 voltas mais rápidas.

Andar nos limites na década de 1970

domingo, dezembro 02, 2012

Domínio francês nas 24 Horas de Fronteira .... Portefólio ...



O ex-motord Paulo Marques aliou-se os campeões de França de TT para vencer as 24 Horas


Proto AC Nissan de Mário Andrade não lhe permitiu voltar a vencer em Fronteira ...


Hervé Lhoste um pódio surpreendente ...com o Bowler Wildcat 


Stefan Barby em plena box ... antes de ser penalizado que lhe valeu ficar fora do pódio...




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Igors Skoks o primeiro entre os convencionais com o seu  Mitsubhish Pajero EE
César Sequeiro os melhores nacionais ( foto ACP)


O Nissan Terrano TT da equipa - R.Gonçalves/P.Valério/D.Paulino/J.Plácito e A.Maria ...
os 2ºs entre os nacionais.



Como sempre a temporada nacional de  automobilismo  em  Portugal, termina com a clássica maratona das 24 Horas de Fronteira, em tipo de crise, faltaram muitos nomes, muitas bombas, mas a animação, a noite tomou conta da pequena vila de Fronteira , onde a maior maratona do desporto motorizado em Portugal  ganhou já o estatuto de festa popular. Todavia a armada francesa dos Buggys voltaram às 24 horas, para consagrar, Paulo Marques como vencedor da edição de 2012, onde Bernard Boulet foi determinante para a vitória da equipa que tomou conta da liderança da prova na 13ª hora. O vencedor já crónico, das 24 horas, desta vez ficou a duas voltas e nem mesmo Carlos Sousa já a pensar no Dakar foi capaz de acompanhar o ritmo do Sadev Buggy.  Surpresa das surpresas, foi sem dúvida, a prova de Nicolas Gibon que num humilde Bowler Wilcat deu cartas à concorrência e ao fim de 24 horas a três voltas do fim foi obra de uma marca pouco competitiva no TT em Portugal e que somou duas posições no top five. Entre os favoritos Laurent Polleti limitou-se a fazer a pole position e a terminar mais esta etapa festiva do TT em Portugal. Por última, uma referência a equipa César Sequeira, Rui Lopes e Alexandre Navarra, que com a sua Nissan Navarra terminaram no top 10 na qualidade da melhor equipa nacional  ….  





Os Buggy dominaram a pole e a corrida ... em 1º plano o de Stefhane Barbry (5º)



O belo Wolswagen Beetle de Américo Santos ...resistiu a dureza da prova (18º)


O motor do Mini Off Road que não foi muito feliz nas 24 horas (31º)


A beleza campestre ... única da grande maratona alentejana ....




F1 - 2012 ....em análise ....






Sebastien Vettel e o RB8 - os campeões (in Auto Sport Live)

  Fernando Alonso lutou pelo título até ao fim ....apesar das limitações do F2012

Lewis Hamilton  - talento e rapidez que o MP4/24 condicionou em determinados Grandes Prémios


Kimi Reikkonen .... um regresso à F1 e de um marca histórica aos pódios. (in Lotus Renault)




O Mundial de F1 de 2012 fica marcado pela competitividade que segundo muitos foi um dos melhores campeonatos de sempre, de facto o título mundial ficaria decidido em Interlagos, na última prova da temporada, embora houvesse a convicção que Fernando Alonso, jamais teria condições para lutar pelo título. De resto, a frase de Brunno Senna, um, pouco antes dos treinos livres de quinta-feira, evidenciavam esta crença, já que para o piloto da Wiliams se o espanhol tivesse à disposição um Lotus ou um Sauber teria já se sagrado campeão. Na verdade é que tanto Sebastien Vettel ou Fernando Alonso, mereciam o título de 2012, se o germânico é imbatível com um chassis fiável e meramente competitivo. Fernando Alonso é simplesmente um dos pilotos mais completos da F1 actual, sabendo tirar partido de todo o potencial do seu monolugar, o mesmo se poderia dizer de Sebastien Vettel, mas Mark Webber está mais perto do líder da Red Bull do que Filipe Massa do líder da equipa de Maranello. Mas, em termos de competitividade a que distinguir um primeira parte, muito discutida com oito vencedores até ao GP da Europa. A partir de então, o equilíbrio deixou de existir, quando Mark Webber venceu em Silvestorne havia quem pensasse que finalmente o australiano não só era capaz de bater Sebastien Vettel  como estava na corrida para o título … puro engano … com excepção de Monza o germânico só não foi mais forte como finalmente conseguiu tal como tinha acontecido em 2010 e 2011, acertar definitivamente o RB 8 e  as vitórias  sucederam-se. Lewis Hamilton, uma vez mais provou que em qualificação é um dos mais rápidos pilotos da actual geração, venceu quatro grandes prémios, mas foi sem dúvida o único piloto que em circunstâncias normais foi capaz de bater em qualificação em corrida, porém o MP4 /27 revelou-se pouco competitivo em circunstâncias que podemos afirmar anormais que condicionou a possibilidade por lutar pelo título, casosdos Grandes Prémios do Barhein, Espanha, Europa ou Inglaterra. Kimi Reikkonen, voltou a demonstrar que é um piloto cheio de talento, uma mais valia para a F1 e a sua passagem pelo WRC não condicionou o seu andamento,  como aliás tinha demonstrado nos testes de Inverno, venceu e convenceu, em Abu Dhabi … mas o Lotus E20 tal como o ferrari F 2012 mostraram que poderiam, chegar ao pódio mas à vitória só de forma pontualmente. Romain Grosejan, chega ao final da temporada, com um piloto “mal amado” no pit line, mas é um piloto promissor, embora cometendo muitos erros é rápido e tem estofo para lutar regularmente por um pódio … a substituição do francês  pelo japonês Kamui Kobayashi poderá ser um erro magistral  de Eric Bouiller se o fizer.  Jenson Button, Mark Webber e Filipe Massa, um trio obediente às ordens de equipa ou apenas, três bons pilotos que tiveram a sua época … Jenson Button, todavia venceu em três grandes prémios mas mostrou-se pouco motivado em circunstâncias decisivas … agora contando com um Sergio  Perez que brilhou na Malásia e em Monza … voltará a explodir e estará na luta pelo Mundial de 2013 ? … e o mexicano será a escolha certa … ou  teremos Martin Whitmarsh em maus lençóis …Nico Hulkenberg, voltou a demonstrar o seu talento e só por falta de sorte não venceu no Brasil mas desde SPA que humilhou definitivamente os pilotos da Mercedes que forneciam a motorização da Force Índia …Nico Rosberg praticamente deixou de estar no Top 10 após SPA e Michael Schumacher, face à pobreza de resultados só lhe restava bater em retirada no final da época, a polé no Mónaco foi muito pouco para o campeão dos campeões da F1 de todos os tempos. Pastor Moldonado é provavelmente o piloto que mais erros que cometeu, de tal forma que a vitória no GP do Mónaco, foi uma excepção, porém é dos pilotos da actual F1 que mais evolui no escalão máximo uma vez que era um piloto mediano nas fórmulas promocionais e apenas lhe falta demonstrar se é de facto um piloto ganhador, todavia superou com maior facilidade o seu colega de team, Bruno Senna demonstrou que é capaz de pontuar regularmente …mas resta saber se é esse o piloto que Frank Wiliams necessita já que o FW34 foi um bom projecto e Mike Coughian é um projectista muito promissor. Jen Eric Vergne foi sempre mais rápido que Daniel Ricciardo que era observado como uma estrela em ascensão nas fórmulas de ascensão, porém o Toro Rosso STR7 esteve muito longe de ser um chassis competitivo, para podermos afirmar claramente que o francês  é um nome a fixar …. A nível de construtores o Red Bull RB 8 e Mclarem MP4/27 eram de longe os melhores chassis …o Ferrari F 2012 viveu do talento de Fernando Alonso  ….  O Lotus E20  revelou-se um bom projecto e ambos os pilotos da equipa demonstraram que os pódios faziam parte da sua agenda …O Force Índia foi o chassis que mais evolui ao longo da temporada … Os chassis de Frank Wiliams finalmente desapontaram em 2012 aguarda-se o próximo projecto  ….a Sauber pelo contrário perdeu competitividade na parte final do campeonato …. a ausência de Peter Sauber ….e uma nova direcção desportiva teve reflexos ?... A Mercedes exige-se … um projecto novo, ganhador e inovador, algo que Ross Brawn  sabe como fazer mas as temporadas de 2011 e 2012 é para esquecer ….  A Toro  Rosso  limitou-se a pontuar … e a motorização fornecida pela Ferrari não esteve ao nível dos chassis de Maranello …  ou seja Stefano Domenicall não correu os riscos de Ross Brawn, de ver uma equipa cliente mais forte que a sua equipa.         

segunda-feira, novembro 26, 2012

Colin Chapman - o génio da F1 moderna ....

Mads Ostberg lidera a M Sport no WRC 2013



Mads Ostberg finalmente a oportunidade da sua carreia (in WRC)



Mdas Otberg é a grande aposta da M Sport que com o apoio da Qatar disputará o WRC 2013 com três Ford Fiesta RS WRC, mas a entrada de Mads Ostberg na equipa è a grande notícia. O norueguês que venceu o Rally de Portugal e foi 4º no Mundial de Rallys, chegou a ser dado, como certo na Citroen. Mas, Dani Sordo acabou por ganhar a corrida até que Yves Matton, estava interessado num piloto de ponta e Petter Solberg não era a sua escolha. O director desportivo da Citroen WRT, estava também este fim-de-semana, admirado e rendido, ao desempenho e profissionalismo de Roberto Kubica que venceu de forma categórica o Rally do Var num Citroen C4 WRC. Mas, na M-Sport, confirma-se que   Nasser do  Al-Attiyah, será piloto da equipa em sete provas a nomear … entretanto as dúvidas se Petter Solberg continuará na equipa de Malcon Wilson, mantê-se apesar do ex-campeão mundial, afirmar que está na disposição de guiar gratuitamente para o team. Todavia, nos meios do WRC fala-se que  Evgeniy Novikov seria o piloto que mais interessaria a Malcon Wilson.


domingo, novembro 25, 2012

Sebastien Vettel ...campeão do Mundo de F1 2012 ...obviamente....

Sebastien Vettel  ... na hora do tri ... (in Auto Live Sport)

Jenson Button ... termina a temporada 2013 como começou vencendo (in Auto Live Sport)

Fernando Alonso ... um digno vice-campeão  cujo talento é inesgotável...


Nico Hulkenberg ...um piloto de ponta ...que entra na história da Force Índia  como líder de um GP. (in Auto Motor Sport) 



Jenson Button venceu pela terceira vez na temporada de 2012 … num momento de consagração do novo campeão mundial, Sebastien Vettel que chega ao tri  aos 25 anos, um feito pela primeira vez concretizado na F1. Mas a corrida de Interlagos, tal como se esperava desde a qualificação, foi uma corrida molhada e quando os monolugares se concentravam para a formação da grelha de partida, as nuvens negras estendiam-se por S.Paulo e pouco depois, antes da volta de reconhecimento, já algumas gotas de água caíam no circuito, embora a pista permanecesse seca durante várias dezenas de voltas. Em termos desportivos, os Mclarem MP 4/27, voltaram a demonstrar que chegaram ao final da temporada num nível técnico relativamente mais avançado que os demais e tal se confirmou até à primeira paragem (10ºVolta), onde Lewis Hamilton seguido de Jenson Button se destacou dos demais. A partir de então e surpreendentemente Nico Hulkenberg foi ganhando décimos em cima décimos  e na volta 16ª , passa Jenson Button e após três voltas é o novo líder da corrida … um feito histórico para a Force Índia, que tecnicamente superou a Mercedes que lhe forneceu os propulsores em 2013. Com a entrada do Safety Car entre as voltas nº23 e nº30, aproximou a concorrência e na volta nº31, Lewis Hamilton volta à carga, passa o seu companheiro e aproxima-se de Nico Hulkenberg, a chuva endurece na volta nº49 e na 53º, Lewis Hamilton volta a liderança. Mas Nico Hulkenberg volta a atacar e em plena ultrapassagem os F1, tocam-se, o britânico fica fora e germânico, embora penalizado termina em 5º numa grande corrida em que a vitória não lhe ficaria mal. A partir de então, Jenson Button isolado fez a sua corrida e termina o campeonato a ganhar tal como tinha iniciado, mas com o bónus de ser o primeiro piloto da Mclarem – Mercedes para a temporada de 2013. Os Ferraris subiram ao pódio, Fernando Alonso (2º) fez uma corrida táctica, na esperança de chegar ao título, mas sabendo que tal tarefa era quase impossível, mas logo na 2º volta fez uma ultrapassagem magistral quando passou Filipe Massa e Mark Webber nos limites, a partir de então limitou-se a rodar na 4º posição, o F 2012 não lhe permitia ir mais longe e só o acidente entre Lewis Hamilton/Nico hulkenberg … permitiu-lhe um 2º lugar, merecido de um piloto muito fiável com um chassis incapaz de debater-se com os MP4 /27 e com o RB 8, todavia o espanhol é provavelmente um dos pilotos mais completos da F1 actual. Filipe Massa voltou ao pódio e terminou o campeonato muito motivado, ele próprio afirmou em Interlagos que só superou as suas dificuldades na segunda parte do campeonato e esta chegada ao pódio, permitiu à Ferrari o Vice-campeonato perante uma Mclarem que potencialmente revelou-se muito mais competitiva. Sebastien Vettel foi outro dos protagonistas, já que era outro dos candidatos ao título, sem andar no top 5 controlou os acontecimentos, mas logo na 1º volta na subida do Lago, fez um pião perdeu-se no pelotão e adivinhava-se o pior, todavia as indicações electrónicas via rápido, davam conta que o RB estava a 100% e na volta nº8 era já 7º … todavia só descolou de Kamui Kobyashi na volta 49º e a chegada ao 6º foi feita normalmente o germânico nunca arriscou e jogou nos pontos e no título de 2013 que lhe cabe com toda a justiça e que foi praticamente assegurado no GP de Abu Dhabi quando saiu do fim da grelha para uma vitória memorial.  Mark Webber cumpriu mais um grande prémio, mas longe do ferver competitivo que marcou o inicio da temporada quando pela primeira vez mostrou que era capaz de se superiorizar a Sebastien Vettel. Michael Schumacher terminou nos pontos e termina a sua carreira, que acabou por ser um pesadelo já que Ross Brawn nunca lhe ofereceu um projecto competitivo, uma pole no Mónaco é muito pouco para um ou melhor piloto de todos os tempos.  Jean Eric Vergne terminou o campeonato mostrando que é capaz de fazer melhor,  Kamui kobyashi  esteve a muito bem no Brasil, mas está sem chassis para 2013. Kimi Reikkonen errou várias vezes no circuito de interlagos, não partiu o chassis algo que era especialista no WRC …      

Grande Prêmio do Brasil
Interlagos, Brasil;
71 voltas; 305,909 km;
Tempo: condições mistas.

Classificação Geral
 1. J.Button- McLaren-Mercedes MP4/27 - 1h45: 22,656; 2. F.Alonso- Ferrari F 2012 + 2,754; 3.F. Massa- Ferrari F 2012 + 3,615;4. M.Webber Red Bull-Renault RB 8 + 4,936 ;5.N. Hulkenberg- Force India-Mercedes + 5,708; 6.ºS. Vettel Red Bull-Renault RB 8 + 9,453;7. M. Schumacher- Mercedes MGP W03 + 11,900;8. J. E. Vergne Toro Rosso STR7-Ferrari + 28,600:9. K.Kobayashi – Sauber C31 -Ferrari + 31,200:;10. K.Raikkonen Lotus-Renault E20 + 1 volta;11.V. Petrov - Caterham-Renault CT 101 + 1 volta;12.C. Pic Marussia-Cosworth CA2012 + 1 volta;13.D. Ricciardo Toro Rosso-Ferrari DTR7 + 1 volta; 14.K. Kovalainen Caterham-Renault-CT 101 + 1 volta; 15.N. Rosberg- Mercedes MGP W03 + 1 volta; 16. T.Glock Marussia-Cosworth CA2012 + 2 voltas;17. De la Rosa HRT-Cosworth  F112 + 2 voltas 18.K. Karthikeyan HRT-Cosworth F112 + 2 voltas e19. Di Resta Force India-Mercedes + 3 voltas
Volta mais rápida: Hamilton, 1:18.06
Campeonato do Mundo (Construtores) 1ºRed Bull (460); 2ºFerrari (400); 3ºMclarem Mercedes (378); 4ºLotus-Renault (303); 5ºLotus-Renault (303); 6ºMercedes(143); 7ºSauber (127); 8ºForce India (109); 9ºWiliams (79) e 10ºToro Rosso (26).               
Campeonato do Mundo (pilotos)
 1. S.Vettel 281; 2.F. Alonso 278 ; 3. K.Raikkonen 207;4. L.Hamilton 190: 5. J.Button 188. Mercedes 142; 6.M. Webber 179; 7.F. Massa 122;  8.R. Grosjean 96 9. N.Rosberg 93 10.S. Perez 66; 11. N.Hulkenberg 63 12.K. Kobayashi 60 ;13.M. Schumacher 49 ;14.P. Di Resta 46       15.P. Maldonado 45 ;16.B. Senna 31 ;17.J.E Vergne 16 e 18.D. Ricciardo 10      
       



sábado, novembro 24, 2012

Sebastien Vettel ou Fernando Alonso ... quem será o novo campeão de F1 ....

Para a posterioridade a equipa campeão de construtores de 2012  em Interlagos ...
(in Motorsport Magasn.com)

Lewis Hamilton na recta de subida para as boxes ( in Vodafone Mclaren Mercedes)


Os grandes senhores da F1 actual ...Michael Schumacher na hora da despedida entre o futuro campeão de 2012 (in Sport Auto Live)



Uma sessão de qualificação sem surpresas, com Lewis Hamilton a fazer mais uma pole a última pela Mclaren numa dobradinha que nada teve de inesperada apesar de Mark Webber o mais rápido da Red Bull por pouco não partia da primeira linha. Mas Jenson Button, esteve mais motivado num momento em que assume praticamente a qualidade de chefe de fila da equipa. Pelo contrário, Sebastien Vettel e Fernando Alonso, arriscaram menos do que é habitual em Interlagos, foram batidos pelos seus companheiros de equipa, mas mesmo assim Sebastien Vettel mostrou durante a segunda sessão da qualificação que está em São Paulo para se tornar o mais jovem tri-campeão do mundo. Fernando Alonso e Filipe Massa, praticamente limitaram-se a rodar nos limites do top 10, no paddock comentavam-se que os monolugares de Maranello estavam a testar para uma corrida à chuva, mas o que ficou evidente em toda a sessão e que em circunstâncias normais os F 2012 não são capazes de andar ao nível dos MP4/27 ou dos R B8 … e nessa circunstâncias o espanhol à priori necessita de muita sorte para chegar ao título. Michael Schumacher com problemas de travões que segundo o germânico não lhe permitiram fazer a última sessão de qualificação faz amanhã o seu último Grand Prix depois de um regresso simpático mas que lhe permitiu chegar às vitórias algo que a “lenda da F1” dos anos noventa jamais esperava que se verificasse. Mas os Mercedes em qualificação ou em corrida são incapazes de serem mais rápidos que os seus clientes da Force Índia. Pastor Moldonado voltou a surpreender e apesar de ainda errar quando menos se espera e já um piloto fiável na luta pelo top 5 e com mais maturidade irá confirmar que a vitória no GP do Mónaco não foi um mero acidente de percurso. Romain Grosejan apesar de ser um dos pilotos mais rápidos da sua geração, voltou a ser protagonista de um acidente,  o seu caso está sob investigação e uma nova penalização deverá penalizar ainda mais a sua modesta  posição na grelha. Pedro La Rosa disse simplesmente que tinha sido surpreendido pela tentiva de ultrapassagem de Romain … o francês apenas explicou que à minha direita estava o Pedro e a esquerda a parede … De resto, mais um boa qualificação de Nico Hulkenberg … que está a caminho da Sauber que termina a temporada de 2012 com problemas de competitividade … No rol das novas contratações em Interlagos ficou-se a saber que o mexicano Esteban Gutierrez  é o substituído de Kamui Kobayashi e sendo assim a Sauber apresenta uma renovação total de pilotos já que Sergio Perez é aposta da Mclaren ….também Charles Pic estou a acordo com a Catherman para a temporada de 2013 … 
      
Tempos da Qualificação

1.  Lewis Hamilton   -     McLaren-Mercedes  MP4 27    1m12.458s
 2.  Jenson Button         McLaren-Mercedes  MP 4 27   1m12.513s   + 0.055
 3.  Mark Webber           Red Bull-Renault  RB 8   1m12.581s   + 0.123
 4.  Sebastian Vettel      Red Bull-Renault    RB 8 1m12.760s   + 0.302
 5.  Felipe Massa          Ferrari   F 2012           1m12.987s   + 0.529
 6.  Pastor Maldonado      Williams-Renault   FW34    1m13.174s   + 0.716
 7. 
Nico Hulkenberg       Force India-Mercedes    FD 108Z 1m13.206s   + 0.748
 8.  Fernando Alonso       Ferrari   F 2012           1m13.253s   + 0.795
 9. 
Kimi Raikkonen        Lotus-Renault   RS 27     1m13.298s   + 0.840
10.  Nico Rosberg          Mercedes    MGP W03         1m13.489s   + 1.031
11.  Paul di Resta         Force India-Mercedes     FD  108Z  1m14.121s   + 0.912
12.  Bruno Senna           Williams-Renault   FW34  1m14.219s   + 1.010
13.  Sergio Perez          Sauber-Ferrari    C31   1m14.234s   + 1.025
14.  Michael Schumacher    Mercedes   MGP W03          1m14.334s   + 1.125
15.  Kamui Kobayashi       Sauber-Ferrari  C31      1m14.380s   + 1.171
16.  Daniel Ricciardo      Toro Rosso-Ferrari  STR7   1m14.574s   + 1.365
17.  Jean-Eric Vergne      Toro Rosso-Ferrari   STR7 1m14.619s   + 1.410
18.  Romain Grosjean       Lotus-Renault   RS27     1m16.967s   + 1.892
19.  Vitaly Petrov         Caterham-Renault   C101   1m17.073s   + 1.998
20.  Heikki Kovalainen     Caterham-Renault  C101   1m17.086s   + 2.011
21.  Timo Glock            Marussia-Cosworth   MR01  1m17.508s   + 2.433
22.  Charles Pic           Marussia-Cosworth  MR01   1m18.104s   + 3.029
23.  Narain Karthikeyan    HRT-Cosworth    F112     1m19.576s   + 4.501
24.  Pedro de la Rosa      HRT-Cosworth     F112    1m19.699s   + 4.624